Chevrolet Zafira

Citroën Xsara Picasso

2001

A classe das minivans ganhava importante reforço com a Scénic reestilizada (1,6 e 2,0), em março, e a estréia de Zafira e Xsara Picasso (o primeiro Citroën brasileiro), ambas 2,0 e em abril. Sem um concorrente direto, a Fiat remediava em novembro com o Doblò, que podia levar até sete pessoas como o modelo da GM. O Marea ganhava nova traseira em maio.

Tempo também de novos motores: 1,0 16V no Clio em março; 1,6 para o Ka XR, um "foguete de bolso", em abril; o novo Fire para o Mille e o Palio básico (junho e agosto, na ordem); 1,0 e 1,0 16V mais potentes para o Gol em setembro. Em julho o Strada acompanhava a renovação da linha Palio e, em novembro, a Ford mostrava o Ka com traseira remodelada. A Chrysler saía do Brasil — pela terceira vez — e encerrava a produção do Dakota depois de uma breve série com cabine dupla.

2002

Um ano de forte renovação, sobretudo entre os pequenos: três novas gerações quase ao mesmo tempo, com Corsa (1,0 e 1,8, hatch e sedã) e Polo (1,6 e 2,0) em abril e Fiesta (1,0 e 1,6, incluindo o peculiar 1,0 com compressor) em maio. Outras chegadas importantes: o novo Corolla (1,6 e 1,8) em junho, bem mais amplo e bonito que o antecessor, um passo decisivo para se tornar líder da categoria; a Meriva em agosto, com espaço para concorrer com minivans maiores; e o Fiat Stilo em setembro, com motores 1,8 e 2,4, este na vigorosa versão Abarth, de 167 cv.

O Palio Fire vinha em maio com o mesmo visual das versões superiores; em setembro o motor 1,0 16V dava lugar ao 1,25 de oito válvulas. O Strada recebia nova frente em abril, o Celta ganhava versão de cinco portas em julho e o Polo sedã chegava em outubro. A Quantum deixava o mercado.

Ford Fiesta

Toyota Corolla

Honda Fit

Ford EcoSport

2003

Os pequenos mantinham o ritmo: em abril vinha o Fit, com motor 1,35 e, pela primeira vez no país, duas velas por cilindro e câmbio de variação contínua (CVT); em maio o Citroën C3, com estilo original e motor 1,6 16V (depois também 1,4); e em outubro o espaçoso Fox, 1,0 e 1,6. Em fevereiro o EcoSport surgia como grande sucesso, com motores 1,0 com compressor, 1,6 e 2,0 16V. Foi também o ano da chegada do motor flexível: Gol 1,6 (março), Corsa 1,8 (julho), Fox 1,0 e 1,6 (outubro) e Palio 1,25 (novembro).

A VW lançava em fevereiro uma série limitada do Golf VR6, de seis cilindros e 2,8 litros, o mais potente nacional durante sua existência. O Vectra voltava a usar motor 2,0 no início do ano e a linha Palio adotava o 1,8 da GM em fevereiro (Strada em outubro). O Clio ganhava nova frente em fevereiro e versão de três portas em maio. Em agosto vinham o Celta 1,4 e o Mitsubishi L200 Sport, mais moderno; no mês seguinte o Doblò Adventure 1,8 e o Ford F-250 de cabine dupla. Em outubro estreava o picape Montana 1,8, da linha Corsa, e um mês depois o Palio remodelado, seguido por uma nova frente para o Civic.

2004

Apenas mudanças de estilo, mecânica e variações. A Fiat adotava um desenho polêmico no Mille em fevereiro, atualizava o Siena e a Palio Weekend em março e o Strada em junho (incluindo motores 1,25 e 1,8 flexíveis). A Toyota lançava a Fielder 1,8, perua da linha Corolla, dois meses depois. O 206 ganhava motor 1,4 em fevereiro e o EcoSport recebia tração integral com suspensão traseira independente na versão 4WD, em março. Zafira e Astra tornavam-se flexíveis em abril e maio, na ordem, e o Fox aparecia com cinco portas. Em setembro o Fiesta era oferecido como Sedan e — a exemplo do Clio em novembro — seu motor 1,6 passava a flexível.

Fiat Siena e Palio Weekend

Fiat Idea

Chevrolet Vectra

2005

A Fiat lançava em agosto a minivan Idea, com motores 1,4 e 1,8; e a GM, depois de tirar o Vectra de produção em abril, mostrava em outubro sua terceira geração, com versões 2,0 e 2,4 16V. Em fevereiro a Peugeot trazia a perua 206 SW (1,4 e 1,6 16V) e em dezembro adotava motor 1,4 flexível. O CrossFox, em março, trazia ao Fox um jeito fora-de-estrada.

O Gol era reestilizado em agosto (seguido por Parati e Saveiro), mas perdia em acabamento e equipamentos. Motores mais potentes equipavam o Fit em março (1,5 16V), linha Palio em maio (1,4) e S10/Blazer turbodiesel em agosto. Já Marea e Xsara Picasso recebiam os 1,6 16V para ficar mais baratos. Versões flexíveis chegavam a EcoSport 1,6 (junho), Celta 1,0 (julho), Mille e Palio 1,0 (março), Corsa 1,0 (setembro), Stilo 1,8 e C3 1,6 (outubro) e Clio 1,0 (novembro). A Renault aplicava mudanças visuais a seu pequeno e surgiam as versões Palio 1.8R e Corsa, Meriva e Astra SS.

2006

A concorrência respondeu ao Vectra com sedãs modernos e atraentes: o Mégane em março, com motores 1,6 16V e 2,0 16V, e o Civic em abril, com desenho futurista e motor 1,8 16V. No mesmo mês a GM reestilizava o Celta, a Mitsubishi iniciava a produção local do Pajero Sport e a Ford aplicava tração 4x4 e novo motor turbodiesel ao F-250. Os flexíveis chegavam a Classic 1,0 e C3 1,4 (fevereiro), Golf 1,6 (março) e Fiesta 1,0 (agosto). Em maio o Santana despedia-se depois de 22 anos.

Renault Mégane

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