{"id":26252,"date":"2013-05-17T17:01:10","date_gmt":"2013-05-17T20:01:10","guid":{"rendered":"http:\/\/bestcars.uol.com.br\/bc\/?p=26252"},"modified":"2013-05-24T15:33:40","modified_gmt":"2013-05-24T18:33:40","slug":"403-carro-usado-ou-seminovo-e-outras-palavras-inadequadas","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/autolivraria.com.br\/bc\/informe-se\/colunas\/editorial\/403-carro-usado-ou-seminovo-e-outras-palavras-inadequadas\/","title":{"rendered":"Usado ou seminovo? E outras palavras inadequadas"},"content":{"rendered":"<p><img fetchpriority=\"high\" decoding=\"async\" class=\"alignnone size-full wp-image-19445\" title=\"Editorial\" src=\"https:\/\/autolivraria.com.br\/bc\/wp-content\/uploads\/2013\/01\/Editorial.png\" alt=\"\" width=\"405\" height=\"143\" srcset=\"https:\/\/autolivraria.com.br\/bc\/wp-content\/uploads\/2013\/01\/Editorial.png 405w, https:\/\/autolivraria.com.br\/bc\/wp-content\/uploads\/2013\/01\/Editorial-270x95.png 270w\" sizes=\"(max-width: 405px) 100vw, 405px\" \/><\/p>\n<h2>A express\u00e3o mal explicada tenta valorizar uma categoria,<br \/>\nmas\u00a0h\u00e1 casos de mau uso que s\u00e3o mesmo dif\u00edceis de entender<\/h2>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>Cerca de um m\u00eas atr\u00e1s vi na TV, no an\u00fancio do programa dominical <em>Autoesporte,<\/em> que seria explicada a suposta diferen\u00e7a entre um carro &#8220;seminovo&#8221; e um usado. Fiquei curioso e, no programa, ouvi que o crit\u00e9rio de diferencia\u00e7\u00e3o \u00e9 a idade \u2014 o seminovo teria at\u00e9 tr\u00eas anos, e o usado, a partir de quatro \u2014, mas em seguida foi dito que estado de conserva\u00e7\u00e3o, quilometragem e origem (o que quer que isso signifique) tamb\u00e9m influem na classifica\u00e7\u00e3o.<\/p>\n<p>Faz sentido? A meu ver, nenhum. &#8220;Seminovo&#8221; \u00e9 para mim apenas um jarg\u00e3o inventado pelo mercado de carros usados para, de um lado, valorizar os modelos com poucos anos de uso (que voltam \u00e0s lojas em grande n\u00famero e representam grande capital empatado), e de outro, incentivar que quem comprou um carro novo venha a troc\u00e1-lo logo, antes de tr\u00eas anos, com receio de que seu &#8220;seminovo&#8221; seja rebaixado de categoria e, nessa \u00f3tica, severamente depreciado.<\/p>\n<p>Tudo n\u00e3o passa de conversa de vendedor, como se percebe pela contradi\u00e7\u00e3o entre as explica\u00e7\u00f5es do pr\u00f3prio programa: ora basta o carro ter menos de tr\u00eas anos, ora \u00e9 preciso considerar uma s\u00e9rie de par\u00e2metros. Na falta de crit\u00e9rios claros, a classifica\u00e7\u00e3o fica em um terreno nebuloso, que favorece os desonestos. Assim, aquele modelo 2011 que entrou &#8220;surrado&#8221; na loja recebe um tratamento visual e volta a ser oferecido com o r\u00f3tulo de seminovo. J\u00e1 seu carro bem tratado e pouco rodado, mas fabricado em 2009, n\u00e3o passa de um &#8220;usado&#8221; ao ser entregue na troca \u2014 o <em>Autoesporte<\/em> disse que quatro anos j\u00e1 impedem que ele seja um seminovo, n\u00e3o disse?<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<blockquote><p>O que seria um &#8220;bloco de 16 v\u00e1lvulas&#8221;? Talvez o cl\u00e1ssico motor V8 de cabe\u00e7ote chato\u00a0e v\u00e1lvulas laterais que a Ford norte-americana usou de 1932 a 1953<\/p><\/blockquote>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>Toda essa quest\u00e3o me trouxe um bom tema para o Editorial: as palavrinhas proibidas, aquelas que n\u00e3o usamos no <strong>Best Cars<\/strong> ou que n\u00e3o t\u00eam aqui o mesmo sentido de outros lugares, mesmo que sejam comuns no mercado e na imprensa. Voc\u00ea j\u00e1 sabe por que n\u00e3o escrevemos &#8220;seminovo&#8221;, mas quais s\u00e3o as outras? Vamos a elas, em ordem alfab\u00e9tica.<\/p>\n<p><span style=\"font-family: 'Museo Sans';\">\u2022\u00a0<\/span>Bloco. N\u00e3o se trata de evitar o uso da palavra, mas de empreg\u00e1-la em seu devido sentido. O bloco do motor \u00e9 apenas um de seus componentes, que recebe por cima o cabe\u00e7ote para formar as c\u00e2maras de combust\u00e3o. Contudo, v\u00ea-se com frequ\u00eancia por a\u00ed o uso de &#8220;bloco&#8221; como sin\u00f4nimo de motor \u2014 &#8220;bloco de 1,6 litro&#8221;, &#8220;bloco de 100 cv&#8221; e outras. Ora, o bloco em si n\u00e3o produz pot\u00eancia. Pior ainda \u00e9 &#8220;bloco de 16 v\u00e1lvulas&#8221; quando as v\u00e1lvulas na verdade est\u00e3o no cabe\u00e7ote. Ou estaria o autor se referindo ao cl\u00e1ssico motor V8 de cabe\u00e7ote chato <em>(flathead)<\/em> e v\u00e1lvulas laterais que a Ford norte-americana usou de 1932 a 1953?<\/p>\n<p><span style=\"font-family: 'Museo Sans';\">\u2022\u00a0<\/span>Cilindradas. Tamb\u00e9m arraigado de forma surpreendente no setor de motocicletas, at\u00e9 mesmo na publicidade das f\u00e1bricas, \u00e9 o uso indevido de &#8220;cilindradas&#8221;. Assim como comprimento, dist\u00e2ncia e peso, a cilindrada \u00e9 uma medida e n\u00e3o uma unidade de medida \u2014 que s\u00e3o metros, quil\u00f4metros, quilogramas. Portanto, cada motor tem apenas uma cilindrada, que pode ser expressa em cent\u00edmetros c\u00fabicos (cm\u00b3), litros (equivalentes a 1.000 cm\u00b3) ou, no sistema ingl\u00eas, polegadas c\u00fabicas (pol\u00b3).<\/p>\n<p>Simples? Sim, mas impressiona o qu\u00e3o frequente \u00e9 ler por a\u00ed &#8220;motor de 1.000 cilindradas&#8221; \u2014 e temos sorte se essa medida n\u00e3o for descrita como pot\u00eancia! N\u00e3o para por a\u00ed: h\u00e1 quem use &#8220;1.0 cc&#8221;, como se tal abrevia\u00e7\u00e3o para cent\u00edmetro c\u00fabico (hoje em desuso) fosse o mesmo que litro. De resto, em portugu\u00eas a parte fracion\u00e1ria deve ser separada por v\u00edrgula (1,6 litro) e n\u00e3o por ponto (1.6), que \u00e9 o padr\u00e3o ingl\u00eas.<\/p>\n<p><span style=\"font-family: 'Museo Sans';\">\u2022\u00a0<\/span>Cup\u00ea. O termo \u00e9 correto; o que n\u00e3o \u00e9 certo \u00e9 us\u00e1-lo para modelos de quatro ou cinco portas, como Audi A7, Mercedes-Benz CLS e Volkswagen CC, por mais que suas silhuetas sejam inspiradas nas dos verdadeiros cup\u00eas (que s\u00e3o, por defini\u00e7\u00e3o, carros de duas portas).<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<div class='code-block code-block-7' style='margin: 28px auto; text-align: center; display: block; clear: both;'>\n<br>\n<div align=\"center\">\n<a target=\"_blank\" href=\"https:\/\/bestcars.com.br\/bc\/\">\n<img decoding=\"async\" data-src=\"https:\/\/bestcars.com.br\/bc\/wp-content\/uploads\/2021\/07\/Auto-Livraria-450x300-quadros.jpg\" alt=\"Auto Livraria\" src=\"data:image\/svg+xml;base64,PHN2ZyB3aWR0aD0iMSIgaGVpZ2h0PSIxIiB4bWxucz0iaHR0cDovL3d3dy53My5vcmcvMjAwMC9zdmciPjwvc3ZnPg==\" class=\"lazyload\"><\/a>\n<\/div>\n<br><\/div>\n\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p><span style=\"font-family: 'Museo Sans';\">\u2022\u00a0<\/span>Gera\u00e7\u00e3o. Um carro muda de gera\u00e7\u00e3o quando h\u00e1 um completo redesenho, de modo que nenhum painel de carroceria seja mantido e, como ideal, que haja importantes altera\u00e7\u00f5es estruturais. Uma nova frente n\u00e3o serve: isso \u00e9 no m\u00e1ximo uma reestiliza\u00e7\u00e3o, como se viu no VW Gol para 2000, quando a f\u00e1brica o denominou &#8220;Gera\u00e7\u00e3o III&#8221;, e para 2006, quando surgiu o &#8220;G4&#8221;. No caso em quest\u00e3o, o mais recente modelo \u2014 que alguns j\u00e1 chamam de G6, imagine \u2014 \u00e9 apenas a terceira gera\u00e7\u00e3o, sendo a segunda lan\u00e7ada na linha 1995 e a terceira para 2009.<\/p>\n<p><span style=\"font-family: 'Museo Sans';\">\u2022\u00a0<\/span>Hidr\u00e1ulica. Outro caso de mau uso de um termo correto. Hidr\u00e1ulica n\u00e3o \u00e9 a dire\u00e7\u00e3o, mas sua assist\u00eancia \u2014 tanto que, na hip\u00f3tese de uma falha hidr\u00e1ulica, se mant\u00e9m o controle do movimento das rodas, mas se precisa fazer bem mais for\u00e7a para mov\u00ea-las. Para encurtar a express\u00e3o, &#8220;dire\u00e7\u00e3o assistida&#8221; informa bem e sem imprecis\u00f5es, assim como o <em>power steering<\/em>\u00a0do ingl\u00eas. At\u00e9 porque a assist\u00eancia tamb\u00e9m pode ser el\u00e9trica ou eletro-hidr\u00e1ulica, mas nem sempre se sabe, ou \u00e9 o caso de mencionar, qual o tipo usado no modelo.<\/p>\n<p><span style=\"font-family: 'Museo Sans';\">\u2022\u00a0<\/span>Mec\u00e2nico. Uma caixa de c\u00e2mbio manual \u00e9 mec\u00e2nica, mas uma autom\u00e1tica e uma automatizada tamb\u00e9m s\u00e3o. Ent\u00e3o, por que identificar a primeira dessa maneira? O correto \u00e9 mesmo falar em c\u00e2mbio manual, que pode ser automatizado, caso haja um sistema para operar a mudan\u00e7a de marchas no lugar do comando do motorista. J\u00e1 o autom\u00e1tico pode ter modo de opera\u00e7\u00e3o manual, mas n\u00e3o deixa de ser autom\u00e1tico. O pior \u00e9 chamar esse tipo de &#8220;hidram\u00e1tico&#8221; \u2014 nome que vem da marca Hydramatic, usada pela General Motors dos Estados Unidos em suas caixas autom\u00e1ticas.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<blockquote><p>&#8220;Compacto\u00a0premium&#8221; foi usado para qualquer modelo pequeno que convivesse com sua gera\u00e7\u00e3o anterior, mesmo com um acabamento bastante pobre<\/p><\/blockquote>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p><span style=\"font-family: 'Museo Sans';\">\u2022\u00a0<\/span>Montadora. O termo \u00e9 lido e ouvido por todos os lados, mas n\u00e3o aqui \u2014 e isso faz tempo. Qual a raz\u00e3o? \u00c9 que as empresas que o termo identifica fazem muito mais do que montar carros: elas os fabricam, e por isso s\u00e3o chamadas de fabricantes. Estampam carrocerias inteiras, fundem blocos de motores, produzem transmiss\u00f5es: como isso pode ser confundido com o mero ato de juntar componentes?<\/p>\n<p>O mau uso n\u00e3o tem similar mundo afora, pois no ingl\u00eas se usa <em>automaker<\/em> ou <em>manufacturer,<\/em> em franc\u00eas <em>usine,<\/em> em alem\u00e3o <em>werk,<\/em> em italiano <em>fabbrica.<\/em> Portanto, nada de &#8220;montadora&#8221; l\u00e1 fora, embora o que elas fa\u00e7am por l\u00e1 seja o mesmo que fazem por aqui. Interessante \u00e9 que as pr\u00f3prias f\u00e1bricas s\u00e3o as primeiras a se intitularem com a palavrinha, apesar de estarem associadas \u00e0 Anfavea \u2014 a Associa\u00e7\u00e3o Nacional dos <em>Fabricantes,<\/em> e n\u00e3o das Montadoras, de Ve\u00edculos Automotores. Ou seria o caso de renome\u00e1-la Anmovea?<\/p>\n<p><span style=\"font-family: 'Museo Sans';\">\u2022\u00a0<\/span>Popular. Quando o ent\u00e3o presidente Itamar Franco prop\u00f4s a volta da produ\u00e7\u00e3o do Fusca, em 1993, assinou um decreto que reduzia o Imposto sobre Produtos Industrializados (IPI) para ve\u00edculos como o Uno Mille, o Chevette de 1,6 litro, a Kombi e, claro, o besouro da Volkswagen. Era o programa do carro popular, que n\u00e3o tinha rela\u00e7\u00e3o com a cilindrada. No entanto, a express\u00e3o ficou na mente de muitos como se fosse sin\u00f4nimo de carro com motor de 1,0 litro, e assim ainda \u00e9 (mal) usada at\u00e9 hoje.<\/p>\n<p><span style=\"font-family: 'Museo Sans';\">\u2022\u00a0<\/span>Pre\u00e7os. Uma manjada manobra de marqueteiros e comerciantes \u00e9 colocar um monte de &#8220;9&#8221; nos valores, pois o consumidor incauto tende a se fixar nos primeiros algarismos em vez de arredondar para cima. Assim, R$ 1,99 parece bem menos que R$ 2,00 para alguns, da mesma forma que R$ 59.990 sugerem uma boa diferen\u00e7a para R$ 60.000 \u2014 o n\u00famero 59, ou at\u00e9 a no\u00e7\u00e3o de &#8220;cinquenta e poucos&#8221;, fica na cabe\u00e7a de muita gente. N\u00e3o aqui no <strong>Best Cars<\/strong>, onde essas diferen\u00e7as s\u00e3o desprezadas e informamos, no exemplo citado, R$ 60 mil (a palavra <em>mil<\/em> deixa impl\u00edcito que pode ter havido arredondamento, assim como R$ 60,2 mil podem n\u00e3o ser exatos R$ 60.200). Se os marqueteiros jogam dardos em um alvo com minha foto? Imagine&#8230;<\/p>\n<p><span style=\"font-family: 'Museo Sans';\">\u2022\u00a0<\/span><em>Premium.<\/em> A palavrinha est\u00e1 nos olhos de muitas empresas, ansiosas por fixar seu produto como algo superior, especial, para que possam cobrar mais pelo mesmo. Um dos r\u00f3tulos que mais foram v\u00edtimas de mau uso \u00e9 &#8220;compacto <em>premium&#8221;,<\/em> que surgiu aqui h\u00e1 pouco mais de 10 anos, quando o mercado nacional recebeu modelos pequenos um pouco mais sofisticados \u2014 Citro\u00ebn C3 e VW Polo s\u00e3o exemplos. De repente a express\u00e3o se viu consagrada para qualquer modelo compacto que fosse um pouco maior ou que meramente convivesse com sua gera\u00e7\u00e3o anterior, como o Ford Fiesta lan\u00e7ado em 2002, que tinha um dos acabamentos mais pobres da hist\u00f3ria recente de nossa ind\u00fastria.<\/p>\n<p><span style=\"font-family: 'Museo Sans';\">\u2022\u00a0<\/span>Semi-independente. O caso \u00e9 semelhante ao do seminovo: a express\u00e3o tenta fazer parecer que algo \u00e9 o que n\u00e3o \u00e9 \u2014 seja novo, seja independente. O uso mais comum \u00e9 para descrever a suspens\u00e3o traseira por eixo de tor\u00e7\u00e3o, que n\u00e3o \u00e9 um sistema independente, mas n\u00e3o estabelece uma liga\u00e7\u00e3o t\u00e3o direta entre as rodas quanto um eixo r\u00edgido. Aqui no site, deixamos de lado esse r\u00f3tulo impreciso, assim como n\u00e3o cabe falar em mulher meio gr\u00e1vida&#8230;<\/p>\n<table border=\"0\">\n<tbody>\n<tr>\n<td><span style=\"color: #333333; font-size: 13px; line-height: 19px;\"><a href='https:\/\/autolivraria.com.br\/bc\/escreva-nos\/' class='small-button smallsilver' target=\"_blank\">Fale com o editor<\/a><\/span><\/td>\n<td><\/td>\n<td><\/td>\n<td><span style=\"color: #333333; font-size: 13px; line-height: 19px;\"><a href='https:\/\/autolivraria.com.br\/bc\/informe-se\/colunas\/editorial\/402-dados-tecnicos-dois-pesos-duas-medidas-varias-potencias\/' class='small-button smallsilver'>Editorial anterior<\/a><\/span><\/td>\n<\/tr>\n<\/tbody>\n<\/table>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>A express\u00e3o mal explicada tenta valorizar uma categoria, mas h\u00e1 casos de mau uso que s\u00e3o mesmo dif\u00edceis de entender<\/p>\n","protected":false},"author":6,"featured_media":0,"comment_status":"open","ping_status":"closed","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"_joinchat":[],"footnotes":""},"categories":[3593],"tags":[153,1791,31,1610,591,587,22],"class_list":["post-26252","post","type-post","status-publish","format-standard","hentry","category-editorial","tag-colunas-2","tag-cupe","tag-editorial","tag-fabricio-samaha","tag-mercado","tag-motor","tag-tecnica"],"amp_enabled":true,"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/autolivraria.com.br\/bc\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/26252","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/autolivraria.com.br\/bc\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/autolivraria.com.br\/bc\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/autolivraria.com.br\/bc\/wp-json\/wp\/v2\/users\/6"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/autolivraria.com.br\/bc\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=26252"}],"version-history":[{"count":0,"href":"https:\/\/autolivraria.com.br\/bc\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/26252\/revisions"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/autolivraria.com.br\/bc\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=26252"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/autolivraria.com.br\/bc\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=26252"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/autolivraria.com.br\/bc\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=26252"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}