{"id":42501,"date":"2014-04-04T18:46:13","date_gmt":"2014-04-04T21:46:13","guid":{"rendered":"http:\/\/bestcars.uol.com.br\/bc\/?p=42501"},"modified":"2014-04-11T10:48:39","modified_gmt":"2014-04-11T13:48:39","slug":"425-carro-mundial-um-antigo-conceito-que-voltou-a-cena","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/autolivraria.com.br\/bc\/informe-se\/colunas\/editorial\/425-carro-mundial-um-antigo-conceito-que-voltou-a-cena\/","title":{"rendered":"Carro mundial, um antigo conceito que voltou \u00e0 cena"},"content":{"rendered":"<p><img fetchpriority=\"high\" decoding=\"async\" title=\"Editorial\" alt=\"\" src=\"https:\/\/autolivraria.com.br\/bc\/wp-content\/uploads\/2013\/01\/Editorial.png\" width=\"405\" height=\"143\" \/><\/p>\n<h2><strong><\/strong>Se h\u00e1 sete anos a ideia de vender o mesmo carro em v\u00e1rios<br \/>\ncontinentes estava em decl\u00ednio, algumas marcas decidiram retom\u00e1-la<\/h2>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>Em <a href=\"https:\/\/www.autolivraria.com.br\/editorial\/262.htm\">setembro de 2007<\/a>\u00a0publiquei no Editorial um texto sobre o progressivo abandono da estrat\u00e9gia do carro mundial. Trata-se de produzir em diferentes pa\u00edses, e vender em ainda mais mercados, vers\u00f5es com m\u00ednimas varia\u00e7\u00f5es de um mesmo projeto, o que reduz custos de desenvolvimento e de fabrica\u00e7\u00e3o \u2014 componentes e sistemas onerosos podem, at\u00e9 mesmo, ser feitos em um s\u00f3 local para uso nas v\u00e1rias unidades da empresa mundo afora.<\/p>\n<p>Nesses quase sete anos, o que se viu foi a estrat\u00e9gia voltar a ser usada por importantes fabricantes. Um dos exemplos mais claros \u00e9 o da Ford, que denominou de One Ford a diretriz de oferecer o mesmo produto em diversos continentes. N\u00e3o mais existem uma Ranger para as Am\u00e9ricas e outra para a \u00c1sia e a Europa; deixa de haver diferen\u00e7a de gera\u00e7\u00e3o entre o Focus norte-americano, o europeu e o argentino; um mesmo Fiesta \u00e9 oferecido em numerosos pa\u00edses; e at\u00e9 os sed\u00e3s Fusion (nos Estados Unidos) e Mondeo (na Europa) foram unificados, ainda que mantendo as denomina\u00e7\u00f5es.<\/p>\n<p>A mudan\u00e7a pode surpreender, pois n\u00e3o faz muito tempo que o carro mundial deu errado para a Ford. Na d\u00e9cada de 1980 o <a href=\"https:\/\/www.autolivraria.com.br\/classicos\/escort-1.htm\">Escort<\/a> foi lan\u00e7ado a europeus e norte-americanos com projetos semelhantes, mas nos anos 90 o segundo mercado recebeu um novo, projetado em parceria com a japonesa Mazda, o que acentuou as diferen\u00e7as. A reunifica\u00e7\u00e3o tentada com o primeiro Focus, no fim da d\u00e9cada, n\u00e3o durou: enquanto a Europa ganhou sua segunda gera\u00e7\u00e3o em 2004, os EUA mantiveram a primeira reestilizada e criaram at\u00e9 uma vers\u00e3o cup\u00ea de tr\u00eas volumes, nunca oferecida em outros mercados.<\/p>\n<p><span style=\"line-height: 1.5em;\">\u00a0<\/span><\/p>\n<blockquote><p>A mudan\u00e7a da Ford pode surpreender, pois\u00a0n\u00e3o<br \/>\nfaz muito tempo que o carro mundial deu<br \/>\nerrado para ela com o Escort, o Mondeo e o Focus<\/p><\/blockquote>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>Tamb\u00e9m n\u00e3o houve \u00eaxito em oferecer vers\u00f5es do\u00a0<a title=\"Ford Mondeo: depois de 20 anos, enfim mundial\" href=\"https:\/\/autolivraria.com.br\/bc\/informe-se\/passado\/ford-passado\/ford-mondeo-depois-de-20-anos-enfim-mundial\/\">Mondeo<\/a>\u00a0\u2014 chamadas de Contour na pr\u00f3pria marca e Mystique na divis\u00e3o Mercury \u2014 nos EUA, ainda nos anos 90. Assim como no caso do Focus, sua segunda gera\u00e7\u00e3o j\u00e1 n\u00e3o alcan\u00e7ou a Am\u00e9rica do Norte e, anos depois, a Ford da terra de Tio Sam somou esfor\u00e7os outra vez com a Mazda para desenvolver seu sucessor: o Fusion que conhecemos bem. Levaria mais uma gera\u00e7\u00e3o para que os dois lados do Atl\u00e2ntico voltassem a ter varia\u00e7\u00f5es do mesmo modelo, que aqui recebemos como Fusion.<\/p>\n<p>A revis\u00e3o de estrat\u00e9gias vale para outras marcas. Anos atr\u00e1s, a Chevrolet vendia aos norte-americanos um carro m\u00e9dio espec\u00edfico para aquele mercado: o <a href=\"https:\/\/www.autolivraria.com.br\/cpassado3\/chevrolet-cavalier-1.htm\">Cavalier<\/a>, depois substitu\u00eddo pelo Cobalt, que n\u00e3o tem rela\u00e7\u00e3o com o brasileiro. Hoje, o que ela oferece l\u00e1 \u00e9 um Cruze muito parecido com o vendido aqui, na Europa ou em pa\u00edses asi\u00e1ticos. Tamb\u00e9m s\u00e3o encontrados nos quatro cantos do mundo o Sonic (\u00e0s vezes chamado de Aveo) e o Tracker (em geral sob o nome Trax). O utilit\u00e1rio esporte Captiva \u00e9 que ainda est\u00e1 de fora do arranjo, pois a <a href=\"https:\/\/www.autolivraria.com.br\/un13\/336-chevrolet-captiva.htm\">vers\u00e3o sul-coreana<\/a>, vendida tamb\u00e9m na Europa e na Argentina, \u00e9 bem diferente da mexicana que temos aqui, com desenho origin\u00e1rio do <a href=\"https:\/\/www.autolivraria.com.br\/un9\/226-14.htm\">Opel Antara<\/a> alem\u00e3o.<\/p>\n<p>Vale lembrar que nos anos 80 a General Motors foi uma das maiores apostadoras no conceito do carro mundial. Embora j\u00e1 existissem desde a d\u00e9cada anterior o <a href=\"https:\/\/www.autolivraria.com.br\/cpassado3\/opel-kadett-1.htm\">Opel Kadett<\/a> europeu e suas m\u00faltiplas vers\u00f5es mundo afora (uma delas, nosso <a href=\"https:\/\/www.autolivraria.com.br\/classicos\/chevette-1.htm\">Chevrolet Chevette<\/a>), foi naquele per\u00edodo que a GM lan\u00e7ou na Alemanha o <a href=\"https:\/\/www.autolivraria.com.br\/cpassado2\/ascona-1.htm\">Opel Ascona<\/a>, na Inglaterra o Vauxhall Cavalier, na Austr\u00e1lia o Holden Camira, no Brasil o <a href=\"https:\/\/www.autolivraria.com.br\/classicos\/monza-1.htm\">Chevrolet Monza<\/a> e nos EUA o Chevrolet Cavalier, todos derivados do mesmo projeto e com intenso uso comum de componentes.<\/p>\n<p>Contudo, quando o primeiro <a href=\"https:\/\/www.autolivraria.com.br\/classicos\/vectra-1.htm\">Vectra<\/a> assumiu o espa\u00e7o do Ascona, a liga\u00e7\u00e3o come\u00e7ou a se romper, come\u00e7ando pela Am\u00e9rica do Norte. Desde ent\u00e3o, projetos da Opel chegaram at\u00e9 l\u00e1 apenas por meio de outras divis\u00f5es do grupo, como a Saturn (caso do Vue, equivalente ao Captiva e ao Antara, e do Astra, vendido pela marca por pouco tempo) e a Buick (seu Regal \u00e9 um Opel Insignia, e o utilit\u00e1rio esporte Encore, um Mokka da marca alem\u00e3).<\/p>\n<p>A decis\u00e3o por parte de Ford e GM de encerrar suas f\u00e1bricas na Austr\u00e1lia, onde a segunda atua pela marca Holden, segue no caminho de tornar os produtos mundiais. Por mais que doa aos entusiastas de grandes sed\u00e3s com tra\u00e7\u00e3o traseira como o Holden Commodore e o Ford Falcon, tais modelos espec\u00edficos para aquela regi\u00e3o (ainda que o primeiro tenha chegado aos EUA e ao Brasil) devem ser substitu\u00eddos por outros comuns \u00e0 maioria dos mercados.<\/p>\n<p>No caso da Volkswagen, enfim o Golf brasileiro ser\u00e1 equiparado ao alem\u00e3o, modelo que tamb\u00e9m est\u00e1 entrando em produ\u00e7\u00e3o no M\u00e9xico para eliminar a defasagem de gera\u00e7\u00f5es desse carro mundial em ess\u00eancia. O lan\u00e7amento do Up nacional marca a primeira vez, desde o Fusca, em que a op\u00e7\u00e3o mais acess\u00edvel da marca no Brasil \u00e9 a mesma oferecida na Europa. Mas a empresa n\u00e3o segue a tend\u00eancia quando se trata de outros autom\u00f3veis: o atual Passat fabricado na China e nos Estados Unidos tem desenho e dimens\u00f5es diferentes do original europeu, o que n\u00e3o acontecia em gera\u00e7\u00f5es anteriores, e a filial brasileira tem autonomia para desenvolver diversos carros pr\u00f3prios.<\/p>\n<p>Outra que caminha no mesmo sentido \u00e9 a Peugeot, que na d\u00e9cada passada desenvolveu no Brasil uma reestiliza\u00e7\u00e3o para o 206 \u2014 chamada de 207, n\u00famero que na Europa designava um novo carro, maior e mais moderno \u2014 e a picape Hoggar, de pouco sucesso. Hoje a marca francesa est\u00e1 decidida a oferecer aqui produtos mundiais, como um 208 em sintonia com o europeu e o utilit\u00e1rio esporte compacto 2008. J\u00e1 a compatriota Renault, embora produza no Paran\u00e1 modelos similares aos europeus, o faz com produtos da romena Dacia e n\u00e3o com os da pr\u00f3pria linha francesa.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<div class='code-block code-block-7' style='margin: 28px auto; text-align: center; display: block; clear: both;'>\n<br>\n<div align=\"center\">\n<a target=\"_blank\" href=\"https:\/\/bestcars.com.br\/bc\/\">\n<img decoding=\"async\" data-src=\"https:\/\/bestcars.com.br\/bc\/wp-content\/uploads\/2021\/07\/Auto-Livraria-450x300-quadros.jpg\" alt=\"Auto Livraria\" src=\"data:image\/svg+xml;base64,PHN2ZyB3aWR0aD0iMSIgaGVpZ2h0PSIxIiB4bWxucz0iaHR0cDovL3d3dy53My5vcmcvMjAwMC9zdmciPjwvc3ZnPg==\" class=\"lazyload\"><\/a>\n<\/div>\n<br><\/div>\n\n<p>&nbsp;<\/p>\n<h2>Japoneses preferem o regional<\/h2>\n<p>Ao contr\u00e1rio dos grupos citados, marcas japonesas como Honda e Toyota trabalham com ressalvas o conceito de carro mundial. Mesmo que haja grande semelhan\u00e7a t\u00e9cnica entre eles, o <a title=\"Novo Toyota Corolla estreia menos ousado que Furia\" href=\"https:\/\/autolivraria.com.br\/bc\/informe-se\/noticias\/novo-toyota-corolla-estreia-menos-ousado-que-furia\/\">Corolla feito nos EUA<\/a> tem linhas diferenciadas do vendido na Europa (e agora no Brasil), de modo a atender \u00e0s prefer\u00eancias de cada regi\u00e3o. Faz sentido pois, enquanto o modelo representa um transporte pessoal barato aos norte-americanos, aos europeus ele busca uma imagem superior como sed\u00e3 m\u00e9dio.<\/p>\n<p>O <a title=\"No Jap\u00e3o, novo Toyota Corolla h\u00edbrido faz 33 km\/l\" href=\"https:\/\/autolivraria.com.br\/bc\/informe-se\/noticias\/no-japao-novo-toyota-corolla-hibrido-faz-33-kml\/\">Corolla produzido no Jap\u00e3o<\/a> \u00e9 ainda mais peculiar: n\u00e3o compartilha qualquer pe\u00e7a de carroceria com os outros dois, tem menores dimens\u00f5es e usa motores de 1,3 e 1,5 litro, al\u00e9m de uma op\u00e7\u00e3o h\u00edbrida. Uma das raz\u00f5es \u00e9 que carros com 1,70 m de largura ou mais deixam de ser classificados pelas normas japonesas como compactos, o que implica tributa\u00e7\u00e3o bem mais alta. E s\u00f3 a vers\u00e3o nip\u00f4nica oferece uma perua, que mant\u00e9m o nome Fielder (na Europa existe uma similar, mas chamada de Auris e derivada do hatch hom\u00f4nimo).<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<blockquote><p>A distin\u00e7\u00e3o entre os mercados do Corolla n\u00e3o\u00a0\u00e9<br \/>\nnovidade: nos anos 90 a Europa j\u00e1 recebia<br \/>\num\u00a0desenho diferenciado, o modelo \u201cde \u00f3culos\u201d<\/p><\/blockquote>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>Essa distin\u00e7\u00e3o entre os mercados do Corolla n\u00e3o \u00e9 novidade: nos anos 90 a Europa j\u00e1 recebia um desenho diferenciado \u2014\u00a0com far\u00f3is ovalados, modelo apelidado \u201cde \u00f3culos\u201d e oferecido aqui s\u00f3 por um ano \u2014\u00a0dos carros vendidos no Jap\u00e3o, nos EUA e no Brasil, de estilos tradicionais. Na gera\u00e7\u00e3o seguinte, japoneses e europeus receberam o mesmo carro, mas os norte-americanos fabricaram outro com frente e traseira mais longas, que foi o escolhido para produ\u00e7\u00e3o em Indaiatuba, SP. Veio mais uma reformula\u00e7\u00e3o e, no d\u00e9cimo modelo da linhagem, a vers\u00e3o japonesa (de nome Axio) assumiu desenho pr\u00f3prio e menores dimens\u00f5es, deixando EUA, Europa e Brasil com apar\u00eancias iguais.<\/p>\n<p>No caso do Civic, o estilo foi praticamente o mesmo em todos os mercados at\u00e9 a s\u00e9tima gera\u00e7\u00e3o, lan\u00e7ada em 2000, mas na oitava o conceito mundial come\u00e7ou a mudar. Se da vers\u00e3o japonesa para a norte-americana \u2014 igual \u00e0 brasileira \u2014 eram alterados apenas itens como far\u00f3is e lanternas traseiras, na Europa o Civic tornou-se um hatchback de linhas bastante ousadas, diferente at\u00e9 na suspens\u00e3o traseira (com eixo de tor\u00e7\u00e3o em vez de independente por bra\u00e7os sobrepostos). A separa\u00e7\u00e3o de carrocerias teve seguimento na nona gera\u00e7\u00e3o, de 2011, dessa vez com detalhes de estilo diversos at\u00e9 entre EUA e Brasil.<\/p>\n<p>Outro Honda que abandonou o padr\u00e3o mundial com o tempo foi o Accord. Na quinta gera\u00e7\u00e3o, em 1993, come\u00e7ou o emprego de desenhos variados entre Europa e EUA. A diferencia\u00e7\u00e3o aumentou na gera\u00e7\u00e3o subsequente, na qual europeus e japoneses tamb\u00e9m recebiam vers\u00f5es distintas, enquanto a norte-americana crescia em dimens\u00f5es para atender ao gosto local. No s\u00e9timo Accord os estilos tornaram-se t\u00e3o separados que o modelo europeu e japon\u00eas, mais compacto e esportivo, p\u00f4de ser vendido nos EUA com outro nome \u2014 foi o Acura TSX, da divis\u00e3o de luxo do grupo. A estrat\u00e9gia de diferenciar a Am\u00e9rica do Norte persistiu na oitava gera\u00e7\u00e3o, em 2008. Como a nona ainda n\u00e3o saiu na Europa, pode ser que se mantenha a separa\u00e7\u00e3o.<\/p>\n<p>Carro mundial ou carros regionais? Cada fabricante parece ter encontrado sua melhor f\u00f3rmula. Se h\u00e1 diferen\u00e7as expressivas em <a href=\"https:\/\/autolivraria.com.br\/bc\/informe-se\/colunas\/editorial\/391-normas-e-preferencias-ainda-longe-da-globalizacao\/\">gosto, condi\u00e7\u00f5es de uso e legisla\u00e7\u00e3o<\/a> entre os v\u00e1rios pa\u00edses, tentar atend\u00ea-las com o mesmo projeto pode ser um grande desafio \u2014 mas tem suas compensa\u00e7\u00f5es em termos de custos, um componente vital em qualquer neg\u00f3cio.<\/p>\n<table border=\"0\">\n<tbody>\n<tr>\n<td><a href='https:\/\/autolivraria.com.br\/bc\/informe-se\/colunas\/editorial\/424-amigo-que-carro-voce-me-recomenda-comprar\/' class='small-button smallsilver'>Editorial anterior<\/a><\/td>\n<\/tr>\n<\/tbody>\n<\/table>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Se h\u00e1 sete anos a ideia de vender o mesmo carro em v\u00e1rios continentes estava em decl\u00ednio, algumas marcas decidiram retom\u00e1-la<\/p>\n","protected":false},"author":6,"featured_media":0,"comment_status":"open","ping_status":"closed","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"_joinchat":[],"footnotes":""},"categories":[3593],"tags":[153,31,1610,591],"class_list":["post-42501","post","type-post","status-publish","format-standard","hentry","category-editorial","tag-colunas-2","tag-editorial","tag-fabricio-samaha","tag-mercado"],"amp_enabled":true,"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/autolivraria.com.br\/bc\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/42501","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/autolivraria.com.br\/bc\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/autolivraria.com.br\/bc\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/autolivraria.com.br\/bc\/wp-json\/wp\/v2\/users\/6"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/autolivraria.com.br\/bc\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=42501"}],"version-history":[{"count":0,"href":"https:\/\/autolivraria.com.br\/bc\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/42501\/revisions"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/autolivraria.com.br\/bc\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=42501"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/autolivraria.com.br\/bc\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=42501"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/autolivraria.com.br\/bc\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=42501"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}