{"id":110595,"date":"2020-02-07T09:10:42","date_gmt":"2020-02-07T12:10:42","guid":{"rendered":"https:\/\/bestcars.uol.com.br\/bc\/?p=110595"},"modified":"2020-02-17T10:01:39","modified_gmt":"2020-02-17T13:01:39","slug":"historia-dodge-dart-charger-magnum-lebaron-gransedan-grancoupe-v8","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/autolivraria.com.br\/bc\/informe-se\/passado\/historia-dodge-dart-charger-magnum-lebaron-gransedan-grancoupe-v8\/","title":{"rendered":"Dodge Dart e Charger: n\u00e3o h\u00e1 substituto para a cilindrada"},"content":{"rendered":"<div id='gallery-1' class='gallery galleryid-110595 gallery-columns-1 gallery-size-large'><figure class='gallery-item'>\n\t\t\t<div class='gallery-icon landscape'>\n\t\t\t\t<a href='https:\/\/autolivraria.com.br\/bc\/wp-content\/uploads\/2020\/02\/Dart-BR-74.jpg'><img fetchpriority=\"high\" decoding=\"async\" width=\"696\" height=\"464\" src=\"https:\/\/autolivraria.com.br\/bc\/wp-content\/uploads\/2020\/02\/Dart-BR-74-696x464.jpg\" class=\"attachment-large size-large\" alt=\"\" \/><\/a>\n\t\t\t<\/div><\/figure>\n\t\t<\/div>\n\n<h2>A linha de sed\u00e3s e cup\u00eas grandes teve no motor V8 de 5,2 litros \u2014 o maior dos carros nacionais \u2014\u00a0um de seus destaques<\/h2>\n<p><em>Texto: Fabr\u00edcio Samah\u00e1* &#8211; Fotos: divulga\u00e7\u00e3o<\/em><\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>Em um tempo em que os maiores sed\u00e3s produzidos no Brasil s\u00e3o carros m\u00e9dios com motor de quatro cilindros e 2,0 litros, pode ser surpresa para muitos que, meio s\u00e9culo atr\u00e1s, nosso mercado recebesse um autom\u00f3vel de oito cilindros com cilindrada de 5,2 litros \u2014 a maior j\u00e1 vista em um modelo nacional. Lan\u00e7ado em outubro de 1969, o Dodge Dart deu origem a uma fam\u00edlia de grandes sed\u00e3s e cup\u00eas que deixaram saudades em seus admiradores.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<div class='code-block code-block-7' style='margin: 28px auto; text-align: center; display: block; clear: both;'>\n<script async src=\"https:\/\/pagead2.googlesyndication.com\/pagead\/js\/adsbygoogle.js\"><\/script>\n<!-- AL-quadrado -->\n<ins class=\"adsbygoogle\"\n     style=\"display:block\"\n     data-ad-client=\"ca-pub-1914799802606213\"\n     data-ad-slot=\"5683066082\"\n     data-ad-format=\"auto\"\n     data-full-width-responsive=\"true\"><\/ins>\n<script>\n     (adsbygoogle = window.adsbygoogle || []).push({});\n<\/script><\/div>\n\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>A Chrysler Motor Corporation, fundada nos Estados Unidos em 1925, chegou ao Brasil em 1949 por meio da empresa Brasmotor, que montava seus autom\u00f3veis importados em regime CKD (completamente desmontados) e um ano depois faria o mesmo com o Volkswagen. Em 1958 instalava-se no Pa\u00eds uma subsidi\u00e1ria da Simca francesa, da qual 25% pertenciam \u00e0 Chrysler, para produzir o <a href=\"https:\/\/www1.uol.com.br\/bestcars\/cpassado3\/simca-1.htm\" target=\"_blank\" rel=\"noopener noreferrer\">Chambord e seus derivados<\/a>.<\/p>\n<p>A empresa era absorvida em agosto de 1967, o que fez surgir a Chrysler do Brasil S.A., com sede no quil\u00f4metro 23 da Via Anchieta, em S\u00e3o Bernardo do Campo, SP, de frente \u00e0 Volkswagen. Ap\u00f3s manter por mais de 10 anos a fabrica\u00e7\u00e3o dos modelos Simca, a subsidi\u00e1ria brasileira optou pela introdu\u00e7\u00e3o da marca Dodge. Antes mesmo que chegassem ao mercado os novos <a href=\"https:\/\/www1.uol.com.br\/bestcars\/cpassado3\/simca-1.htm\" target=\"_blank\" rel=\"noopener noreferrer\">Esplanada, Regente e GTX<\/a>, em abril de 1968, foi aprovado o investimento para a produ\u00e7\u00e3o de caminh\u00f5es Dodge e o projeto de desenvolvimento e fabrica\u00e7\u00e3o dos autom\u00f3veis Dart.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<div id='gallery-2' class='gallery galleryid-110595 gallery-columns-2 gallery-size-medium'><figure class='gallery-item'>\n\t\t\t<div class='gallery-icon portrait'>\n\t\t\t\t<a href='https:\/\/autolivraria.com.br\/bc\/wp-content\/uploads\/2020\/02\/Dart-BR-70-2.jpg'><img decoding=\"async\" width=\"340\" height=\"425\" data-src=\"https:\/\/autolivraria.com.br\/bc\/wp-content\/uploads\/2020\/02\/Dart-BR-70-2-340x425.jpg\" class=\"attachment-medium size-medium lazyload\" alt=\"\" src=\"data:image\/svg+xml;base64,PHN2ZyB3aWR0aD0iMSIgaGVpZ2h0PSIxIiB4bWxucz0iaHR0cDovL3d3dy53My5vcmcvMjAwMC9zdmciPjwvc3ZnPg==\" style=\"--smush-placeholder-width: 340px; --smush-placeholder-aspect-ratio: 340\/425;\" \/><\/a>\n\t\t\t<\/div><\/figure><figure class='gallery-item'>\n\t\t\t<div class='gallery-icon portrait'>\n\t\t\t\t<a href='https:\/\/autolivraria.com.br\/bc\/wp-content\/uploads\/2020\/02\/Dart-BR-70-3.jpg'><img decoding=\"async\" width=\"340\" height=\"425\" data-src=\"https:\/\/autolivraria.com.br\/bc\/wp-content\/uploads\/2020\/02\/Dart-BR-70-3-340x425.jpg\" class=\"attachment-medium size-medium lazyload\" alt=\"\" src=\"data:image\/svg+xml;base64,PHN2ZyB3aWR0aD0iMSIgaGVpZ2h0PSIxIiB4bWxucz0iaHR0cDovL3d3dy53My5vcmcvMjAwMC9zdmciPjwvc3ZnPg==\" style=\"--smush-placeholder-width: 340px; --smush-placeholder-aspect-ratio: 340\/425;\" \/><\/a>\n\t\t\t<\/div><\/figure>\n\t\t<\/div>\n\n<p style=\"text-align: center;\"><em>O motor V8 de 318 pol\u00b3 ou 5,2 litros fazia valer seu destaque na publicidade do primeiro Dart: com 198 cv brutos, era o carro nacional mais potente at\u00e9 ent\u00e3o<\/em><\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>A linha Dart contava com 10 anos de hist\u00f3ria nos Estados Unidos, onde era um dos modelos mais populares da marca. O sed\u00e3 brasileiro, similar ao norte-americano, era apresentado em vers\u00e3o de quatro portas e acabamento \u00fanico, equipada com motor V8 de 5.212 cm\u00b3 (318 polegadas c\u00fabicas) e <a href=\"https:\/\/autolivraria.com.br\/bc\/glossario-p\/#pot2\" target=\"_blank\" rel=\"noopener noreferrer\">pot\u00eancia bruta<\/a> de 198 cv. Ele inaugurava uma nova faixa de mercado, localizada abaixo do <a href=\"https:\/\/autolivraria.com.br\/bc\/tag\/galaxie\" target=\"_blank\" rel=\"noopener noreferrer\">Ford Galaxie 500<\/a> e acima do <a href=\"https:\/\/autolivraria.com.br\/bc\/tag\/opala\" target=\"_blank\" rel=\"noopener noreferrer\">Chevrolet Opala 3800<\/a>.<\/p>\n<p>O grande sed\u00e3, de 4,96 metros de comprimento e 1.500 kg de peso, era cerca de 20 cent\u00edmetros mais longo que o Esplanada, mas tinha apenas 2,5 cm a mais na dist\u00e2ncia entre eixos. O interior trazia bancos de tr\u00eas lugares cada, painel bem-equipado (incluindo man\u00f4metro de \u00f3leo e volt\u00edmetro, mas n\u00e3o conta-giros) e recursos interessantes como a ilumina\u00e7\u00e3o do miolo de igni\u00e7\u00e3o para inser\u00e7\u00e3o da chave, que se acendia ao se abrirem as portas e se apagava meio minuto ap\u00f3s seu fechamento.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<blockquote><p>O Dart oferecia o motor mais potente entre os carros nacionais at\u00e9 ent\u00e3o, com 198 cv brutos e grande torque, al\u00e9m de se revelar um dos mais dur\u00e1veis e robustos<\/p><\/blockquote>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>Era f\u00e1cil gostar do Dart \u00e0 primeira vista, por suas linhas retas e imponentes com cantos vivos, grade larga e pela traseira com vidro c\u00f4ncavo, que parecia encravado na carro\u00e7aria. Os passageiros tinham bom conforto, embora o espa\u00e7o interno n\u00e3o fosse t\u00e3o grande como o aspecto do carro fazia supor, e havia um amplo porta-malas. O acabamento, entretanto, deixava a desejar com excessivo ru\u00eddo de vento, m\u00e1 veda\u00e7\u00e3o contra poeira e \u00e1gua e fechamento deficiente do cap\u00f4 \u2014 que n\u00e3o trazia comando interno da trava, facilitando furtos ou vandalismo.<\/p>\n<p>Nosso primeiro Dodge oferecia o motor mais potente entre os carros nacionais fabricados at\u00e9 ent\u00e3o, com grande torque (bruto) de 41,5 m.kgf. Outro fator positivo evidenciou-se com o tempo: o motor revelou-se um dos mais dur\u00e1veis e robustos do mercado. Mesmo que o alto consumo de gasolina fizesse pouca diferen\u00e7a naquele tempo, anterior \u00e0 primeira crise do petr\u00f3leo, a autonomia limitada era um inconveniente, pois o tanque comportava apenas 62 litros. A transmiss\u00e3o manual de tr\u00eas marchas tinha a alavanca na coluna de dire\u00e7\u00e3o.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<div id='gallery-3' class='gallery galleryid-110595 gallery-columns-1 gallery-size-large'><figure class='gallery-item'>\n\t\t\t<div class='gallery-icon landscape'>\n\t\t\t\t<a href='https:\/\/autolivraria.com.br\/bc\/wp-content\/uploads\/2020\/02\/Dart-BR-72.jpg'><img decoding=\"async\" width=\"696\" height=\"464\" data-src=\"https:\/\/autolivraria.com.br\/bc\/wp-content\/uploads\/2020\/02\/Dart-BR-72-696x464.jpg\" class=\"attachment-large size-large lazyload\" alt=\"\" src=\"data:image\/svg+xml;base64,PHN2ZyB3aWR0aD0iMSIgaGVpZ2h0PSIxIiB4bWxucz0iaHR0cDovL3d3dy53My5vcmcvMjAwMC9zdmciPjwvc3ZnPg==\" style=\"--smush-placeholder-width: 696px; --smush-placeholder-aspect-ratio: 696\/464;\" \/><\/a>\n\t\t\t<\/div><\/figure>\n\t\t<\/div>\n\n<p style=\"text-align: center;\"><em>Suspens\u00e3o firme para boa estabilidade e elevado torque eram atributos de destaque do Dart, mas havia cr\u00edticas ao acabamento, \u00e0 autonomia e \u00e0 rela\u00e7\u00e3o de dire\u00e7\u00e3o<\/em><\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>Como novidade, a suspens\u00e3o apresentava bra\u00e7os sobrepostos com barra de tor\u00e7\u00e3o longitudinal na dianteira, em vez da mais comum mola helicoidal. Na traseira havia um eixo r\u00edgido com molas semiel\u00edpticas. A dire\u00e7\u00e3o, ainda sem assist\u00eancia hidr\u00e1ulica, evitava o peso excessivo ao adotar uma rela\u00e7\u00e3o muito alta (24:1), que exigia grande movimento ao volante para curvas e manobras.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<div class='code-block code-block-6' style='margin: 28px auto; text-align: center; display: block; clear: both;'>\n<script async src=\"https:\/\/pagead2.googlesyndication.com\/pagead\/js\/adsbygoogle.js\"><\/script>\n<!-- AL-quadrado -->\n<ins class=\"adsbygoogle\"\n     style=\"display:block\"\n     data-ad-client=\"ca-pub-1914799802606213\"\n     data-ad-slot=\"5683066082\"\n     data-ad-format=\"auto\"\n     data-full-width-responsive=\"true\"><\/ins>\n<script>\n     (adsbygoogle = window.adsbygoogle || []).push({});\n<\/script><\/div>\n\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>A suspens\u00e3o firme permitia boa estabilidade, mas havia cr\u00edticas aos freios a tambor nas quatro rodas (apesar de as dianteiras terem dois cilindros de roda) diante do peso do ve\u00edculo e as velocidades que podia alcan\u00e7ar. A mesma cr\u00edtica aplicava-se aos pneus de constru\u00e7\u00e3o diagonal, que a pr\u00f3pria f\u00e1brica n\u00e3o recomendava para mais de 150 km\/h. Havia op\u00e7\u00e3o de radiais Pirelli CF67 Cinturato, garantidos at\u00e9 180 km\/h. Nas rodas, uma curiosidade: as roscas das porcas eram esquerdas, isto \u00e9, soltavam-se no sentido oposto ao usual. O manual indicava a particularidade, mas omitia que isso s\u00f3 acontecia nas rodas esquerdas.<\/p>\n<p>No primeiro teste do Dart, a revista <em>Quatro Rodas<\/em> observou que &#8220;\u00e9 um carro bonito. J\u00e1 o seu acabamento geral, embora bom, \u00e9 relativamente pobre. O que mais entusiasma no carro \u00e9 sua excepcional pot\u00eancia e seu grande torque. \u00c9 agradabil\u00edssimo calcar o acelerador e sentir o Dart arrancar, com os pneus cantando no asfalto. Nas subidas, ele continua como se estivesse na horizontal&#8221;.<\/p>\n<a href='https:\/\/autolivraria.com.br\/bc\/informe-se\/passado\/historia-dodge-dart-charger-magnum-lebaron-gransedan-grancoupe-v8\/2\/' class='small-button smallsilver'>Pr\u00f3xima parte<\/a>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<div class='et-box et-shadow'>\n\t\t\t\t\t<div class='et-box-content'><h2>Nos Estados Unidos<\/h2>\n<div id='gallery-4' class='gallery galleryid-110595 gallery-columns-2 gallery-size-medium'><figure class='gallery-item'>\n\t\t\t<div class='gallery-icon landscape'>\n\t\t\t\t<a href='https:\/\/autolivraria.com.br\/bc\/wp-content\/uploads\/2015\/07\/Dodge-Dart-1960-03.jpg'><img decoding=\"async\" width=\"356\" height=\"237\" data-src=\"https:\/\/autolivraria.com.br\/bc\/wp-content\/uploads\/2015\/07\/Dodge-Dart-1960-03-356x237.jpg\" class=\"attachment-medium size-medium lazyload\" alt=\"\" aria-describedby=\"gallery-4-60993\" src=\"data:image\/svg+xml;base64,PHN2ZyB3aWR0aD0iMSIgaGVpZ2h0PSIxIiB4bWxucz0iaHR0cDovL3d3dy53My5vcmcvMjAwMC9zdmciPjwvc3ZnPg==\" style=\"--smush-placeholder-width: 356px; --smush-placeholder-aspect-ratio: 356\/237;\" \/><\/a>\n\t\t\t<\/div>\n\t\t\t\t<figcaption class='wp-caption-text gallery-caption' id='gallery-4-60993'>\n\t\t\t\t1960\n\t\t\t\t<\/figcaption><\/figure><figure class='gallery-item'>\n\t\t\t<div class='gallery-icon landscape'>\n\t\t\t\t<a href='https:\/\/autolivraria.com.br\/bc\/wp-content\/uploads\/2015\/07\/Dodge-Dart-1962-440-Hardtop.jpg'><img decoding=\"async\" width=\"356\" height=\"237\" data-src=\"https:\/\/autolivraria.com.br\/bc\/wp-content\/uploads\/2015\/07\/Dodge-Dart-1962-440-Hardtop-356x237.jpg\" class=\"attachment-medium size-medium lazyload\" alt=\"\" aria-describedby=\"gallery-4-60996\" src=\"data:image\/svg+xml;base64,PHN2ZyB3aWR0aD0iMSIgaGVpZ2h0PSIxIiB4bWxucz0iaHR0cDovL3d3dy53My5vcmcvMjAwMC9zdmciPjwvc3ZnPg==\" style=\"--smush-placeholder-width: 356px; --smush-placeholder-aspect-ratio: 356\/237;\" \/><\/a>\n\t\t\t<\/div>\n\t\t\t\t<figcaption class='wp-caption-text gallery-caption' id='gallery-4-60996'>\n\t\t\t\t1962\n\t\t\t\t<\/figcaption><\/figure>\n\t\t<\/div>\n\n<p>O Dart teve uma hist\u00f3ria mais longa e variada nos Estados Unidos, onde foi lan\u00e7ado em novembro de 1959 com linhas imponentes, 5,35 metros de comprimento e op\u00e7\u00f5es de sed\u00e3s de duas e quatro portas, <a href=\"https:\/\/autolivraria.com.br\/bc\/glossario-h\/#hard\" target=\"_blank\" rel=\"noopener noreferrer\">hardtop<\/a> de duas portas e perua de cinco portas e at\u00e9 nove lugares. Os motores variavam do seis-cilindros em linha de 3,7 litros e 145 cv ao V8 de 6,3 litros e 330 cv (brutos), passando pelo 318 de 5,2 litros que ter\u00edamos aqui, e a transmiss\u00e3o autom\u00e1tica podia ter comando por bot\u00f5es. O motor 6,8 de at\u00e9 375 cv vinha em 1961. A segunda gera\u00e7\u00e3o, em 1962, trazia menores dimens\u00f5es, um hardtop de quatro portas e o convers\u00edvel de duas. O novo topo de linha era o 6,8-litros com 410 cv.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<div id='gallery-5' class='gallery galleryid-110595 gallery-columns-2 gallery-size-medium'><figure class='gallery-item'>\n\t\t\t<div class='gallery-icon landscape'>\n\t\t\t\t<a href='https:\/\/autolivraria.com.br\/bc\/wp-content\/uploads\/2015\/07\/Dodge-Dart-1963-270.jpg'><img decoding=\"async\" width=\"356\" height=\"237\" data-src=\"https:\/\/autolivraria.com.br\/bc\/wp-content\/uploads\/2015\/07\/Dodge-Dart-1963-270-356x237.jpg\" class=\"attachment-medium size-medium lazyload\" alt=\"\" aria-describedby=\"gallery-5-60997\" src=\"data:image\/svg+xml;base64,PHN2ZyB3aWR0aD0iMSIgaGVpZ2h0PSIxIiB4bWxucz0iaHR0cDovL3d3dy53My5vcmcvMjAwMC9zdmciPjwvc3ZnPg==\" style=\"--smush-placeholder-width: 356px; --smush-placeholder-aspect-ratio: 356\/237;\" \/><\/a>\n\t\t\t<\/div>\n\t\t\t\t<figcaption class='wp-caption-text gallery-caption' id='gallery-5-60997'>\n\t\t\t\t1963\n\t\t\t\t<\/figcaption><\/figure><figure class='gallery-item'>\n\t\t\t<div class='gallery-icon landscape'>\n\t\t\t\t<a href='https:\/\/autolivraria.com.br\/bc\/wp-content\/uploads\/2015\/07\/Dodge-Dart-1965.jpg'><img decoding=\"async\" width=\"356\" height=\"237\" data-src=\"https:\/\/autolivraria.com.br\/bc\/wp-content\/uploads\/2015\/07\/Dodge-Dart-1965-356x237.jpg\" class=\"attachment-medium size-medium lazyload\" alt=\"\" aria-describedby=\"gallery-5-60999\" src=\"data:image\/svg+xml;base64,PHN2ZyB3aWR0aD0iMSIgaGVpZ2h0PSIxIiB4bWxucz0iaHR0cDovL3d3dy53My5vcmcvMjAwMC9zdmciPjwvc3ZnPg==\" style=\"--smush-placeholder-width: 356px; --smush-placeholder-aspect-ratio: 356\/237;\" \/><\/a>\n\t\t\t<\/div>\n\t\t\t\t<figcaption class='wp-caption-text gallery-caption' id='gallery-5-60999'>\n\t\t\t\t1965\n\t\t\t\t<\/figcaption><\/figure>\n\t\t<\/div>\n\n<p>O Dart 1963 j\u00e1 era outro carro, compacto pelos padr\u00f5es de l\u00e1, com 4,98 m de comprimento e motores menores (2,8 de seis cilindros e V8 4,5). O Dart Charger, dois anos depois, vinha com o motor 4,5 retrabalhado para 235 cv e freios dianteiros a disco.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<div id='gallery-6' class='gallery galleryid-110595 gallery-columns-2 gallery-size-medium'><figure class='gallery-item'>\n\t\t\t<div class='gallery-icon landscape'>\n\t\t\t\t<a href='https:\/\/autolivraria.com.br\/bc\/wp-content\/uploads\/2015\/07\/Dodge-Dart-1968.jpg'><img decoding=\"async\" width=\"356\" height=\"237\" data-src=\"https:\/\/autolivraria.com.br\/bc\/wp-content\/uploads\/2015\/07\/Dodge-Dart-1968-356x237.jpg\" class=\"attachment-medium size-medium lazyload\" alt=\"\" aria-describedby=\"gallery-6-61002\" src=\"data:image\/svg+xml;base64,PHN2ZyB3aWR0aD0iMSIgaGVpZ2h0PSIxIiB4bWxucz0iaHR0cDovL3d3dy53My5vcmcvMjAwMC9zdmciPjwvc3ZnPg==\" style=\"--smush-placeholder-width: 356px; --smush-placeholder-aspect-ratio: 356\/237;\" \/><\/a>\n\t\t\t<\/div>\n\t\t\t\t<figcaption class='wp-caption-text gallery-caption' id='gallery-6-61002'>\n\t\t\t\t1968\n\t\t\t\t<\/figcaption><\/figure><figure class='gallery-item'>\n\t\t\t<div class='gallery-icon landscape'>\n\t\t\t\t<a href='https:\/\/autolivraria.com.br\/bc\/wp-content\/uploads\/2015\/07\/Dodge-Dart-1969-GT.jpg'><img decoding=\"async\" width=\"356\" height=\"237\" data-src=\"https:\/\/autolivraria.com.br\/bc\/wp-content\/uploads\/2015\/07\/Dodge-Dart-1969-GT-356x237.jpg\" class=\"attachment-medium size-medium lazyload\" alt=\"\" aria-describedby=\"gallery-6-61003\" src=\"data:image\/svg+xml;base64,PHN2ZyB3aWR0aD0iMSIgaGVpZ2h0PSIxIiB4bWxucz0iaHR0cDovL3d3dy53My5vcmcvMjAwMC9zdmciPjwvc3ZnPg==\" style=\"--smush-placeholder-width: 356px; --smush-placeholder-aspect-ratio: 356\/237;\" \/><\/a>\n\t\t\t<\/div>\n\t\t\t\t<figcaption class='wp-caption-text gallery-caption' id='gallery-6-61003'>\n\t\t\t\t1969\n\t\t\t\t<\/figcaption><\/figure>\n\t\t<\/div>\n\n<p>O Dart assumia para 1967 o estilo com que o ter\u00edamos no Brasil, incluindo o vidro traseiro c\u00f4ncavo. Havia cup\u00ea, hardtop e sed\u00e3 de duas portas, sed\u00e3 de quatro portas e convers\u00edvel, mas n\u00e3o perua. Os motores iniciais eram os seis de 2,8 e 3,7 litros e o V8 de 4,5 litros, mas um ano depois apareciam os V8 de 5,2 e 5,6 litros, este com 275 cv para as vers\u00f5es GTS e Swinger. O GTS podia ter ainda o V8 6,3 com 300 cv. Mais r\u00e1pido que ele, s\u00f3 mesmo o Hurst Hemi Dart, edi\u00e7\u00e3o limitada com pe\u00e7as de carroceria de pl\u00e1stico e fibra de vidro e motor Hemi V8 de 7,0 litros e 425 cv.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<div id='gallery-7' class='gallery galleryid-110595 gallery-columns-2 gallery-size-medium'><figure class='gallery-item'>\n\t\t\t<div class='gallery-icon landscape'>\n\t\t\t\t<a href='https:\/\/autolivraria.com.br\/bc\/wp-content\/uploads\/2015\/07\/Dodge-Dart-1970.jpg'><img decoding=\"async\" width=\"356\" height=\"237\" data-src=\"https:\/\/autolivraria.com.br\/bc\/wp-content\/uploads\/2015\/07\/Dodge-Dart-1970-356x237.jpg\" class=\"attachment-medium size-medium lazyload\" alt=\"\" aria-describedby=\"gallery-7-61004\" src=\"data:image\/svg+xml;base64,PHN2ZyB3aWR0aD0iMSIgaGVpZ2h0PSIxIiB4bWxucz0iaHR0cDovL3d3dy53My5vcmcvMjAwMC9zdmciPjwvc3ZnPg==\" style=\"--smush-placeholder-width: 356px; --smush-placeholder-aspect-ratio: 356\/237;\" \/><\/a>\n\t\t\t<\/div>\n\t\t\t\t<figcaption class='wp-caption-text gallery-caption' id='gallery-7-61004'>\n\t\t\t\t1970\n\t\t\t\t<\/figcaption><\/figure><figure class='gallery-item'>\n\t\t\t<div class='gallery-icon landscape'>\n\t\t\t\t<a href='https:\/\/autolivraria.com.br\/bc\/wp-content\/uploads\/2015\/07\/Dodge-Dart-1976-Swinger.jpg'><img decoding=\"async\" width=\"356\" height=\"237\" data-src=\"https:\/\/autolivraria.com.br\/bc\/wp-content\/uploads\/2015\/07\/Dodge-Dart-1976-Swinger-356x237.jpg\" class=\"attachment-medium size-medium lazyload\" alt=\"\" aria-describedby=\"gallery-7-61010\" src=\"data:image\/svg+xml;base64,PHN2ZyB3aWR0aD0iMSIgaGVpZ2h0PSIxIiB4bWxucz0iaHR0cDovL3d3dy53My5vcmcvMjAwMC9zdmciPjwvc3ZnPg==\" style=\"--smush-placeholder-width: 356px; --smush-placeholder-aspect-ratio: 356\/237;\" \/><\/a>\n\t\t\t<\/div>\n\t\t\t\t<figcaption class='wp-caption-text gallery-caption' id='gallery-7-61010'>\n\t\t\t\t1976\n\t\t\t\t<\/figcaption><\/figure>\n\t\t<\/div>\n\n<p>Um Dart GTS com o V8 de 7,2 litros e 375 cv assumia o topo de linha em 1969. No ano seguinte, frente e traseira eram atualizadas, mas os motores 6,3 e 7,2 e o convers\u00edvel sa\u00edam do cat\u00e1logo. O Sport 360 aparecia em 1974 com motor 5,9 de 245 cv (agora l\u00edquidos). Nesse ano o Dart assumia o desenho frontal que recebemos em 1979. O \u00faltimo Dart, em 1976, ganhava freios dianteiros a disco de s\u00e9rie, s\u00f3 adotados quando a lei exigiu. Ele dava lugar ao Aspen, mas o nome voltaria \u00e0 linha Dodge em 2013 com um <a href=\"https:\/\/autolivraria.com.br\/bc\/informe-se\/noticias\/dodge-dart-ganha-versao-esportiva-gt-com-184-cv\/\" target=\"_blank\" rel=\"noopener noreferrer\">sed\u00e3 compacto<\/a>.<\/p>\n<ul>\n<li><strong><a href=\"https:\/\/autolivraria.com.br\/bc\/informe-se\/passado\/historia-nos-eua-dodge-dart-teve-mil-e-uma-aplicacoes\/\" target=\"_blank\" rel=\"noopener noreferrer\">Leia mais sobre o Dart nos Estados Unidos<\/a><\/strong><\/li>\n<\/ul><\/div><\/div>\n<p><em>* Fernando e Ivan Resende, do site Dodge News (dodgenews.com.br), colaboraram no texto de 2003 que serviu de base para este artigo<\/em><\/p>\n<a href='https:\/\/autolivraria.com.br\/bc\/informe-se\/passado\/historia-dodge-dart-charger-magnum-lebaron-gransedan-grancoupe-v8\/2\/' class='small-button smallsilver'>Pr\u00f3xima parte<\/a>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p><!--nextpage--><\/p>\n<div id='gallery-8' class='gallery galleryid-110595 gallery-columns-1 gallery-size-large'><figure class='gallery-item'>\n\t\t\t<div class='gallery-icon landscape'>\n\t\t\t\t<a href='https:\/\/autolivraria.com.br\/bc\/wp-content\/uploads\/2020\/02\/Dart-BR-71-2.jpg'><img decoding=\"async\" width=\"696\" height=\"464\" data-src=\"https:\/\/autolivraria.com.br\/bc\/wp-content\/uploads\/2020\/02\/Dart-BR-71-2-696x464.jpg\" class=\"attachment-large size-large lazyload\" alt=\"\" src=\"data:image\/svg+xml;base64,PHN2ZyB3aWR0aD0iMSIgaGVpZ2h0PSIxIiB4bWxucz0iaHR0cDovL3d3dy53My5vcmcvMjAwMC9zdmciPjwvc3ZnPg==\" style=\"--smush-placeholder-width: 696px; --smush-placeholder-aspect-ratio: 696\/464;\" \/><\/a>\n\t\t\t<\/div><\/figure>\n\t\t<\/div>\n\n<p style=\"text-align: center;\"><em>Com duas portas e sem coluna central, o Dart Coup\u00e9 aparecia na linha 1971 com estilo mais informal e op\u00e7\u00e3o de dire\u00e7\u00e3o assistida, de resposta mais r\u00e1pida<\/em><\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>A revista acrescentou que &#8220;a suspens\u00e3o \u00e9 dura, mas isso d\u00e1 firmeza ao carro, que se mant\u00e9m est\u00e1vel nas curvas mais fechadas. \u00c9 necess\u00e1rio dar muitas voltas na dire\u00e7\u00e3o, que \u00e9, por\u00e9m, sempre firme e precisa. A Chrysler oferece um carro de desempenho excepcional por pre\u00e7o relativamente baixo&#8221;. Foram feitas cr\u00edticas tamb\u00e9m \u00e0 baixa autonomia, ao motor de partida ruidoso e \u00e0 m\u00e1 veda\u00e7\u00e3o da carroceria. O Dart acelerou de 0 a 100 km\/h em 12 segundos e alcan\u00e7ou a velocidade m\u00e1xima de 175 km\/h.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<div class='code-block code-block-7' style='margin: 28px auto; text-align: center; display: block; clear: both;'>\n<script async src=\"https:\/\/pagead2.googlesyndication.com\/pagead\/js\/adsbygoogle.js\"><\/script>\n<!-- AL-quadrado -->\n<ins class=\"adsbygoogle\"\n     style=\"display:block\"\n     data-ad-client=\"ca-pub-1914799802606213\"\n     data-ad-slot=\"5683066082\"\n     data-ad-format=\"auto\"\n     data-full-width-responsive=\"true\"><\/ins>\n<script>\n     (adsbygoogle = window.adsbygoogle || []).push({});\n<\/script><\/div>\n\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>Depois do Dart sed\u00e3, a Chrysler ampliava a linha em outubro de 1970 com o Dart Coup\u00e9, modelo de duas portas sem coluna lateral, e oferecia op\u00e7\u00e3o de dire\u00e7\u00e3o assistida, que acrescentava conforto e agilidade nas manobras com a rela\u00e7\u00e3o de 16:1. Em novembro, por ocasi\u00e3o do Sal\u00e3o do Autom\u00f3vel de S\u00e3o Paulo, apareciam os esportivos Charger LS e R\/T.<\/p>\n<p>O Charger R\/T, com sua sigla que significava <em>road and track<\/em> (estrada e pista em ingl\u00eas), oferecia bancos dianteiros individuais reclin\u00e1veis e mais baixos, console central, conta-giros, dire\u00e7\u00e3o assistida, freios dianteiros a disco e transmiss\u00e3o manual de quatro marchas com alavanca no assoalho. Ar-condicionado era opcional. Por fora exibia rodas e acabamentos esportivos, faixas pretas, far\u00f3is ocultos atr\u00e1s da grade, teto revestido de vinil e colunas traseiras alongadas, que vistas de lado sugeriam um perfil mais esportivo, embora o vidro estivesse na mesma posi\u00e7\u00e3o.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p><img decoding=\"async\" class=\"aligncenter size-full wp-image-110602 lazyload\" data-src=\"https:\/\/autolivraria.com.br\/bc\/wp-content\/uploads\/2020\/02\/Charger-71-1.jpg\" alt=\"\" width=\"696\" height=\"870\" data-srcset=\"https:\/\/autolivraria.com.br\/bc\/wp-content\/uploads\/2020\/02\/Charger-71-1.jpg 696w, https:\/\/autolivraria.com.br\/bc\/wp-content\/uploads\/2020\/02\/Charger-71-1-340x425.jpg 340w\" data-sizes=\"(max-width: 696px) 100vw, 696px\" src=\"data:image\/svg+xml;base64,PHN2ZyB3aWR0aD0iMSIgaGVpZ2h0PSIxIiB4bWxucz0iaHR0cDovL3d3dy53My5vcmcvMjAwMC9zdmciPjwvc3ZnPg==\" style=\"--smush-placeholder-width: 696px; --smush-placeholder-aspect-ratio: 696\/870;\" \/><\/p>\n<p style=\"text-align: center;\"><em>As colunas alongadas do Charger sugeriam um vidro mais inclinado; o R\/T vinha com motor de 215 cv brutos, transmiss\u00e3o no console e bancos individuais reclin\u00e1veis<\/em><\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>Sob o cap\u00f4 com travas externas, estava o mais potente motor de um carro nacional. Era o mesmo 318, mas com <a href=\"https:\/\/autolivraria.com.br\/bc\/glossario-t\/#taxa\" target=\"_blank\" rel=\"noopener noreferrer\">taxa de compress\u00e3o<\/a> mais alta (8,4:1 em vez de 7,5:1), o que exigia o uso de gasolina azul de maior <a href=\"https:\/\/autolivraria.com.br\/bc\/glossario-o\/#octa\" target=\"_blank\" rel=\"noopener noreferrer\">octanagem<\/a> \u2014 pela primeira vez no Brasil desde o <a href=\"https:\/\/www.autolivraria.com.br\/classicos\/interlagos-1.htm\" target=\"_blank\" rel=\"noopener noreferrer\">Willys Interlagos<\/a>. A pot\u00eancia bruta passava de 198 cv para 215 cv, e o torque m\u00e1ximo, de 41,5 para 42,9 m.kgf. O escapamento duplo conferia um ru\u00eddo mais encorpado.<\/p>\n<p>O Charger LS, por sua vez, caracterizava-se como um cup\u00ea de luxo com certa esportividade. Combinava motor de 205 cv, caixa de tr\u00eas marchas e o mesmo painel do Dart, mas com op\u00e7\u00e3o por bancos individuais com console, ar-condicionado e dire\u00e7\u00e3o assistida. Itens do R\/T como escapamento duplo, conta-giros, rodas esportivas e o motor 10 cv mais potente estavam dispon\u00edveis \u00e0 parte.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<blockquote><p>Sob o cap\u00f4 com travas externas do Charger R\/T estava o mais potente motor do Pa\u00eds: o 318 com taxa de compress\u00e3o mais alta e 215 cv, que exigia o uso de gasolina azul<\/p><\/blockquote>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>O teste da <em>Quatro Rodas<\/em> consagrou o Charger R\/T como carro nacional mais veloz, com m\u00e9dia de 188 km\/h, vantagem de 10 km\/h sobre o Dart cup\u00ea: &#8220;O motor sempre responde prontamente, qualquer que seja a marcha. Ele d\u00e1 as sensa\u00e7\u00f5es de um carro de competi\u00e7\u00e3o norte-americano. O escapamento duplo produz um ru\u00eddo mais agrad\u00e1vel, embora pouco intenso. Seus freios s\u00e3o muito eficientes. Um problema: sua dire\u00e7\u00e3o [sem assist\u00eancia] \u00e9 muito longa (exige muitas voltas) e demora a voltar \u00e0 posi\u00e7\u00e3o normal&#8221;.<\/p>\n<p>Quando se fala em pot\u00eancia, cabe ressalvar que o Brasil demorou a adotar o padr\u00e3o l\u00edquido de medi\u00e7\u00e3o, usado havia d\u00e9cadas na Europa e habitual nos Estados Unidos desde 1972. As pot\u00eancias brutas aqui indicadas, mais altas que as l\u00edquidas, podem levar a erro de avalia\u00e7\u00e3o. Como exemplo, o motor V8 do <a href=\"https:\/\/www1.uol.com.br\/bestcars\/classicos\/mav-1.htm\" target=\"_blank\" rel=\"noopener noreferrer\">Ford Maverick<\/a> era anunciado no Brasil com 199 cv brutos, mas no exterior n\u00e3o passava de 135 cv l\u00edquidos.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<div id='gallery-9' class='gallery galleryid-110595 gallery-columns-2 gallery-size-medium'><figure class='gallery-item'>\n\t\t\t<div class='gallery-icon portrait'>\n\t\t\t\t<a href='https:\/\/autolivraria.com.br\/bc\/wp-content\/uploads\/2020\/02\/Dart-SE-74.jpg'><img decoding=\"async\" width=\"340\" height=\"425\" data-src=\"https:\/\/autolivraria.com.br\/bc\/wp-content\/uploads\/2020\/02\/Dart-SE-74-340x425.jpg\" class=\"attachment-medium size-medium lazyload\" alt=\"\" src=\"data:image\/svg+xml;base64,PHN2ZyB3aWR0aD0iMSIgaGVpZ2h0PSIxIiB4bWxucz0iaHR0cDovL3d3dy53My5vcmcvMjAwMC9zdmciPjwvc3ZnPg==\" style=\"--smush-placeholder-width: 340px; --smush-placeholder-aspect-ratio: 340\/425;\" \/><\/a>\n\t\t\t<\/div><\/figure><figure class='gallery-item'>\n\t\t\t<div class='gallery-icon portrait'>\n\t\t\t\t<a href='https:\/\/autolivraria.com.br\/bc\/wp-content\/uploads\/2020\/02\/Dart-SE-74-2.jpg'><img decoding=\"async\" width=\"340\" height=\"425\" data-src=\"https:\/\/autolivraria.com.br\/bc\/wp-content\/uploads\/2020\/02\/Dart-SE-74-2-340x425.jpg\" class=\"attachment-medium size-medium lazyload\" alt=\"\" src=\"data:image\/svg+xml;base64,PHN2ZyB3aWR0aD0iMSIgaGVpZ2h0PSIxIiB4bWxucz0iaHR0cDovL3d3dy53My5vcmcvMjAwMC9zdmciPjwvc3ZnPg==\" style=\"--smush-placeholder-width: 340px; --smush-placeholder-aspect-ratio: 340\/425;\" \/><\/a>\n\t\t\t<\/div><\/figure>\n\t\t<\/div>\n\n<p style=\"text-align: center;\"><em>SE, o Dodge para &#8220;n\u00e3o passar dos 30&#8221;, era um Dart simplificado e com certo apelo esportivo: cores alegres, bancos individuais, volante de tr\u00eas raios<\/em><\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>No Charger R\/T, o 318 desenvolvia na verdade 140 cv l\u00edquidos (dados dos fabricantes publicados na revista su\u00ed\u00e7a <em>Automobil Revue<\/em>). Por isso, carros lan\u00e7ados mais tarde como <a href=\"https:\/\/autolivraria.com.br\/bc\/tag\/vectra\" target=\"_blank\" rel=\"noopener noreferrer\">Chevrolet Vectra GSI 1994<\/a> (150 cv) e <a href=\"https:\/\/autolivraria.com.br\/bc\/tag\/marea\" target=\"_blank\" rel=\"noopener noreferrer\">Fiat Marea Turbo 1999<\/a> (182 cv) eram efetivamente mais potentes que os Dodges, embora os dados de cada \u00e9poca possam sugerir o contr\u00e1rio.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<div class='code-block code-block-6' style='margin: 28px auto; text-align: center; display: block; clear: both;'>\n<script async src=\"https:\/\/pagead2.googlesyndication.com\/pagead\/js\/adsbygoogle.js\"><\/script>\n<!-- AL-quadrado -->\n<ins class=\"adsbygoogle\"\n     style=\"display:block\"\n     data-ad-client=\"ca-pub-1914799802606213\"\n     data-ad-slot=\"5683066082\"\n     data-ad-format=\"auto\"\n     data-full-width-responsive=\"true\"><\/ins>\n<script>\n     (adsbygoogle = window.adsbygoogle || []).push({});\n<\/script><\/div>\n\n<p>&nbsp;<\/p>\n<h2>Esportivo acess\u00edvel<\/h2>\n<p>A raz\u00e3o social da empresa era mudada para Chrysler do Brasil S.A., em julho de 1971, ao absorver as a\u00e7\u00f5es restantes nas m\u00e3os de terceiros. No ano seguinte a marca apresentava mais tr\u00eas vers\u00f5es do Dart: o SE em maio, o Gran Coup\u00e9 e o Gran Sedan em outubro. O SE (<em>special edition<\/em>, edi\u00e7\u00e3o especial) era um cup\u00ea despojado e de certo apelo esportivo, mais barato que o Dart cup\u00ea. Foi criado com foco em um p\u00fablico jovem que n\u00e3o dava import\u00e2ncia ao requinte, mas exigia desempenho. A Chrysler foi inteligente ao se afastar do r\u00f3tulo de &#8220;popular&#8221;, <a href=\"https:\/\/www1.uol.com.br\/bestcars\/artigos\/populares-1.htm\" target=\"_blank\" rel=\"noopener noreferrer\">fracassado na d\u00e9cada de 1960<\/a> em v\u00e1rios modelos, incluindo o Profissional da Simca.<\/p>\n<p>Com um m\u00ednimo de cromados e acabamento interno mais simples, o SE trazia um interessante volante esportivo com tr\u00eas raios de metal e aro imitando couro, bancos dianteiros individuais com encostos mais altos e alavanca de caixa no assoalho. Ele deixava de fora alguns itens sup\u00e9rfluos e outros nem tanto: freios dianteiros a disco, lavador do para-brisa, revestimento no painel. Tamb\u00e9m eliminava a fechadura na tampa do tanque, o retorno autom\u00e1tico da alavanca de luzes de dire\u00e7\u00e3o, o ventilador el\u00e9trico e as luzes de cortesia.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p><img decoding=\"async\" class=\"aligncenter size-full wp-image-110614 lazyload\" data-src=\"https:\/\/autolivraria.com.br\/bc\/wp-content\/uploads\/2020\/02\/Dart-BR-73-Gran-Sedan.jpg\" alt=\"\" width=\"696\" height=\"870\" data-srcset=\"https:\/\/autolivraria.com.br\/bc\/wp-content\/uploads\/2020\/02\/Dart-BR-73-Gran-Sedan.jpg 696w, https:\/\/autolivraria.com.br\/bc\/wp-content\/uploads\/2020\/02\/Dart-BR-73-Gran-Sedan-340x425.jpg 340w\" data-sizes=\"(max-width: 696px) 100vw, 696px\" src=\"data:image\/svg+xml;base64,PHN2ZyB3aWR0aD0iMSIgaGVpZ2h0PSIxIiB4bWxucz0iaHR0cDovL3d3dy53My5vcmcvMjAwMC9zdmciPjwvc3ZnPg==\" style=\"--smush-placeholder-width: 696px; --smush-placeholder-aspect-ratio: 696\/870;\" \/><\/p>\n<p style=\"text-align: center;\"><em>Bancos de couro, painel com madeira, teto com vinil e pneus com faixa branca buscavam requinte ao Gran Sedan (foto) e ao Gran Coup\u00e9, novas vers\u00f5es do Dart<\/em><\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>Claro, havia uma boa compensa\u00e7\u00e3o do pre\u00e7o: no lan\u00e7amento ele foi anunciado como o Dodge &#8220;para quem n\u00e3o quer passar dos trinta&#8221;, em alus\u00e3o ao pre\u00e7o de quase 30 mil cruzeiros, 40% menos que um Charger R\/T. Como n\u00e3o havia opcionais, at\u00e9 1973 quem quisesse freios a disco deveria instal\u00e1-los em concession\u00e1ria. S\u00f3 no ano seguinte esse item de seguran\u00e7a se tornava de s\u00e9rie.<\/p>\n<p>No extremo oposto da oferta da marca, o Gran Coup\u00e9 e o Gran Sedan estreavam como vers\u00f5es de topo de duas e quatro portas, na ordem. Traziam calotas integrais, pneus com faixa branca, teto revestido em vinil, friso decorativo no porta-malas e repetidores de luzes de dire\u00e7\u00e3o nos para-lamas, em posi\u00e7\u00e3o que permitia ao motorista perceber que estavam ligados. O interior tinha volante com o centro acolchoado, painel revestido com imita\u00e7\u00e3o de cerejeira, rel\u00f3gio, r\u00e1dio e revestimento mais luxuoso nos bancos com op\u00e7\u00e3o de couro. Como no Dart, transmiss\u00e3o autom\u00e1tica de tr\u00eas marchas tamb\u00e9m estava dispon\u00edvel.<\/p>\n<p>A <em>Quatro Rodas<\/em> testou o SE e o Gran Coup\u00e9 1974 e definiu o primeiro como &#8220;extremamente barato em rela\u00e7\u00e3o ao desempenho. Opala 4100 e Maverick V8, mesmo nas vers\u00f5es mais simples, custam quase o mesmo que o SE. Mecanicamente, os dois carros s\u00e3o bastante bons e j\u00e1 demonstraram resist\u00eancia ineg\u00e1vel, mas o SE tem ainda problemas de acabamento, m\u00e1 veda\u00e7\u00e3o e barulhos na carroceria. J\u00e1 o Gran Coup\u00e9 mostrou-se muito agrad\u00e1vel de dirigir. Seu principal defeito: os freios que bloqueavam as rodas traseiras nas freadas em alta velocidade&#8221;.<\/p>\n<a href='https:\/\/autolivraria.com.br\/bc\/informe-se\/passado\/historia-dodge-dart-charger-magnum-lebaron-gransedan-grancoupe-v8\/3\/' class='small-button smallsilver'>Pr\u00f3xima parte<\/a>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<div class='et-box et-shadow'>\n\t\t\t\t\t<div class='et-box-content'><h2>Em outros pa\u00edses<\/h2>\n<div id='gallery-10' class='gallery galleryid-110595 gallery-columns-2 gallery-size-medium'><figure class='gallery-item'>\n\t\t\t<div class='gallery-icon portrait'>\n\t\t\t\t<a href='https:\/\/autolivraria.com.br\/bc\/wp-content\/uploads\/2020\/02\/Espanha-Dodge-3700-GT-2.jpg'><img decoding=\"async\" width=\"340\" height=\"425\" data-src=\"https:\/\/autolivraria.com.br\/bc\/wp-content\/uploads\/2020\/02\/Espanha-Dodge-3700-GT-2-340x425.jpg\" class=\"attachment-medium size-medium lazyload\" alt=\"\" src=\"data:image\/svg+xml;base64,PHN2ZyB3aWR0aD0iMSIgaGVpZ2h0PSIxIiB4bWxucz0iaHR0cDovL3d3dy53My5vcmcvMjAwMC9zdmciPjwvc3ZnPg==\" style=\"--smush-placeholder-width: 340px; --smush-placeholder-aspect-ratio: 340\/425;\" \/><\/a>\n\t\t\t<\/div><\/figure><figure class='gallery-item'>\n\t\t\t<div class='gallery-icon portrait'>\n\t\t\t\t<a href='https:\/\/autolivraria.com.br\/bc\/wp-content\/uploads\/2020\/02\/Espanha-Dodge-3700-GT.jpg'><img decoding=\"async\" width=\"340\" height=\"425\" data-src=\"https:\/\/autolivraria.com.br\/bc\/wp-content\/uploads\/2020\/02\/Espanha-Dodge-3700-GT-340x425.jpg\" class=\"attachment-medium size-medium lazyload\" alt=\"\" src=\"data:image\/svg+xml;base64,PHN2ZyB3aWR0aD0iMSIgaGVpZ2h0PSIxIiB4bWxucz0iaHR0cDovL3d3dy53My5vcmcvMjAwMC9zdmciPjwvc3ZnPg==\" style=\"--smush-placeholder-width: 340px; --smush-placeholder-aspect-ratio: 340\/425;\" \/><\/a>\n\t\t\t<\/div><\/figure>\n\t\t<\/div>\n\n<p>Al\u00e9m do Brasil e dos Estados Unidos (<em>leia quadro na p\u00e1gina 1<\/em>), o Dart foi produzido na Espanha e na Col\u00f4mbia, al\u00e9m de ter dado origem ao Polara na Argentina. Os espanh\u00f3is da Barreiros come\u00e7aram a fabric\u00e1-lo em 1965, com modelo similar ao norte-americano. Ap\u00f3s quatro anos a Chrysler assumia as opera\u00e7\u00f5es, eliminando o nome da empresa original, e o estilo era remodelado.<\/p>\n<p>Em 1971 o Dart dava lugar ao Dodge 3700 GT (acima) com novo desenho, mantido at\u00e9 1977. Ele foi montado a partir de componentes da Argentina (leia mais a seguir) por dois anos, passando ent\u00e3o a usar carroceria local para se adequar \u00e0 legisla\u00e7\u00e3o. O motor de seis cilindros em linha, 3,7 litros e 165 cv brutos, embora modesto diante do V8 brasileiro, era o maior j\u00e1 aplicado a um carro espanhol. Uma vers\u00e3o mais econ\u00f4mica para uso como t\u00e1xi, o Dart Di\u00e9sel, tinha motor Barreiros de 2,0 litros a diesel e apenas 65 cv. Tamb\u00e9m existiu uma perua, que dava origem a convers\u00f5es como ambul\u00e2ncia e carro f\u00fanebre.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<div id='gallery-11' class='gallery galleryid-110595 gallery-columns-2 gallery-size-medium'><figure class='gallery-item'>\n\t\t\t<div class='gallery-icon landscape'>\n\t\t\t\t<a href='https:\/\/autolivraria.com.br\/bc\/wp-content\/uploads\/2020\/02\/Argentina-Dodge-Polara.jpg'><img decoding=\"async\" width=\"340\" height=\"226\" data-src=\"https:\/\/autolivraria.com.br\/bc\/wp-content\/uploads\/2020\/02\/Argentina-Dodge-Polara-340x226.jpg\" class=\"attachment-medium size-medium lazyload\" alt=\"\" src=\"data:image\/svg+xml;base64,PHN2ZyB3aWR0aD0iMSIgaGVpZ2h0PSIxIiB4bWxucz0iaHR0cDovL3d3dy53My5vcmcvMjAwMC9zdmciPjwvc3ZnPg==\" style=\"--smush-placeholder-width: 340px; --smush-placeholder-aspect-ratio: 340\/226;\" \/><\/a>\n\t\t\t<\/div><\/figure><figure class='gallery-item'>\n\t\t\t<div class='gallery-icon landscape'>\n\t\t\t\t<a href='https:\/\/autolivraria.com.br\/bc\/wp-content\/uploads\/2020\/02\/Argentina-Dodge-1969.jpg'><img decoding=\"async\" width=\"340\" height=\"226\" data-src=\"https:\/\/autolivraria.com.br\/bc\/wp-content\/uploads\/2020\/02\/Argentina-Dodge-1969-340x226.jpg\" class=\"attachment-medium size-medium lazyload\" alt=\"\" src=\"data:image\/svg+xml;base64,PHN2ZyB3aWR0aD0iMSIgaGVpZ2h0PSIxIiB4bWxucz0iaHR0cDovL3d3dy53My5vcmcvMjAwMC9zdmciPjwvc3ZnPg==\" style=\"--smush-placeholder-width: 340px; --smush-placeholder-aspect-ratio: 340\/226;\" \/><\/a>\n\t\t\t<\/div><\/figure>\n\t\t<\/div>\n\n<p>Na Argentina, a Chrysler-Fevre desenvolveu uma linha de sed\u00e3s com a marca Dodge a partir da plataforma do Dart, iniciada em 1968 (acima) e composta pelos modelos Valiant, Coronado, GT, Taxi e Polara Di\u00e9sel (ambos destinados a taxistas). O cup\u00ea, com desenho desenvolvido no pa\u00eds, estreava em 1970 como Polara Coup\u00e9 e ganhava a vers\u00e3o GTX no ano seguinte. Em 1974 vinha o Polara RT, tamb\u00e9m cup\u00ea.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<div id='gallery-12' class='gallery galleryid-110595 gallery-columns-2 gallery-size-medium'><figure class='gallery-item'>\n\t\t\t<div class='gallery-icon landscape'>\n\t\t\t\t<a href='https:\/\/autolivraria.com.br\/bc\/wp-content\/uploads\/2020\/02\/Argentina-Dodge-Polara-RT.jpg'><img decoding=\"async\" width=\"340\" height=\"226\" data-src=\"https:\/\/autolivraria.com.br\/bc\/wp-content\/uploads\/2020\/02\/Argentina-Dodge-Polara-RT-340x226.jpg\" class=\"attachment-medium size-medium lazyload\" alt=\"\" src=\"data:image\/svg+xml;base64,PHN2ZyB3aWR0aD0iMSIgaGVpZ2h0PSIxIiB4bWxucz0iaHR0cDovL3d3dy53My5vcmcvMjAwMC9zdmciPjwvc3ZnPg==\" style=\"--smush-placeholder-width: 340px; --smush-placeholder-aspect-ratio: 340\/226;\" \/><\/a>\n\t\t\t<\/div><\/figure><figure class='gallery-item'>\n\t\t\t<div class='gallery-icon landscape'>\n\t\t\t\t<a href='https:\/\/autolivraria.com.br\/bc\/wp-content\/uploads\/2020\/02\/Argentina-Dodge-Polara-RT-1974.jpg'><img decoding=\"async\" width=\"340\" height=\"226\" data-src=\"https:\/\/autolivraria.com.br\/bc\/wp-content\/uploads\/2020\/02\/Argentina-Dodge-Polara-RT-1974-340x226.jpg\" class=\"attachment-medium size-medium lazyload\" alt=\"\" src=\"data:image\/svg+xml;base64,PHN2ZyB3aWR0aD0iMSIgaGVpZ2h0PSIxIiB4bWxucz0iaHR0cDovL3d3dy53My5vcmcvMjAwMC9zdmciPjwvc3ZnPg==\" style=\"--smush-placeholder-width: 340px; --smush-placeholder-aspect-ratio: 340\/226;\" \/><\/a>\n\t\t\t<\/div><\/figure>\n\t\t<\/div>\n\n<p>O principal motor da linha tinha seis cilindros em linha, 3,7 litros e 145 cv brutos, com caixa manual de tr\u00eas marchas na coluna (no RT e no Di\u00e9sel eram quatro no assoalho) e op\u00e7\u00e3o por autom\u00e1tica em algumas vers\u00f5es. O RT (acima) usava carburador especial para obter 174 cv. No Polara Di\u00e9sel vinha um motor Perkins a diesel de quatro cilindros, 3,3 litros e 71 cv. Apenas o GTX oferecia op\u00e7\u00e3o de um V8, o mesmo de 5,2 litros do Brasil, mas importado do M\u00e9xico ou do Canad\u00e1, com 212 cv brutos e mais tarde 230 cv \u2014 o mais potente em um carro fabricado no pa\u00eds. A produ\u00e7\u00e3o acabou em 1979, um ano antes da venda da Chrysler argentina \u00e0 Volkswagen.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<div id='gallery-13' class='gallery galleryid-110595 gallery-columns-2 gallery-size-medium'><figure class='gallery-item'>\n\t\t\t<div class='gallery-icon landscape'>\n\t\t\t\t<a href='https:\/\/autolivraria.com.br\/bc\/wp-content\/uploads\/2020\/02\/Colombia-Dart-1970.jpg'><img decoding=\"async\" width=\"340\" height=\"226\" data-src=\"https:\/\/autolivraria.com.br\/bc\/wp-content\/uploads\/2020\/02\/Colombia-Dart-1970-340x226.jpg\" class=\"attachment-medium size-medium lazyload\" alt=\"\" src=\"data:image\/svg+xml;base64,PHN2ZyB3aWR0aD0iMSIgaGVpZ2h0PSIxIiB4bWxucz0iaHR0cDovL3d3dy53My5vcmcvMjAwMC9zdmciPjwvc3ZnPg==\" style=\"--smush-placeholder-width: 340px; --smush-placeholder-aspect-ratio: 340\/226;\" \/><\/a>\n\t\t\t<\/div><\/figure><figure class='gallery-item'>\n\t\t\t<div class='gallery-icon landscape'>\n\t\t\t\t<a href='https:\/\/autolivraria.com.br\/bc\/wp-content\/uploads\/2020\/02\/Colombia-Demon.jpg'><img decoding=\"async\" width=\"340\" height=\"226\" data-src=\"https:\/\/autolivraria.com.br\/bc\/wp-content\/uploads\/2020\/02\/Colombia-Demon-340x226.jpg\" class=\"attachment-medium size-medium lazyload\" alt=\"\" src=\"data:image\/svg+xml;base64,PHN2ZyB3aWR0aD0iMSIgaGVpZ2h0PSIxIiB4bWxucz0iaHR0cDovL3d3dy53My5vcmcvMjAwMC9zdmciPjwvc3ZnPg==\" style=\"--smush-placeholder-width: 340px; --smush-placeholder-aspect-ratio: 340\/226;\" \/><\/a>\n\t\t\t<\/div><\/figure>\n\t\t<\/div>\n\n<p>Na Col\u00f4mbia, o Dart foi feito por duas gera\u00e7\u00f5es pela Chrysler Colmotores. O modelo lan\u00e7ado em 1969 (acima \u00e0 esquerda) era montado com conjuntos importados dos Estados Unidos, motor de seis cilindros, 3,7 litros e 145 cv e caixa de tr\u00eas marchas na coluna. Uma remodela\u00e7\u00e3o da frente vinha em 1974, seguindo o norte-americano e se antecipando \u00e0 do brasileiro por quatro anos. No ano seguinte ele recebia o motor V8 de 5,2 litros e 220 cv com caixa autom\u00e1tica. Foi feito at\u00e9 1977.<\/p>\n<p>Os colombianos foram os \u00fanicos na regi\u00e3o a ter a carroceria de cup\u00ea mais esportivo do Plymouth Duster norte-americano. O Dodge Demon local (\u00e0 direita), feito apenas em 1971 e 1972, usava o V8 5,2 com 240 cv, ainda com caixa manual de tr\u00eas marchas. A segunda gera\u00e7\u00e3o do Dart, apesar do nome, era um carro menor similar ao Aspen norte-americano e foi fabricada at\u00e9 1982.<\/p><\/div><\/div>\n<a href='https:\/\/autolivraria.com.br\/bc\/informe-se\/passado\/historia-dodge-dart-charger-magnum-lebaron-gransedan-grancoupe-v8\/3\/' class='small-button smallsilver'>Pr\u00f3xima parte<\/a>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p><!--nextpage--><\/p>\n<p><img decoding=\"async\" class=\"aligncenter size-full wp-image-110603 lazyload\" data-src=\"https:\/\/autolivraria.com.br\/bc\/wp-content\/uploads\/2020\/02\/Charger-73.jpg\" alt=\"\" width=\"696\" height=\"870\" data-srcset=\"https:\/\/autolivraria.com.br\/bc\/wp-content\/uploads\/2020\/02\/Charger-73.jpg 696w, https:\/\/autolivraria.com.br\/bc\/wp-content\/uploads\/2020\/02\/Charger-73-340x425.jpg 340w\" data-sizes=\"(max-width: 696px) 100vw, 696px\" src=\"data:image\/svg+xml;base64,PHN2ZyB3aWR0aD0iMSIgaGVpZ2h0PSIxIiB4bWxucz0iaHR0cDovL3d3dy53My5vcmcvMjAwMC9zdmciPjwvc3ZnPg==\" style=\"--smush-placeholder-width: 696px; --smush-placeholder-aspect-ratio: 696\/870;\" \/><\/p>\n<p style=\"text-align: center;\"><em>Far\u00f3is duplos atr\u00e1s da grade davam ar imponente ao Charger; a propaganda esnobava Maverick GT e Opala SS, como se fossem carrinhos infantis<\/em><\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<h2>Novo estilo no Charger<\/h2>\n<p>Enquanto preparava o lan\u00e7amento de seu carro m\u00e9dio, o <a href=\"https:\/\/www1.uol.com.br\/bestcars\/classicos\/polara-1.htm\" target=\"_blank\" rel=\"noopener noreferrer\">1800<\/a>, a Chrysler anunciava para 1973 novidades de estilo para os Chargers LS e R\/T: far\u00f3is duplos (ainda escondidos atr\u00e1s da grade) com as luzes de dire\u00e7\u00e3o entre eles e novas lanternas traseiras. O R\/T perdia as travas externas do cap\u00f4 e as faixas pretas sobre ele. Por dentro, instrumentos redesenhados, lampejador do farol alto e ajuste interno do retrovisor externo (\u00fanico), uma inova\u00e7\u00e3o.<\/p>\n<p>O esportivo n\u00e3o estava mais sozinho: embora menor, o <a href=\"https:\/\/www1.uol.com.br\/bestcars\/classicos\/mav-1.htm\" target=\"_blank\" rel=\"noopener noreferrer\">Ford Maverick GT<\/a> chegava em 1973 com um novo motor V8 de 4,95 litros e 199 cv brutos, enquanto o Chevrolet Opala havia passado a usar o motor de 4,1 litros no lugar do 3,8 inicial. A Chrysler aproveitava sua superioridade em pot\u00eancia nos an\u00fancios publicit\u00e1rios do modelo, anunciando &#8220;Vamos acabar com essa brincadeira de carro esporte com menos de 200 hp&#8221;, com o cup\u00ea diante de carrinhos de bater de um parque de divers\u00f5es.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<div id='gallery-14' class='gallery galleryid-110595 gallery-columns-2 gallery-size-medium'><figure class='gallery-item'>\n\t\t\t<div class='gallery-icon portrait'>\n\t\t\t\t<a href='https:\/\/autolivraria.com.br\/bc\/wp-content\/uploads\/2020\/02\/Charger-auto.jpg'><img decoding=\"async\" width=\"340\" height=\"425\" data-src=\"https:\/\/autolivraria.com.br\/bc\/wp-content\/uploads\/2020\/02\/Charger-auto-340x425.jpg\" class=\"attachment-medium size-medium lazyload\" alt=\"\" src=\"data:image\/svg+xml;base64,PHN2ZyB3aWR0aD0iMSIgaGVpZ2h0PSIxIiB4bWxucz0iaHR0cDovL3d3dy53My5vcmcvMjAwMC9zdmciPjwvc3ZnPg==\" style=\"--smush-placeholder-width: 340px; --smush-placeholder-aspect-ratio: 340\/425;\" \/><\/a>\n\t\t\t<\/div><\/figure><figure class='gallery-item'>\n\t\t\t<div class='gallery-icon portrait'>\n\t\t\t\t<a href='https:\/\/autolivraria.com.br\/bc\/wp-content\/uploads\/2020\/02\/Dart-BR-75-3.jpg'><img decoding=\"async\" width=\"340\" height=\"425\" data-src=\"https:\/\/autolivraria.com.br\/bc\/wp-content\/uploads\/2020\/02\/Dart-BR-75-3-340x425.jpg\" class=\"attachment-medium size-medium lazyload\" alt=\"\" src=\"data:image\/svg+xml;base64,PHN2ZyB3aWR0aD0iMSIgaGVpZ2h0PSIxIiB4bWxucz0iaHR0cDovL3d3dy53My5vcmcvMjAwMC9zdmciPjwvc3ZnPg==\" style=\"--smush-placeholder-width: 340px; --smush-placeholder-aspect-ratio: 340\/425;\" \/><\/a>\n\t\t\t<\/div><\/figure>\n\t\t<\/div>\n\n<p style=\"text-align: center;\"><em>A caixa autom\u00e1tica do Charger 1974 foi a primeira com bloqueio do conversor de torque; para o ano seguinte, os Dodges inovavam com a igni\u00e7\u00e3o eletr\u00f4nica<\/em><\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>Na linha 1974 o Charger trazia novas faixas laterais, rodas esportivas e a in\u00e9dita transmiss\u00e3o autom\u00e1tica com alavanca no assoalho, dotada de <a href=\"https:\/\/autolivraria.com.br\/bc\/glossario-b\/#bloq\" target=\"_blank\" rel=\"noopener noreferrer\">bloqueio do conversor de torque<\/a> na terceira e \u00faltima marcha. Com esse recurso, a caixa operava como manual em terceira, eliminando o deslizamento do conversor e as perdas de energia resultantes.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<div class='code-block code-block-7' style='margin: 28px auto; text-align: center; display: block; clear: both;'>\n<br>\n<div align=\"center\">\n<a target=\"_blank\" href=\"https:\/\/bestcars.com.br\/bc\/\">\n<img decoding=\"async\" data-src=\"https:\/\/bestcars.com.br\/bc\/wp-content\/uploads\/2021\/07\/Auto-Livraria-450x300-quadros.jpg\" alt=\"Auto Livraria\" src=\"data:image\/svg+xml;base64,PHN2ZyB3aWR0aD0iMSIgaGVpZ2h0PSIxIiB4bWxucz0iaHR0cDovL3d3dy53My5vcmcvMjAwMC9zdmciPjwvc3ZnPg==\" class=\"lazyload\"><\/a>\n<\/div>\n<br><\/div>\n\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>Em um paralelo a Opala SS4 e SS6, <a href=\"https:\/\/autolivraria.com.br\/bc\/tag\/corcel\" target=\"_blank\" rel=\"noopener noreferrer\">Ford Corcel GT<\/a> e Maverick GT V8, a <em>Quatro Rodas<\/em> destacou no Charger R\/T os itens motor, desempenho e transmiss\u00e3o, com notas baixas em acabamento, instrumentos, posi\u00e7\u00e3o do motorista e consumo. Ele liderou o grupo em m\u00e1xima (180 km\/h) e acelera\u00e7\u00e3o de 0 a 1.000 metros (32,4 segundos), mas teve o maior espa\u00e7o de frenagem a 100 km\/h. &#8220;O mais caro \u00e9 o Charger. Em compensa\u00e7\u00e3o, \u00e9 o de maior cilindrada e tamanho. Isso, embora lhe roube um pouco de mobilidade, n\u00e3o lhe tolhe as caracter\u00edsticas esportivas&#8221;, analisou.<\/p>\n<p>Apesar da euforia, a primeira crise do petr\u00f3leo (1973) causava aumentos assustadores de pre\u00e7o \u00e0 gasolina, o que afetava as vendas de carros potentes e de alto consumo como os Dodges. Como paliativo, a linha recebia como opcional o Fuel Pacer System (traduz\u00edvel por sistema moderador de consumo de combust\u00edvel). O recurso simples acionava os repetidores de luzes de dire\u00e7\u00e3o dos para-lamas dianteiros, \u00e0 vista do motorista, sempre que o acelerador era pressionado al\u00e9m de certo ponto. N\u00e3o havia limita\u00e7\u00e3o, apenas o alerta.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<div id='gallery-15' class='gallery galleryid-110595 gallery-columns-1 gallery-size-large'><figure class='gallery-item'>\n\t\t\t<div class='gallery-icon landscape'>\n\t\t\t\t<a href='https:\/\/autolivraria.com.br\/bc\/wp-content\/uploads\/2020\/02\/Dart-BR-75-Gran-Sedan.jpg'><img decoding=\"async\" width=\"696\" height=\"464\" data-src=\"https:\/\/autolivraria.com.br\/bc\/wp-content\/uploads\/2020\/02\/Dart-BR-75-Gran-Sedan-696x464.jpg\" class=\"attachment-large size-large lazyload\" alt=\"\" src=\"data:image\/svg+xml;base64,PHN2ZyB3aWR0aD0iMSIgaGVpZ2h0PSIxIiB4bWxucz0iaHR0cDovL3d3dy53My5vcmcvMjAwMC9zdmciPjwvc3ZnPg==\" style=\"--smush-placeholder-width: 696px; --smush-placeholder-aspect-ratio: 696\/464;\" \/><\/a>\n\t\t\t<\/div><\/figure>\n\t\t<\/div>\n\n<p style=\"text-align: center;\"><em>Gran Coup\u00e9 e Gran Sedan (foto) adotavam a frente do Charger para 1975 e o sed\u00e3 podia vir com bancos em bege, entre outras novidades na linha naquele ano<\/em><\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>Seu princ\u00edpio era o mesmo dos vacu\u00f4metros, t\u00e3o comuns \u00e0 \u00e9poca: orientar o usu\u00e1rio a manter o m\u00ednimo de press\u00e3o no acelerador. S\u00f3 que hoje se sabe que o ideal para obter efici\u00eancia do motor \u00e9 o contr\u00e1rio, ou seja, abrir mais o acelerador e recorrer a rota\u00e7\u00f5es mais baixas, o chamado <a href=\"https:\/\/autolivraria.com.br\/bc\/glossario-m\/#meto\" target=\"_blank\" rel=\"noopener noreferrer\">m\u00e9todo de carga<\/a>. Teste da <em>Quatro Rodas<\/em> apontou que seguir a indica\u00e7\u00e3o do sistema poupava at\u00e9 25% de gasolina, mas o motorista precisava pisar muito pouco, aumentando em cerca de 70% o tempo de acelera\u00e7\u00e3o.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<blockquote><p>Na linha 1974 o Charger recebia transmiss\u00e3o autom\u00e1tica com bloqueio do conversor de torque na terceira marcha, que eliminava perdas de energia<\/p><\/blockquote>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>Importante novidade mec\u00e2nica na linha 1975 era a igni\u00e7\u00e3o eletr\u00f4nica, que eliminava o platinado e o condensador, a fim de manter o sistema regulado por mais tempo e preservar o desempenho. A caixa autom\u00e1tica tornava-se opcional aos v\u00e1rios modelos e o Charger recebia retoques est\u00e9ticos: faixas laterais, lanternas traseiras, painel de instrumentos. No Dart Coup\u00e9 havia novos grade e painel e retornava a oferta do Sedan de Luxo. O Gran Coup\u00e9 e o Gran Sedan recebiam a frente do Charger, com far\u00f3is duplos atr\u00e1s da grade, e o modelo quatro-portas podia ter os bancos em cor bege.<\/p>\n<p>A linha estava mais enxuta para 1976: sa\u00edam de linha o Dart SE, o Gran Coup\u00e9 e o Charger LS. O R\/T agora contava com bancos mais altos e novos volante e faixas laterais. Para conquistar a confian\u00e7a do p\u00fablico para a transmiss\u00e3o autom\u00e1tica, a f\u00e1brica ampliava a garantia da caixa para dois anos ou 50 mil km, a maior de um componente de autom\u00f3vel na \u00e9poca no Brasil. No ano-modelo seguinte, a taxa de compress\u00e3o do esportivo era reduzida (tornando-se a mesma dos demais modelos) para poder usar gasolina comum, &#8220;amarela&#8221;, mais barata e f\u00e1cil de encontrar que a azul.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<div id='gallery-16' class='gallery galleryid-110595 gallery-columns-1 gallery-size-large'><figure class='gallery-item'>\n\t\t\t<div class='gallery-icon landscape'>\n\t\t\t\t<a href='https:\/\/autolivraria.com.br\/bc\/wp-content\/uploads\/2020\/02\/Charger-78.jpg'><img decoding=\"async\" width=\"696\" height=\"464\" data-src=\"https:\/\/autolivraria.com.br\/bc\/wp-content\/uploads\/2020\/02\/Charger-78-696x464.jpg\" class=\"attachment-large size-large lazyload\" alt=\"\" src=\"data:image\/svg+xml;base64,PHN2ZyB3aWR0aD0iMSIgaGVpZ2h0PSIxIiB4bWxucz0iaHR0cDovL3d3dy53My5vcmcvMjAwMC9zdmciPjwvc3ZnPg==\" style=\"--smush-placeholder-width: 696px; --smush-placeholder-aspect-ratio: 696\/464;\" \/><\/a>\n\t\t\t<\/div><\/figure>\n\t\t<\/div>\n\n<p style=\"text-align: center;\"><em>O Charger 1978 n\u00e3o tinha mais entradas de ar no cap\u00f4 e o motor perdia pot\u00eancia para usar gasolina comum; j\u00e1 os pneus radiais de s\u00e9rie eram boa not\u00edcia<\/em><\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>A <em>Quatro Rodas<\/em> comparava o Dart Gran Sedan a <a href=\"https:\/\/www1.uol.com.br\/bestcars\/cpassado2\/alfa-2300-1.htm\" target=\"_blank\" rel=\"noopener noreferrer\">Alfa Romeo 2300<\/a>, <a href=\"https:\/\/autolivraria.com.br\/bc\/tag\/opala\" target=\"_blank\" rel=\"noopener noreferrer\">Chevrolet Comodoro 4100<\/a> e os Fords Maverick sed\u00e3 e Galaxie 500. O Dart foi o segundo mais r\u00e1pido de 0 a 100 km\/h e em velocidade m\u00e1xima, atr\u00e1s do Maverick, e perdeu em consumo para o Alfa (o mais econ\u00f4mico) e o Comodoro. A revista destacou o bom acerto din\u00e2mico \u2014 &#8220;um agrad\u00e1vel equil\u00edbrio entre a rigidez da suspens\u00e3o e a maciez geral do carro&#8221; \u2014 e a oferta de diversas cores para o interior, mas lamentou o conforto do motorista.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<div class='code-block code-block-6' style='margin: 28px auto; text-align: center; display: block; clear: both;'>\n<script async src=\"https:\/\/pagead2.googlesyndication.com\/pagead\/js\/adsbygoogle.js\"><\/script>\n<!-- AL-quadrado -->\n<ins class=\"adsbygoogle\"\n     style=\"display:block\"\n     data-ad-client=\"ca-pub-1914799802606213\"\n     data-ad-slot=\"5683066082\"\n     data-ad-format=\"auto\"\n     data-full-width-responsive=\"true\"><\/ins>\n<script>\n     (adsbygoogle = window.adsbygoogle || []).push({});\n<\/script><\/div>\n\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>O Charger R\/T perdia um pouco da esportividade para 1978, pois n\u00e3o contava mais com falsas entradas de ar no cap\u00f4. O revestimento de vinil do teto vinha limitado \u00e0 se\u00e7\u00e3o traseira e havia novas faixas laterais. Os pneus radiais vinham de s\u00e9rie, boa medida, e o carburador recalibrado visava economia. Sa\u00eda de produ\u00e7\u00e3o o Gran Sedan, restando somente o Dart de Luxo e o Charger R\/T.<\/p>\n<a href='https:\/\/autolivraria.com.br\/bc\/informe-se\/passado\/historia-dodge-dart-charger-magnum-lebaron-gransedan-grancoupe-v8\/4\/' class='small-button smallsilver'>Pr\u00f3xima parte<\/a>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<div class='et-box et-shadow'>\n\t\t\t\t\t<div class='et-box-content'><h2>O irm\u00e3o menor<\/h2>\n<div id='gallery-17' class='gallery galleryid-110595 gallery-columns-2 gallery-size-medium'><figure class='gallery-item'>\n\t\t\t<div class='gallery-icon landscape'>\n\t\t\t\t<a href='https:\/\/autolivraria.com.br\/bc\/wp-content\/uploads\/2020\/02\/Dodge-1800-02.jpg'><img decoding=\"async\" width=\"340\" height=\"226\" data-src=\"https:\/\/autolivraria.com.br\/bc\/wp-content\/uploads\/2020\/02\/Dodge-1800-02-340x226.jpg\" class=\"attachment-medium size-medium lazyload\" alt=\"\" src=\"data:image\/svg+xml;base64,PHN2ZyB3aWR0aD0iMSIgaGVpZ2h0PSIxIiB4bWxucz0iaHR0cDovL3d3dy53My5vcmcvMjAwMC9zdmciPjwvc3ZnPg==\" style=\"--smush-placeholder-width: 340px; --smush-placeholder-aspect-ratio: 340\/226;\" \/><\/a>\n\t\t\t<\/div><\/figure><figure class='gallery-item'>\n\t\t\t<div class='gallery-icon landscape'>\n\t\t\t\t<a href='https:\/\/autolivraria.com.br\/bc\/wp-content\/uploads\/2020\/02\/Dodge-1800-01.jpg'><img decoding=\"async\" width=\"340\" height=\"226\" data-src=\"https:\/\/autolivraria.com.br\/bc\/wp-content\/uploads\/2020\/02\/Dodge-1800-01-340x226.jpg\" class=\"attachment-medium size-medium lazyload\" alt=\"\" src=\"data:image\/svg+xml;base64,PHN2ZyB3aWR0aD0iMSIgaGVpZ2h0PSIxIiB4bWxucz0iaHR0cDovL3d3dy53My5vcmcvMjAwMC9zdmciPjwvc3ZnPg==\" style=\"--smush-placeholder-width: 340px; --smush-placeholder-aspect-ratio: 340\/226;\" \/><\/a>\n\t\t\t<\/div><\/figure>\n\t\t<\/div>\n\n<p>Os grandes Dodges tiveram um &#8220;irm\u00e3ozinho&#8221; no Brasil: o 1800\/Polara. Lan\u00e7ado em 1973, o 1800 n\u00e3o tinha origem norte-americana: era derivado do Hillman Avenger, feito na Inglaterra pela marca do grupo Chrysler, e do Dodge 1500 argentino. Contudo, enquanto o 1500 s\u00f3 existia com quatro portas e motor de 1,5 litro, o carro nacional saiu com duas portas (vers\u00e3o dispon\u00edvel na Inglaterra) e um exclusivo motor de 1,8 litro com 78 cv brutos.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<div id='gallery-18' class='gallery galleryid-110595 gallery-columns-2 gallery-size-medium'><figure class='gallery-item'>\n\t\t\t<div class='gallery-icon landscape'>\n\t\t\t\t<a href='https:\/\/autolivraria.com.br\/bc\/wp-content\/uploads\/2020\/02\/Dodge-Polara.jpg'><img decoding=\"async\" width=\"340\" height=\"226\" data-src=\"https:\/\/autolivraria.com.br\/bc\/wp-content\/uploads\/2020\/02\/Dodge-Polara-340x226.jpg\" class=\"attachment-medium size-medium lazyload\" alt=\"\" src=\"data:image\/svg+xml;base64,PHN2ZyB3aWR0aD0iMSIgaGVpZ2h0PSIxIiB4bWxucz0iaHR0cDovL3d3dy53My5vcmcvMjAwMC9zdmciPjwvc3ZnPg==\" style=\"--smush-placeholder-width: 340px; --smush-placeholder-aspect-ratio: 340\/226;\" \/><\/a>\n\t\t\t<\/div><\/figure><figure class='gallery-item'>\n\t\t\t<div class='gallery-icon landscape'>\n\t\t\t\t<a href='https:\/\/autolivraria.com.br\/bc\/wp-content\/uploads\/2020\/02\/Dodge-Polara-GL.jpg'><img decoding=\"async\" width=\"340\" height=\"226\" data-src=\"https:\/\/autolivraria.com.br\/bc\/wp-content\/uploads\/2020\/02\/Dodge-Polara-GL-340x226.jpg\" class=\"attachment-medium size-medium lazyload\" alt=\"\" src=\"data:image\/svg+xml;base64,PHN2ZyB3aWR0aD0iMSIgaGVpZ2h0PSIxIiB4bWxucz0iaHR0cDovL3d3dy53My5vcmcvMjAwMC9zdmciPjwvc3ZnPg==\" style=\"--smush-placeholder-width: 340px; --smush-placeholder-aspect-ratio: 340\/226;\" \/><\/a>\n\t\t\t<\/div><\/figure>\n\t\t<\/div>\n\n<p>Apesar do relativo conforto interno, o 1800 n\u00e3o teve \u00eaxito ao rivalizar o <a href=\"https:\/\/autolivraria.com.br\/bc\/tag\/chevette\" target=\"_blank\" rel=\"noopener noreferrer\">Chevrolet Chevette<\/a>, o <a href=\"https:\/\/autolivraria.com.br\/bc\/tag\/corcel\" target=\"_blank\" rel=\"noopener noreferrer\">Ford Corcel<\/a> e, de 1974 em diante, o <a href=\"https:\/\/autolivraria.com.br\/bc\/informe-se\/passado\/historia-vw-passat-representou-uma-mudanca-do-ar-para-a-agua\/\" target=\"_blank\" rel=\"noopener noreferrer\">Volkswagen Passat<\/a>: havia problemas de confiabilidade, como acabamento, transmiss\u00e3o e vibra\u00e7\u00f5es na dire\u00e7\u00e3o, al\u00e9m de alto consumo. Ap\u00f3s trabalhar em solu\u00e7\u00f5es, a Chrysler mudava tamb\u00e9m seu nome para Polara em 1976 (acima \u00e0 esquerda). Uma nova frente (\u00e0 direita) vinha dois anos depois. O Polara marcou \u00e9poca ao oferecer, em 1979, a primeira caixa autom\u00e1tica de quatro marchas em carro nacional, nove anos antes do Chevrolet Opala. Depois de ganhar a vers\u00e3o GLS, mais potente e refinada, o modelo sa\u00eda de linha em 1981.<\/p><\/div><\/div>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<div class='et-box et-shadow'>\n\t\t\t\t\t<div class='et-box-content'><h2>Nas pistas<\/h2>\n<p><img decoding=\"async\" class=\"alignnone size-full wp-image-110623 lazyload\" data-src=\"https:\/\/autolivraria.com.br\/bc\/wp-content\/uploads\/2020\/02\/Dart-Divisao-3.jpg\" alt=\"\" width=\"640\" height=\"426\" data-srcset=\"https:\/\/autolivraria.com.br\/bc\/wp-content\/uploads\/2020\/02\/Dart-Divisao-3.jpg 640w, https:\/\/autolivraria.com.br\/bc\/wp-content\/uploads\/2020\/02\/Dart-Divisao-3-340x226.jpg 340w\" data-sizes=\"(max-width: 640px) 100vw, 640px\" src=\"data:image\/svg+xml;base64,PHN2ZyB3aWR0aD0iMSIgaGVpZ2h0PSIxIiB4bWxucz0iaHR0cDovL3d3dy53My5vcmcvMjAwMC9zdmciPjwvc3ZnPg==\" style=\"--smush-placeholder-width: 640px; --smush-placeholder-aspect-ratio: 640\/426;\" \/><\/p>\n<p>Apesar da inadequa\u00e7\u00e3o da linha Dodge a competi\u00e7\u00f5es por seu tamanho e peso, o desempenho do motor V8 318 n\u00e3o passou despercebido pelos pilotos da \u00e9poca. O primeiro uso conhecido do Dart em corrida foi na prova Encosta da Serra, em 1969, no Rio Grande do Sul. O carro de Jos\u00e9 Madrid acidentou-se. Na 24 Horas de Interlagos, no ano seguinte, um Dart foi pilotado por Lu\u00eds Carlos Sansone e Lu\u00eds Paula Sousa, mas teve v\u00e1rios problemas mec\u00e2nicos.<\/p>\n<p>A primeira vit\u00f3ria do Dodge no Brasil foi em Interlagos, em S\u00e3o Paulo, em 1971: Rui Amaral Lemos Junior ganhou uma disputa de estreantes e novatos. Dois anos depois, Dart e Charger disputaram a 25 Horas de Interlagos, \u00fanicos competidores da Classe E, e n\u00e3o terminaram. Os modelos ganharam nova tentativa na 500 Quil\u00f4metros de Interlagos de 1974,\u00a0com carros da Divis\u00e3o 3. Um Charger conseguiu o nono lugar. Uma \u00faltima chance para os Dodges ainda em produ\u00e7\u00e3o foi o Dart preparado por Leopoldo Abi E\u00e7ab para a temporada de 1975 da Divis\u00e3o 3 (foto), com resultados modestos.<\/p>\n<p>No in\u00edcio da d\u00e9cada de 1980, j\u00e1 no fim de linha dos autom\u00f3veis, os Dodges brasileiros passavam a competir na nova categoria Turismo 5000, enfrentando Ford Maverick e Galaxie. Aliviados em peso com a remo\u00e7\u00e3o de forros, bancos de passageiros e acess\u00f3rios, os Dodges tinham a suspens\u00e3o rebaixada e enrijecida e o motor ganhava coletores e escapamento especiais. A colorida decora\u00e7\u00e3o garantia a identifica\u00e7\u00e3o com os modelos da Chrysler que competiam na Nascar norte-americana nos anos 60. As corridas eram realizadas no anel externo de Interlagos, mais adequado a carros desse porte. Nos anos seguintes, ainda foi comum ver os Darts em pistas de terra de Santa Catarina, Paran\u00e1 e S\u00e3o Paulo.<\/p>\n<p><em>Colaborou Francis Castaings<\/em><\/p><\/div><\/div>\n<a href='https:\/\/autolivraria.com.br\/bc\/informe-se\/passado\/historia-dodge-dart-charger-magnum-lebaron-gransedan-grancoupe-v8\/4\/' class='small-button smallsilver'>Pr\u00f3xima parte<\/a>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p><!--nextpage--><br \/>\n<img decoding=\"async\" class=\"aligncenter size-full wp-image-110627 lazyload\" data-src=\"https:\/\/autolivraria.com.br\/bc\/wp-content\/uploads\/2020\/02\/Dart-BR-79-2.jpg\" alt=\"\" width=\"696\" height=\"466\" data-srcset=\"https:\/\/autolivraria.com.br\/bc\/wp-content\/uploads\/2020\/02\/Dart-BR-79-2.jpg 696w, https:\/\/autolivraria.com.br\/bc\/wp-content\/uploads\/2020\/02\/Dart-BR-79-2-340x228.jpg 340w\" data-sizes=\"(max-width: 696px) 100vw, 696px\" src=\"data:image\/svg+xml;base64,PHN2ZyB3aWR0aD0iMSIgaGVpZ2h0PSIxIiB4bWxucz0iaHR0cDovL3d3dy53My5vcmcvMjAwMC9zdmciPjwvc3ZnPg==\" style=\"--smush-placeholder-width: 696px; --smush-placeholder-aspect-ratio: 696\/466;\" \/><\/p>\n<p style=\"text-align: center;\"><em>Nova frente, a mesma do norte-americano desde 1974, e lanternas traseiras na horizontal marcavam o Dart 1979, que trazia caixa de quatro marchas no assoalho<\/em><\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<h2>O princ\u00edpio do fim<\/h2>\n<p>A maior remodela\u00e7\u00e3o dos Dodges nacionais vinha na linha 1979. O Dart exibia nova frente, como no modelo norte-americano de 1974, com a grade pouco mais alta na regi\u00e3o dos far\u00f3is, um &#8220;bico&#8221; no centro, para-choque mais robusto e, na traseira, lanternas em linha horizontal. Com bancos individuais reclin\u00e1veis, opcionais, a alavanca da caixa manual de quatro marchas passava a vir no assoalho.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<div class='code-block code-block-7' style='margin: 28px auto; text-align: center; display: block; clear: both;'>\n<script async src=\"https:\/\/pagead2.googlesyndication.com\/pagead\/js\/adsbygoogle.js\"><\/script>\n<!-- AL-quadrado -->\n<ins class=\"adsbygoogle\"\n     style=\"display:block\"\n     data-ad-client=\"ca-pub-1914799802606213\"\n     data-ad-slot=\"5683066082\"\n     data-ad-format=\"auto\"\n     data-full-width-responsive=\"true\"><\/ins>\n<script>\n     (adsbygoogle = window.adsbygoogle || []).push({});\n<\/script><\/div>\n\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>Toda a linha trazia novidades mec\u00e2nicas como novo radiador, bateria e alternador de maior capacidade e suspens\u00e3o recalibrada com amortecedores mais macios, al\u00e9m de melhor isolamento ac\u00fastico. A Chrysler enfim atendia aos pedidos de maior autonomia com um tanque de combust\u00edvel bem maior (de 62 passava a 107 litros). Era necess\u00e1rio em um per\u00edodo em que o governo mantinha os postos fechados das 20h \u00e0s 6h e nos fins de semana, mas imp\u00f4s nova coloca\u00e7\u00e3o do estepe (antes debaixo da bagagem, agora sobre o eixo traseiro) com preju\u00edzo \u00e0 capacidade do porta-malas.<\/p>\n<p>O cup\u00ea Magnum e o sed\u00e3 de quatro portas Le Baron ampliavam a oferta como topos de linha, mais caros que o Charger R\/T \u2014 tiveram seu lugar no mercado, devido \u00e0 demanda criada pela proibi\u00e7\u00e3o das importa\u00e7\u00f5es de autom\u00f3veis em 1976. A carroceria era a mesma do Dart, mas com novas se\u00e7\u00f5es dianteira e traseira feitas em pl\u00e1stico com fibra de vidro, recurso que permitia modifica\u00e7\u00f5es de estilo a custo baixo. Ambos exibiam quatro far\u00f3is, para-lamas traseiros com sutis &#8220;rabos de peixe&#8221;, calotas cromadas de desenho cl\u00e1ssico e interior luxuoso. Os bancos do Le Baron, bem acolchoados, pareciam poltronas e o r\u00e1dio\/toca-fitas tinha antena el\u00e9trica.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<div id='gallery-19' class='gallery galleryid-110595 gallery-columns-1 gallery-size-large'><figure class='gallery-item'>\n\t\t\t<div class='gallery-icon landscape'>\n\t\t\t\t<a href='https:\/\/autolivraria.com.br\/bc\/wp-content\/uploads\/2020\/02\/Magnum-BR-80.jpg'><img decoding=\"async\" width=\"696\" height=\"464\" data-src=\"https:\/\/autolivraria.com.br\/bc\/wp-content\/uploads\/2020\/02\/Magnum-BR-80-696x464.jpg\" class=\"attachment-large size-large lazyload\" alt=\"\" src=\"data:image\/svg+xml;base64,PHN2ZyB3aWR0aD0iMSIgaGVpZ2h0PSIxIiB4bWxucz0iaHR0cDovL3d3dy53My5vcmcvMjAwMC9zdmciPjwvc3ZnPg==\" style=\"--smush-placeholder-width: 696px; --smush-placeholder-aspect-ratio: 696\/464;\" \/><\/a>\n\t\t\t<\/div><\/figure>\n\t\t<\/div>\n\n<p style=\"text-align: center;\"><em>A faixa interrompendo o vinil do teto sugeria um teto targa no cup\u00ea Magnum, que usava frente de pl\u00e1stico e fibra de vidro com quatro far\u00f3is, como no sed\u00e3 Le Baron<\/em><\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>O Magnum lembrava um targa com a solu\u00e7\u00e3o da capota, em que uma moldura na cor da carroceria ligava as colunas centrais de cada lado, e vinha com pneus radiais de s\u00e9rie. Ele podia ter caixa manual de quatro marchas ou autom\u00e1tica de tr\u00eas, com alavanca no assoalho, enquanto o Le Baron oferecia a manual e a autom\u00e1tica de tr\u00eas marchas, sempre na coluna de dire\u00e7\u00e3o. Al\u00e9m da transmiss\u00e3o, o \u00fanico opcional para esses modelos era o ar-condicionado \u2014 todos os demais itens vinham de s\u00e9rie.<\/p>\n<p>A revista <em>Auto Esporte<\/em> elogiou a comodidade do Le Baron: &#8220;Acabamento perfeito, surpreendente maciez ao rodar, elevado n\u00edvel de sil\u00eancio e conforto internos. Estes s\u00e3o os pontos que mais se destacam no Le Baron. O novo sed\u00e3 da Chrysler come\u00e7a a convencer quando se verifica o cuidado que foi dispensado ao seu interior, com bancos muito confort\u00e1veis, estofamento em veludo acr\u00edlico com desenho de bom gosto, pain\u00e9is laterais combinados e capricho em todos os detalhes. A suspens\u00e3o se tornou mais macia. O sed\u00e3 roda suave e silencioso como um Galaxie LTD, e supera, nesses itens, um Alfa TI&#8221;.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<blockquote><p>O Magnum e o Le Baron ampliavam a oferta como topos de linha, mais caros que o Charger R\/T \u2014 e tiveram seu lugar com a demanda criada pela proibi\u00e7\u00e3o das importa\u00e7\u00f5es<\/p><\/blockquote>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>No teste da <em>Quatro Rodas<\/em>\u00a0o Dart sed\u00e3 foi elogiado pelo &#8220;acabamento muito bom, a apar\u00eancia s\u00f3bria e imponente, o funcionamento suave e silencioso. A estabilidade \u00e9 satisfat\u00f3ria, embora a suspens\u00e3o recalibrada tenha tornado o Dart mais macio. E, entre os carros de alto luxo, \u00e9 o de menor pre\u00e7o&#8221;. Com transmiss\u00e3o autom\u00e1tica, o carro registrou m\u00e1xima de 159,3 km\/h e acelerou de 0 a 100 km\/h em 18,6 segundos com consumo m\u00e9dio geral de 6,9 km\/l.<\/p>\n<p>O Charger R\/T, no entanto, abandonava o antigo apelo esportivo e tornava-se mais um carro de luxo, com frente e traseira similares \u00e0s do Magnum e pintura em dois tons. Passava a ser oferecido com rodas de alum\u00ednio, as primeiras de f\u00e1brica no Brasil, mas os pneus radiais voltavam a ser opcionais \u2014 um retrocesso inaceit\u00e1vel. N\u00e3o havia mais os prolongamentos das colunas traseiras, embora ganhasse persianas nos vidros laterais posteriores.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p><img decoding=\"async\" class=\"aligncenter size-full wp-image-110629 lazyload\" data-src=\"https:\/\/autolivraria.com.br\/bc\/wp-content\/uploads\/2020\/02\/EUA-Dart-1975-2.jpg\" alt=\"\" width=\"696\" height=\"466\" data-srcset=\"https:\/\/autolivraria.com.br\/bc\/wp-content\/uploads\/2020\/02\/EUA-Dart-1975-2.jpg 696w, https:\/\/autolivraria.com.br\/bc\/wp-content\/uploads\/2020\/02\/EUA-Dart-1975-2-340x228.jpg 340w\" data-sizes=\"(max-width: 696px) 100vw, 696px\" src=\"data:image\/svg+xml;base64,PHN2ZyB3aWR0aD0iMSIgaGVpZ2h0PSIxIiB4bWxucz0iaHR0cDovL3d3dy53My5vcmcvMjAwMC9zdmciPjwvc3ZnPg==\" style=\"--smush-placeholder-width: 696px; --smush-placeholder-aspect-ratio: 696\/466;\" \/><\/p>\n<p style=\"text-align: center;\"><em>A traseira do Dart seguia a desse modelo dos Estados Unidos; tanque maior, amortecedores mais macios e melhor isolamento ac\u00fastico vinham em toda a linha<\/em><\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>O esportivo perdia autenticidade: o volante vinha do Dart, o couro dos bancos dava lugar a vinil e at\u00e9 o conta-giros dava lugar a um rel\u00f3gio. As suspens\u00f5es mais macias tamb\u00e9m n\u00e3o combinavam com sua tradi\u00e7\u00e3o. Notavam-se tamb\u00e9m faltas de regulagem cont\u00ednua dos encostos dianteiros, lavador el\u00e9trico e temporizador do limpador do para-brisa, al\u00e9m de o ar-condicionado n\u00e3o estar integrado ao painel.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<div class='code-block code-block-6' style='margin: 28px auto; text-align: center; display: block; clear: both;'>\n<script async src=\"https:\/\/pagead2.googlesyndication.com\/pagead\/js\/adsbygoogle.js\"><\/script>\n<!-- AL-quadrado -->\n<ins class=\"adsbygoogle\"\n     style=\"display:block\"\n     data-ad-client=\"ca-pub-1914799802606213\"\n     data-ad-slot=\"5683066082\"\n     data-ad-format=\"auto\"\n     data-full-width-responsive=\"true\"><\/ins>\n<script>\n     (adsbygoogle = window.adsbygoogle || []).push({});\n<\/script><\/div>\n\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>&#8220;Em alta velocidade a frente balan\u00e7a e nas curvas, al\u00e9m de inclinar bastante, o carro tende a sair de traseira no limite. O acabamento est\u00e1 \u00e0 altura da categoria, luxuoso e bem-feito, mas o R\/T perdeu os bancos de couro. Apesar dos \u00f3timos assentos, \u00e9 dif\u00edcil encontrar a posi\u00e7\u00e3o ideal de dirigir. No estilo, as altera\u00e7\u00f5es foram de gosto duvidoso. As persianas nos vidros, que mais se parecem com uma grade, d\u00e3o a sensa\u00e7\u00e3o de pris\u00e3o e prejudicam muito a visibilidade&#8221;, observava a <em>Quatro Rodas<\/em>.<\/p>\n<p>V\u00edtima da crise do petr\u00f3leo e do desinteresse pelos carros grandes, a Chrysler era comprada em 1979 pela Volkswagen, que passava a produzir seus caminh\u00f5es nas instala\u00e7\u00f5es da empresa norte-americana. A produ\u00e7\u00e3o dos autom\u00f3veis era mantida, mas n\u00e3o por muito tempo. A raz\u00e3o social da f\u00e1brica desaparecia no ano seguinte.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<div id='gallery-20' class='gallery galleryid-110595 gallery-columns-1 gallery-size-large'><figure class='gallery-item'>\n\t\t\t<div class='gallery-icon landscape'>\n\t\t\t\t<a href='https:\/\/autolivraria.com.br\/bc\/wp-content\/uploads\/2020\/02\/Charger-81.jpg'><img decoding=\"async\" width=\"696\" height=\"464\" data-src=\"https:\/\/autolivraria.com.br\/bc\/wp-content\/uploads\/2020\/02\/Charger-81-696x464.jpg\" class=\"attachment-large size-large lazyload\" alt=\"\" src=\"data:image\/svg+xml;base64,PHN2ZyB3aWR0aD0iMSIgaGVpZ2h0PSIxIiB4bWxucz0iaHR0cDovL3d3dy53My5vcmcvMjAwMC9zdmciPjwvc3ZnPg==\" style=\"--smush-placeholder-width: 696px; --smush-placeholder-aspect-ratio: 696\/464;\" \/><\/a>\n\t\t\t<\/div><\/figure>\n\t\t<\/div>\n\n<p style=\"text-align: center;\"><em>Com frente e traseira como as do Magnum, o Charger estava menos esportivo na apar\u00eancia e no comportamento; as rodas de alum\u00ednio eram as primeiras na ind\u00fastria<\/em><\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>A linha Dodge 1980 tinha poucas atualiza\u00e7\u00f5es. O Charger estava mais s\u00f3brio, perdendo a pintura em dois tons e a persiana lateral. J\u00e1 o Magnum recebia como opcional um teto solar de controle el\u00e9trico (comandado por bot\u00e3o no painel), primazia em um carro nacional. As vers\u00f5es mais luxuosas ganhavam, afinal, limpador de para-brisa com lavador el\u00e9trico.<\/p>\n<p>Com os consumidores temerosos pelo pre\u00e7o da gasolina \u2014 agravado pela segunda crise do petr\u00f3leo, em 1979 \u2014 e os rumores em torno do fim da linha Dodge, as vendas n\u00e3o se sustentavam. O Charger R\/T despedia-se j\u00e1 em 1980 e, no ano seguinte, a linha Dart e o Polara. Os modelos com motor V8 alcan\u00e7aram cerca de 92.500 unidades produzidas. Apenas seus motores continuaram nos caminh\u00f5es Volkswagen. Na d\u00e9cada de 1990, renovado e com inje\u00e7\u00e3o eletr\u00f4nica, o tradicional 318 voltaria a nossas ruas no Jeep Grand Cherokee e, mais tarde, na picape Dodge Dakota montada no Paran\u00e1.<\/p>\n<p>Cinquenta anos depois do lan\u00e7amento do primeiro Dart e quase 40 desde que sa\u00edram de produ\u00e7\u00e3o, os grandes Dodges brasileiros continuam motivo de paix\u00e3o e dedica\u00e7\u00e3o entre os aficionados. O Charger R\/T, em especial, marcou \u00e9poca por seu estilo e desempenho.<\/p>\n<a href='https:\/\/autolivraria.com.br\/bc\/carros-do-passado\/' class='small-button smallsilver'>Mais Carros do Passado<\/a>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<div class='et-box et-shadow'>\n\t\t\t\t\t<div class='et-box-content'><h2>Ficha t\u00e9cnica<\/h2>\n<table id=\"table6027\" border=\"0\" width=\"100%\" cellspacing=\"0\" cellpadding=\"3\">\n<tbody>\n<tr>\n<td valign=\"top\" width=\"40%\"><\/td>\n<td valign=\"top\" width=\"30%\"><strong>Dart sed\u00e3 (1970)<\/strong><\/td>\n<td valign=\"top\" width=\"30%\"><strong>Charger R\/T (1973)<\/strong><\/td>\n<\/tr>\n<tr>\n<td colspan=\"3\" valign=\"top\" bgcolor=\"#FFFFFF\"><strong>Motor<\/strong><\/td>\n<\/tr>\n<tr>\n<td valign=\"top\">Posi\u00e7\u00e3o e cilindros<\/td>\n<td valign=\"top\">longitudinal, 8 em V<\/td>\n<td valign=\"top\">longitudinal, 8 em V<\/td>\n<\/tr>\n<tr>\n<td valign=\"top\">Comando e v\u00e1lvulas por cilindro<\/td>\n<td valign=\"top\">no bloco, 2<\/td>\n<td valign=\"top\">no bloco, 2<\/td>\n<\/tr>\n<tr>\n<td valign=\"top\">Cilindrada<\/td>\n<td valign=\"top\">5.212 cm\u00b3<\/td>\n<td valign=\"top\">5.212 cm\u00b3<\/td>\n<\/tr>\n<tr>\n<td valign=\"top\">Pot\u00eancia m\u00e1xima<\/td>\n<td valign=\"top\">198 cv a 4.400 rpm*<\/td>\n<td valign=\"top\">215 cv a 4.400 rpm*<\/td>\n<\/tr>\n<tr>\n<td valign=\"top\">Torque m\u00e1ximo<\/td>\n<td valign=\"top\">41,5 m.kgf a 2.400 rpm*<\/td>\n<td valign=\"top\">42,9 m.kgf a 2.400 rpm*<\/td>\n<\/tr>\n<tr>\n<td valign=\"top\">Alimenta\u00e7\u00e3o<\/td>\n<td valign=\"top\">carburador de corpo duplo<\/td>\n<td valign=\"top\">carburador de corpo duplo<\/td>\n<\/tr>\n<tr>\n<td colspan=\"3\" valign=\"top\" bgcolor=\"#FFFFFF\"><strong>Transmiss\u00e3o<\/strong><\/td>\n<\/tr>\n<tr>\n<td valign=\"top\">Tipo de caixa e marchas<\/td>\n<td valign=\"top\">manual, 3<\/td>\n<td valign=\"top\">manual, 4<\/td>\n<\/tr>\n<tr>\n<td valign=\"top\">Tra\u00e7\u00e3o<\/td>\n<td valign=\"top\">traseira<\/td>\n<td valign=\"top\">traseira<\/td>\n<\/tr>\n<tr>\n<td colspan=\"3\" valign=\"top\" bgcolor=\"#FFFFFF\"><strong>Freios<\/strong><\/td>\n<\/tr>\n<tr>\n<td valign=\"top\">Dianteiros<\/td>\n<td valign=\"top\">a disco<\/td>\n<td valign=\"top\">a disco<\/td>\n<\/tr>\n<tr>\n<td valign=\"top\">Traseiros<\/td>\n<td valign=\"top\">a tambor<\/td>\n<td valign=\"top\">a tambor<\/td>\n<\/tr>\n<tr>\n<td valign=\"top\">Antitravamento (ABS)<\/td>\n<td valign=\"top\">n\u00e3o<\/td>\n<td valign=\"top\">n\u00e3o<\/td>\n<\/tr>\n<tr>\n<td colspan=\"3\" valign=\"top\" bgcolor=\"#FFFFFF\"><strong>Suspens\u00e3o<\/strong><\/td>\n<\/tr>\n<tr>\n<td valign=\"top\">Dianteira<\/td>\n<td valign=\"top\">independente, bra\u00e7os sobrepostos<\/td>\n<td valign=\"top\">independente, bra\u00e7os sobrepostos<\/td>\n<\/tr>\n<tr>\n<td valign=\"top\">Traseira<\/td>\n<td valign=\"top\">eixo r\u00edgido<\/td>\n<td valign=\"top\">eixo r\u00edgido<\/td>\n<\/tr>\n<tr>\n<td colspan=\"3\" valign=\"top\" bgcolor=\"#FFFFFF\"><strong>Rodas<\/strong><\/td>\n<\/tr>\n<tr>\n<td valign=\"top\">Pneus<\/td>\n<td valign=\"top\">7,35-14<\/td>\n<td valign=\"top\">E70 S 14<\/td>\n<\/tr>\n<tr>\n<td colspan=\"3\" valign=\"top\" bgcolor=\"#FFFFFF\"><strong>Dimens\u00f5es<\/strong><\/td>\n<\/tr>\n<tr>\n<td valign=\"top\">Comprimento<\/td>\n<td valign=\"top\">4,96 m<\/td>\n<td valign=\"top\">5,08 m<\/td>\n<\/tr>\n<tr>\n<td valign=\"top\">Entre-eixos<\/td>\n<td valign=\"top\">2,82 m<\/td>\n<td valign=\"top\">2,82 m<\/td>\n<\/tr>\n<tr>\n<td valign=\"top\">Peso<\/td>\n<td valign=\"top\">1.500 kg<\/td>\n<td valign=\"top\">1.515 kg<\/td>\n<\/tr>\n<tr>\n<td colspan=\"3\" valign=\"top\" bgcolor=\"#FFFFFF\"><strong>Desempenho<\/strong><\/td>\n<\/tr>\n<tr>\n<td valign=\"top\">Velocidade m\u00e1xima<\/td>\n<td valign=\"top\">170 km\/h<\/td>\n<td valign=\"top\">190 km\/h<\/td>\n<\/tr>\n<tr>\n<td valign=\"top\">Acelera\u00e7\u00e3o de 0 a 100\u00a0 km\/h<\/td>\n<td valign=\"top\">12 s<\/td>\n<td valign=\"top\">11 s<\/td>\n<\/tr>\n<tr>\n<td colspan=\"3\" valign=\"top\" width=\"100%\">*Valores brutos; dados de desempenho aproximados<\/td>\n<\/tr>\n<\/tbody>\n<\/table><\/div><\/div>\n<p>&nbsp;<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>A linha de sed\u00e3s e cup\u00eas grandes teve no motor V8 de 5,2 litros \u2014 o maior dos carros nacionais \u2014\u00a0um de seus destaques<\/p>\n","protected":false},"author":6,"featured_media":110624,"comment_status":"open","ping_status":"closed","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"_joinchat":[],"footnotes":""},"categories":[10,3770],"tags":[156,101,178,102,179,180,226],"class_list":["post-110595","post","type-post","status-publish","format-standard","has-post-thumbnail","hentry","category-passado","category-dodge","tag-carros-do-passado","tag-chrysler","tag-dart","tag-dodge","tag-lebaron","tag-magnum","tag-v8"],"amp_enabled":true,"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/autolivraria.com.br\/bc\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/110595","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/autolivraria.com.br\/bc\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/autolivraria.com.br\/bc\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/autolivraria.com.br\/bc\/wp-json\/wp\/v2\/users\/6"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/autolivraria.com.br\/bc\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=110595"}],"version-history":[{"count":0,"href":"https:\/\/autolivraria.com.br\/bc\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/110595\/revisions"}],"wp:featuredmedia":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/autolivraria.com.br\/bc\/wp-json\/wp\/v2\/media\/110624"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/autolivraria.com.br\/bc\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=110595"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/autolivraria.com.br\/bc\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=110595"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/autolivraria.com.br\/bc\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=110595"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}