{"id":3983,"date":"2018-01-01T00:00:16","date_gmt":"2018-01-01T03:00:16","guid":{"rendered":"http:\/\/bestcars.uol.com.br\/bc\/?page_id=3983"},"modified":"2021-06-10T14:54:20","modified_gmt":"2021-06-10T17:54:20","slug":"glossario-c","status":"publish","type":"page","link":"https:\/\/autolivraria.com.br\/bc\/glossario-c\/","title":{"rendered":"Gloss\u00e1rio &#8211; C"},"content":{"rendered":"<p><em>O gloss\u00e1rio de termos t\u00e9cnicos pretende esclarecer termos citados em artigos do site, evitando a repeti\u00e7\u00e3o de seu significado a cada cita\u00e7\u00e3o. N\u00e3o \u00e9 seu objetivo definir todos os incont\u00e1veis termos t\u00e9cnicos relacionados ao autom\u00f3vel.<\/em><\/p>\n<p><a name=\"cafe\"><\/a><\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p><strong>CAFE<\/strong>: sigla para Corporate Average Fuel Economy, ou consumo de combust\u00edvel m\u00e9dio corporativo, em ingl\u00eas. \u00c9 um programa implantado em 1975 pelo ACEEE (American Council for an Energy-Efficient Economy, conselho norte-americano para uma economia energeticamente eficiente) que prev\u00ea limites de consumo, por fabricante, para ve\u00edculos nos Estados Unidos. O sistema adotado resulta em que, se a empresa conseguir vender maior n\u00famero de carros econ\u00f4micos, ter\u00e1 direito a comercializar mais unidades de modelos de alto consumo. Os limites s\u00e3o diferentes para autom\u00f3veis e utilit\u00e1rios (picapes, minivans e utilit\u00e1rios esporte).<\/p>\n<p><a name=\"canc\"><\/a><\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p><strong>Cancelamento ativo de ru\u00eddos:<\/strong> sistema voltado a tornar o interior do ve\u00edculo mais silencioso para os ocupantes, por meio da produ\u00e7\u00e3o&nbsp;de um &#8220;anti-ru\u00eddo&#8221; que cancela o ru\u00eddo indesejado. Nos autom\u00f3veis, o sistema de \u00e1udio (mesmo que desligado) \u00e9 o respons\u00e1vel por emitir o anti-ru\u00eddo, em geral com o objetivo de cancelar frequ\u00eancias indesejadas dos ru\u00eddos mec\u00e2nicos.<\/p>\n<p><a name=\"calc\"><\/a><\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p><strong>Cal\u00e7o hidr\u00e1ulico<\/strong>: acontece quando um l\u00edquido (\u00e1gua ou combust\u00edvel) preenche as c\u00e2maras de combust\u00e3o, formando uma massa que, ao contr\u00e1rio da &#8220;n\u00e9voa&#8221; de ar e combust\u00edvel, n\u00e3o pode ser comprimida. Ao se acionar a partida, os pist\u00f5es sobem e encontram grande resist\u00eancia. O motor n\u00e3o pega e, se submetido a um tranco, tem avariados componentes como pist\u00f5es, bielas e at\u00e9 mesmo virabrequim. \u00c9 mais comum que aconte\u00e7a pela absor\u00e7\u00e3o de \u00e1gua em alagamentos.<\/p>\n<p><a name=\"hemi\"><\/a><\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p><strong>C\u00e2mara de combust\u00e3o hemisf\u00e9rica:<\/strong> assim chamada porque seu formato aproxima-se ao de uma semiesfera (ao contr\u00e1rio de outras dos mais variados aspectos), tem como vantagem a posi\u00e7\u00e3o central da vela de igni\u00e7\u00e3o, portanto equidistante de todos os pontos da c\u00e2mara. Essa \u00e9 a melhor condi\u00e7\u00e3o para uma combust\u00e3o por igual, um dos fatores que reduzem as possibilidades de <a href=\"https:\/\/autolivraria.com.br\/bc\/glossario-d\/#deto\">detona\u00e7\u00e3o<\/a>.<\/p>\n<p><a name=\"camb\"><\/a><\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p><strong>C\u00e2mber ou cambagem<\/strong>: \u00e9 o posicionamento vertical das rodas, um dos \u00e2ngulos verificados em uma opera\u00e7\u00e3o de alinhamento. O c\u00e2mber \u00e9 positivo se as rodas convergem para baixo, ficando mais distantes no topo; negativo se ficam mais distantes no ponto de contato com o solo, convergindo para cima; e neutro ou nulo, se ficam perpendiculares ao solo. A tend\u00eancia atual \u00e9 o emprego de cambagem nula ou negativa, para melhor estabilidade em curvas. Rodar com cambagem diferente da especificada pelo fabricante pode resultar em desgaste irregular dos pneus.<\/p>\n<p><a name=\"4+e\"><\/a><\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p><strong>Caixa de transmiss\u00e3o 4+E<\/strong>: chama-se assim, com o E significando economia, a caixa de cinco marchas em que a quinta, por sua rela\u00e7\u00e3o longa, n\u00e3o permite aumento da velocidade m\u00e1xima, esta sendo atingida em quarta. O efeito de uma quinta marcha longa \u00e9 a redu\u00e7\u00e3o das rota\u00e7\u00f5es em viagem, com benef\u00edcios ao n\u00edvel de ru\u00eddo e \u00e0 economia de combust\u00edvel. Em contrapartida, esse tipo de caixa requer redu\u00e7\u00f5es de marcha mais frequentes em aclives e ultrapassagens. O mesmo princ\u00edpio aplicado a uma caixa de seis marchas resulta na designa\u00e7\u00e3o 5+E.<\/p>\n<p><a name=\"cvt\"><\/a><\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p><strong>Caixa de transmiss\u00e3o de varia\u00e7\u00e3o cont\u00ednua (CVT)<\/strong>: tipo de caixa que efetua uma varia\u00e7\u00e3o cont\u00ednua, gradual, das rela\u00e7\u00f5es de marcha em vez de trabalhar com marchas definidas. Em regra, uma correia met\u00e1lica liga duas polias com sulco em forma de \u201cV\u201d e largura vari\u00e1vel. \u00c0 medida em que as laterais de cada polia se afastam, por um sistema hidr\u00e1ulico, a correia afunda em seu sulco, como se a polia tivesse menor di\u00e2metro. Com as laterais mais pr\u00f3ximas, ela corre mais na periferia da polia, simulando di\u00e2metro maior. Dentro dos limites, a CVT pode selecionar a rela\u00e7\u00e3o mais adequada a cada momento. Isso permite que, por exemplo, a rota\u00e7\u00e3o de pot\u00eancia m\u00e1xima do motor seja mantida durante uma acelera\u00e7\u00e3o. Al\u00e9m disso, essa caixa obt\u00e9m grande suavidade de funcionamento.<\/p>\n<p><a name=\"cart\"><\/a><\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p><strong>C\u00e1rter seco<\/strong>: sistema de lubrifica\u00e7\u00e3o em que o \u00f3leo n\u00e3o fica depositado num c\u00e1rter convencional, na parte inferior do motor, mas em reservat\u00f3rio separado em outra localiza\u00e7\u00e3o do ve\u00edculo. A maior vantagem \u00e9 a possibilidade de montar o motor mais baixo no chassi, o que abaixa o <a href=\"#cent\">centro de gravidade<\/a> e melhora o comportamento din\u00e2mico.<\/p>\n<p><a name=\"cast\"><\/a><\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p><strong>C\u00e1ster<\/strong>: \u00e2ngulo de inclina\u00e7\u00e3o do eixo do pino-mestre (que fixa a roda \u00e0 suspens\u00e3o) em rela\u00e7\u00e3o \u00e0 vertical e ao eixo longitudinal do ve\u00edculo. Quanto maior o efeito do c\u00e1ster, mais intenso ser\u00e1 o realinhamento da dire\u00e7\u00e3o ap\u00f3s as curvas. Outra influ\u00eancia desse fator ocorre nas curvas: um c\u00e1ster elevado torna mais negativa a <a href=\"#camb\">cambagem<\/a> da roda externa e mais positiva a da interna, o que \u00e9 ideal para melhorar a ader\u00eancia dos pneus nessa situa\u00e7\u00e3o. Por outro lado, um c\u00e1ster menor faz a dire\u00e7\u00e3o ficar mais leve. A diferen\u00e7a entre as rodas tamb\u00e9m \u00e9 importante: c\u00e1ster muito desigual faz a dire\u00e7\u00e3o puxar para o lado em que o \u00e2ngulo \u00e9 menor.<\/p>\n<p><a name=\"cen2\"><\/a><\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p><strong>Central el\u00e9trica integrada<\/strong>: tamb\u00e9m chamada de multiplex, ela re\u00fane todas as fun\u00e7\u00f5es da parte el\u00e9trica do ve\u00edculo em apenas dois cabos, um para a transmiss\u00e3o de dados, outro para a energia el\u00e9trica. As vantagens s\u00e3o reduzir em muito a quantidade de cabos (que ocupam menor espa\u00e7o e pesam menos), facilitar a localiza\u00e7\u00e3o de defeitos no sistema el\u00e9trico, ampliar a quantidade poss\u00edvel de fun\u00e7\u00f5es e facilitar a integra\u00e7\u00e3o entre elas. Por exemplo, o sensor de chuva do limpador de para-brisa pode transmitir ao m\u00f3dulo central de controle a informa\u00e7\u00e3o para que os vidros e o teto solar sejam fechados quando a chuva aumenta. V\u00e1rios carros nacionais contam com esse tipo de central.<\/p>\n<p><a name=\"cent\"><\/a><\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p><strong>Centro de gravidade<\/strong>: ponto de aplica\u00e7\u00e3o, em um corpo, de todas as for\u00e7as elementares devido \u00e0 gravidade. \u00c9 um dos elementos mais importantes em qualquer ve\u00edculo em rela\u00e7\u00e3o a seu comportamento din\u00e2mico. Quanto mais baixo, melhor o comportamento.<\/p>\n<p><a name=\"cfm\"><\/a><\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p><strong>Cfm ou p\u00e9s\u00b3\/min<\/strong>: siglas para o ingl\u00eas <em>cubic feet per minute<\/em> e sua tradu\u00e7\u00e3o em portugu\u00eas, p\u00e9s c\u00fabicos por minuto. S\u00e3o a medida norte-americana de vaz\u00e3o, usada normalmente para indicar a capacidade m\u00e1xima de um carburador.<\/p>\n<p><a name=\"clos\"><\/a><\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p><strong>Close-ratio<\/strong>: indica rela\u00e7\u00f5es de marcha &#8220;fechadas&#8221;, ou mais pr\u00f3ximas entre si se comparadas \u00e0s de um c\u00e2mbio wide-ratio (rela\u00e7\u00f5es afastadas). Um c\u00e2mbio com essa caracter\u00edstica provoca pequena queda de rota\u00e7\u00f5es nas trocas de marcha ascendentes, tornando-se adequado a motores mais esportivos, em que a pot\u00eancia e o torque m\u00e1ximo manifestam-se numa faixa de giros estreita.<\/p>\n<p><a name=\"codi\"><\/a><\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p><strong>C\u00f3digo de velocidade<\/strong>: especifica\u00e7\u00e3o do pneu que define a m\u00e1xima velocidade que o ve\u00edculo pode desenvolver, com carga m\u00e1xima e por um certo per\u00edodo, sem o risco de perder a banda de rodagem por causa da for\u00e7a centr\u00edfuga (que tende a expuls\u00e1-la do pneu). Na medida 185\/60 R 14 H, por exemplo, \u00e9 representada pela letra H, que por conven\u00e7\u00e3o significa 210 km\/h. Outros c\u00f3digos comuns s\u00e3o T (190 km\/h), V (240 km\/h) e W (270 km\/h).<\/p>\n<p><a name=\"cx\"><\/a><\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p><strong>Coeficiente aerodin\u00e2mico (Cx)<\/strong>: valor que exprime a maior ou menor facilidade com que o ve\u00edculo rompe o ar a sua frente. Quanto menor o valor, mais f\u00e1cil esse rompimento e, em consequ\u00eancia, menor o consumo de combust\u00edvel em uma mesma velocidade. Um bom valor hoje, em carros de passeio, \u00e9 0,30. Autom\u00f3veis mais curtos em geral t\u00eam pior Cx, assim como picapes e utilit\u00e1rios esporte. <a href=\"https:\/\/www.autolivraria.com.br\/tecprep\/aero-1.htm\">Saiba mais sobre aerodin\u00e2mica.<\/a><\/p>\n<p><a name=\"cole\"><\/a><\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p><strong>Coletor de admiss\u00e3o de geometria vari\u00e1vel<\/strong>: possui dois dutos, um mais curto e outro mais longo. Uma borboleta, gerenciada pela central eletr\u00f4nica, determina se o ar admitido deve fazer um percurso ou outro. Se ela est\u00e1 fechada, o ar vai para o duto longo; se est\u00e1 aberta, vai para o duto curto. Uma vez que coletores curtos favorecem a pot\u00eancia em alta rota\u00e7\u00e3o, mas coletores longos melhoram o torque em baixas rota\u00e7\u00f5es, esse mecanismo faz com que o motor trabalhe sempre na configura\u00e7\u00e3o mais adequada ao regime de giros usado.<\/p>\n<p><a name=\"dime\"><\/a><\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p><strong>Coletor de escapamento dimensionado<\/strong>: feito de forma a permitir menor restri\u00e7\u00e3o ao fluxo de gases de escapamento e com a resist\u00eancia ao fluxo igual para todos os cilindros. Isso n\u00e3o implica que o comprimento dos tubos seja o mesmo, mas que ofere\u00e7am uma mesma resist\u00eancia. A nomenclatura usual <em>AxB<\/em> significa A tubos de entrada, em geral igual ao n\u00famero de cilindros, e B tubos de sa\u00edda, no fim do sistema de escapamento. Por exemplo, 4&#215;1 ou 4-em-1.<\/p>\n<p><a name=\"ohc\"><\/a><a name=\"ohv\"><\/a><\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p><strong>Comando de v\u00e1lvulas no bloco e no cabe\u00e7ote<\/strong>: disposi\u00e7\u00f5es para a \u00e1rvore respons\u00e1vel por acionar a abertura e o fechamento das v\u00e1lvulas do motor. O comando no bloco (em ingl\u00eas definido como over head valve, OHV) usa tuchos, varetas e balancins para levar movimento do comando at\u00e9 o cabe\u00e7ote, o que traz maior dificuldade de opera\u00e7\u00e3o em altas rota\u00e7\u00f5es. Essa \u00e9 a vantagem do comando no cabe\u00e7ote (over head camshaft, OHC), que elimina a vareta e, em muitos casos, o balancim. Para movimentar o comando, nesse caso, n\u00e3o \u00e9 usado componente de movimento alternativo, mas apenas de movimento circular. O comando no cabe\u00e7ote, que pode ser simples ou duplo (com duas \u00e1rvores), \u00e9 maioria hoje em motores de carros e de motos.<\/p>\n<p><a name=\"coma\"><\/a><\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p><strong>Comando de v\u00e1lvulas vari\u00e1vel<\/strong>: sistema de controle dos tempos de abertura e fechamento e do levantamento das v\u00e1lvulas (respons\u00e1veis pela admiss\u00e3o de mistura ar-combust\u00edvel e sa\u00edda de gases queimados do motor), que atua em duas ou mais configura\u00e7\u00f5es (diagramas). No caso do pioneiro VTEC, lan\u00e7ado pela Honda nos anos 80, cada par de v\u00e1lvulas possui tr\u00eas ressaltos: dois iguais nas extremidades e um diferente no meio. Em rota\u00e7\u00f5es baixas e m\u00e9dias, apenas os ressaltos externos, &#8220;mansos&#8221;, acionam as v\u00e1lvulas. Atingido um regime predeterminado, a press\u00e3o do \u00f3leo do motor, com controle eletr\u00f4nico, coloca em funcionamento o ressalto &#8220;bravo&#8221; central. O motor assume ent\u00e3o um novo diagrama de comando, com maior abertura e levantamento, que transforma seu desempenho e o leva at\u00e9 rota\u00e7\u00f5es mais altas. Uma varia\u00e7\u00e3o mais simples desse princ\u00edpio, que atua apenas nos tempos de abertura e fechamento, \u00e9 o <a title=\"Gloss\u00e1rio \u2013 B\" href=\"https:\/\/autolivraria.com.br\/bc\/glossario-v\/#vari\">variador de tempo de v\u00e1lvulas<\/a>.<\/p>\n<p><a name=\"comp\"><\/a><\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p><strong>Compressor<\/strong>: sistema de superalimenta\u00e7\u00e3o do motor (que for\u00e7a o ar para dentro dos cilindros) acionado por liga\u00e7\u00e3o mec\u00e2nica com o virabrequim, em geral uma correia. Uma vantagem em rela\u00e7\u00e3o ao <a href=\"https:\/\/autolivraria.com.br\/bc\/glossario-t\/#turb\">turbocompressor<\/a> \u00e9 que, como n\u00e3o depende da press\u00e3o dos gases de escapamento, o compressor entra em a\u00e7\u00e3o j\u00e1 em marcha-lenta. Mas seu uso implica perda mec\u00e2nica com o acelerador fechado ou pouco aberto e menor rendimento m\u00e1ximo que o do turbo.<\/p>\n<p><a name=\"conf\"><\/a><\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p><strong>Configura\u00e7\u00e3o de fun\u00e7\u00f5es<\/strong>: sistema que permite ao usu\u00e1rio selecionar o modo de opera\u00e7\u00e3o de diversos recursos do ve\u00edculo. Entre as fun\u00e7\u00f5es mais comuns est\u00e3o travamento autom\u00e1tico das portas ao rodar, seu destravamento em dois est\u00e1gios (a do motorista em separado), temporizador do acionamento de far\u00f3is, o sistema das informa\u00e7\u00f5es do computador de bordo (m\u00e9trico ou ingl\u00eas) e o idioma das mensagens exibidas no painel.<\/p>\n<p><a name=\"cont\"><\/a><\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p><strong>Controlador de velocidade<\/strong>: sistema que mant\u00e9m a velocidade estabelecida pelo motorista sem o uso do acelerador. Compensa, dentro do poss\u00edvel, as varia\u00e7\u00f5es causadas pela topografia da estrada (subidas e descidas), al\u00e9m de se desligar ao ser pressionado o freio ou a embreagem. Tamb\u00e9m conhecido, de forma imprecisa, por piloto autom\u00e1tico.<\/p>\n<p><a name=\"con3\"><\/a><\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p><strong>Controlador de velocidade e dist\u00e2ncia<\/strong>: ou controlador de velocidade ativo, \u00e9 uma varia\u00e7\u00e3o do sistema acima, que usa um sensor de radar para monitorar e manter a dist\u00e2ncia segura em rela\u00e7\u00e3o ao ve\u00edculo \u00e0 frente. Atua de forma autom\u00e1tica nos freios e no acelerador, aumentando e reduzindo a velocidade. Se o carro da frente reduzir de repente, acima do limite de frenagem previsto pelo fabricante, o sistema emite sinais (luminoso e sonoro) para que o motorista freie.<\/p>\n<p><a name=\"rola\"><\/a><\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p><strong>Controle ativo de rolagem<\/strong>: sistema implantado pela primeira vez no Mercedes-Benz CL de 2000, identificado como ABC (Active Body Control), que comanda cilindros hidr\u00e1ulicos para compensar e praticamente eliminar os movimentos da carroceria durante acelera\u00e7\u00f5es, curvas e frenagens.<\/p>\n<p><a name=\"esp\"><\/a><\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p><strong>Controle eletr\u00f4nico de estabilidade<\/strong>: sistema de seguran\u00e7a destinado a corrigir derrapagens e recolocar o ve\u00edculo na trajet\u00f3ria desejada. Atua reduzindo ou interrompendo a pot\u00eancia do motor e freando individualmente uma ou mais rodas, sem qualquer interven\u00e7\u00e3o do motorista. Em geral, sua atua\u00e7\u00e3o \u00e9 informada por luz-piloto no painel. Em alguns casos possui dois ou mais programas de uso, que permitem diferentes graus de derrapagem antes da interven\u00e7\u00e3o.&nbsp;<a href=\"https:\/\/www.autolivraria.com.br\/tecprep\/esp-1.htm\">Saiba mais<\/a><\/p>\n<p><a name=\"pont\"><\/a><\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p><strong>Controle de ponto-morto<\/strong>: recurso aplicado a algumas transmiss\u00f5es autom\u00e1ticas (como a do Volkswagen Polo) que passa ao ponto-morto em situa\u00e7\u00f5es de parada, como ao permanecer im\u00f3vel e com freios acionados por alguns segundos. Ao liberar o freio a caixa retorna \u00e0 posi\u00e7\u00e3o Drive, sem interven\u00e7\u00e3o do motorista. Durante a opera\u00e7\u00e3o a alavanca seletora permanece na posi\u00e7\u00e3o original, havendo apenas mudan\u00e7a interna. O objetivo \u00e9 reduzir o consumo urbano, pois o motor deixa de tentar movimentar o carro.<\/p>\n<p><a name=\"magn\"><\/a><\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p><strong>Controle magneto-reol\u00f3gico de amortecimento:<\/strong> tecnologia usada para&nbsp;varia\u00e7\u00e3o da carga dos amortecedores. O fluido sint\u00e9tico do interior do componente comporta-se como um fluido convencional, com part\u00edculas em ordem aleat\u00f3ria, at\u00e9 que o controle eletr\u00f4nico determine o envio de uma carga magn\u00e9tica para alinhar essas part\u00edculas. Nessa condi\u00e7\u00e3o, aumenta a resist\u00eancia ao fluxo do fluido em mil\u00e9simos de segundos, o que deixa o amortecedor mais firme. O&nbsp;controle eletr\u00f4nico chega a monitorar os par\u00e2metros de terreno e dire\u00e7\u00e3o 1.000 vezes por segundo, o que permite varia\u00e7\u00f5es muito r\u00e1pidas.<\/p>\n<p><a name=\"con2\"><\/a><\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p><strong>Converg\u00eancia<\/strong>: um dos \u00e2ngulos verificados em um alinhamento de rodas, \u00e9 a abertura horizontal entre duas rodas de um mesmo eixo. Se mais afastadas na frente, a dire\u00e7\u00e3o \u00e9 divergente; se mais abertas atr\u00e1s, convergente. De modo geral, os carros de tra\u00e7\u00e3o traseira usam rodas dianteiras convergentes, e os de tra\u00e7\u00e3o dianteira, divergentes, pois a aplica\u00e7\u00e3o da pot\u00eancia tende a convergi-las.<\/p>\n<p><a name=\"conv\"><\/a><\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p><strong>Convexo<\/strong>: espelho retrovisor com ligeira curvatura da lente que resulta em campo de vis\u00e3o maior, mas com menor clareza de dist\u00e2ncias (os objetos refletidos parecem mais distantes do que realmente est\u00e3o). Sua maior vantagem \u00e9 trazer seguran\u00e7a e conforto em mudan\u00e7as de pista e acessos em \u00e2ngulo a vias, pois permite enxergar ve\u00edculos na pista ao lado que o retrovisor plano n\u00e3o mostraria. No retrovisor do lado do passageiro seu uso \u00e9 universal, enquanto no do motorista h\u00e1 diverg\u00eancias: \u00e9 proibido nos Estados Unidos, mas muito usado na Europa. H\u00e1 tamb\u00e9m o tipo biconvexo, com uma faixa externa de curvatura mais acentuada.<\/p>\n<p><a name=\"cros\"><\/a><\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p><strong>Crossover<\/strong>: cruzamento em ingl\u00eas, define os ve\u00edculos que combinam elementos de duas ou mais categorias, como autom\u00f3vel e utilit\u00e1rio esporte ou minivan e utilit\u00e1rio esporte.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>O gloss\u00e1rio de termos t\u00e9cnicos pretende esclarecer termos citados em artigos do site, evitando a repeti\u00e7\u00e3o de seu significado a cada cita\u00e7\u00e3o. N\u00e3o \u00e9 seu objetivo definir todos os incont\u00e1veis termos t\u00e9cnicos relacionados ao autom\u00f3vel. &nbsp; CAFE: sigla para Corporate Average Fuel Economy, ou consumo de combust\u00edvel m\u00e9dio corporativo, em ingl\u00eas. \u00c9 um programa implantado<\/p>\n","protected":false},"author":6,"featured_media":0,"parent":0,"menu_order":0,"comment_status":"closed","ping_status":"closed","template":"","meta":{"_joinchat":[],"footnotes":""},"class_list":["post-3983","page","type-page","status-publish","hentry"],"amp_enabled":true,"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/autolivraria.com.br\/bc\/wp-json\/wp\/v2\/pages\/3983","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/autolivraria.com.br\/bc\/wp-json\/wp\/v2\/pages"}],"about":[{"href":"https:\/\/autolivraria.com.br\/bc\/wp-json\/wp\/v2\/types\/page"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/autolivraria.com.br\/bc\/wp-json\/wp\/v2\/users\/6"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/autolivraria.com.br\/bc\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=3983"}],"version-history":[{"count":0,"href":"https:\/\/autolivraria.com.br\/bc\/wp-json\/wp\/v2\/pages\/3983\/revisions"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/autolivraria.com.br\/bc\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=3983"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}