{"id":47111,"date":"2014-07-18T16:22:00","date_gmt":"2014-07-18T19:22:00","guid":{"rendered":"http:\/\/bestcars.uol.com.br\/bc\/?p=47111"},"modified":"2014-07-25T16:53:30","modified_gmt":"2014-07-25T19:53:30","slug":"432-cambios-para-que-tantas-marchas-nos-carros-de-hoje","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/autolivraria.com.br\/bc\/informe-se\/colunas\/no-acostamento\/432-cambios-para-que-tantas-marchas-nos-carros-de-hoje\/","title":{"rendered":"C\u00e2mbios: para que tantas marchas nos carros de hoje"},"content":{"rendered":"<p><img fetchpriority=\"high\" decoding=\"async\" class=\"alignnone wp-image-47114 size-full\" src=\"https:\/\/autolivraria.com.br\/bc\/wp-content\/uploads\/2014\/07\/No-Acostamento.jpg\" alt=\"\" width=\"560\" height=\"146\" srcset=\"https:\/\/autolivraria.com.br\/bc\/wp-content\/uploads\/2014\/07\/No-Acostamento.jpg 560w, https:\/\/autolivraria.com.br\/bc\/wp-content\/uploads\/2014\/07\/No-Acostamento-470x122.jpg 470w, https:\/\/autolivraria.com.br\/bc\/wp-content\/uploads\/2014\/07\/No-Acostamento-270x70.jpg 270w, https:\/\/autolivraria.com.br\/bc\/wp-content\/uploads\/2014\/07\/No-Acostamento-168x43.jpg 168w\" sizes=\"(max-width: 560px) 100vw, 560px\" \/><\/p>\n<h2>Com motores cada vez mais el\u00e1sticos, s\u00f3 h\u00e1 uma explica\u00e7\u00e3o para<br \/>\na\u00a0atual profus\u00e3o de marchas nas caixas manuais e autom\u00e1ticas<\/h2>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>Quem viveu a d\u00e9cada de 1980 vai-se lembrar da revolu\u00e7\u00e3o que foi ter um videocassete em casa. O equipamento custava caro (mais que um <a href=\"https:\/\/www.autolivraria.com.br\/cpassado\/dodge-1.htm\">Dodge Dart<\/a> de poucos anos, que ningu\u00e9m mais queria naquele per\u00edodo de gasolina cara), mas permitia um pouco mais de entretenimento antes da chegada da TV a cabo \u2014 at\u00e9 ent\u00e3o, com apenas sete canais abertos, a felicidade do espectador brasileiro se resumia a uma TV colorida.<\/p>\n<p>Era poss\u00edvel gravar qualquer conte\u00fado difundido pelas emissoras e, com a ascens\u00e3o das videolocadoras, j\u00e1 n\u00e3o se precisava esperar de tr\u00eas a cinco anos para assistir aos filmes de Hollywood. Os aparelhos vinham quase sempre de Miami ou do Paraguai e precisavam obedecer a dois requisitos: fabricante japon\u00eas (Hitachi, National, JVC, Sharp) e quatro cabe\u00e7as, no m\u00ednimo. Mas o que faziam essas cabe\u00e7as? Ningu\u00e9m sabia. Naquela \u00e9poca a Mitsubishi fabricava alguns dos melhores televisores do mercado (a maioria dos brasileiros nem sequer imaginava um autom\u00f3vel fabricado pelo conglomerado japon\u00eas) e oferecia um bom aparelho de apenas tr\u00eas cabe\u00e7as. F\u00e1cil\u00a0imaginar a enxurrada de cr\u00edticas que recebeu por tal \u201cdesvantagem\u201d.<\/p>\n<p>Ningu\u00e9m sabia que a quarta cabe\u00e7a proporcionava apenas uma discreta melhora na qualidade de imagem nos modos de grava\u00e7\u00e3o LP (quatro horas) e SLP (seis horas) e tamb\u00e9m nos efeitos especiais de pausa e c\u00e2mera lenta. Para 90% do mercado, a quarta cabe\u00e7a era completamente sup\u00e9rflua: n\u00e3o faria a menor diferen\u00e7a. Mas, por for\u00e7a do <em>marketing,<\/em> ela tinha de estar presente.<\/p>\n<p>A mesma coisa ocorria nos autom\u00f3veis: na d\u00e9cada de 1960, a grande maioria seguia a escola norte-americana, com caixas de c\u00e2mbio de apenas tr\u00eas marchas, suficientes para as limita\u00e7\u00f5es din\u00e2micas e condi\u00e7\u00f5es vi\u00e1rias da \u00e9poca. A exce\u00e7\u00e3o ficava com europeus de baixa cilindrada: as quatro marchas presentes no <a href=\"https:\/\/www.autolivraria.com.br\/cpassado3\/fusca-1.htm\">Fusca<\/a>, <a href=\"https:\/\/www.autolivraria.com.br\/cpassado3\/dkw-vemag-1.htm\">DKW-Vemag<\/a> e <a href=\"https:\/\/www.autolivraria.com.br\/cpassado2\/dauphine-1.htm\">Willys Gordini<\/a> se faziam necess\u00e1rias em virtude da menor elasticidade de seus pequenos motores.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<blockquote><p>O Corcel ganhou pouco em desempenho com<br \/>\na quinta marcha, mas <em>marketing\u00a0<\/em>\u00e9<br \/>\n<em>marketing:<\/em>\u00a0melhor\u00a0ter e propagar do que n\u00e3o ter<\/p><\/blockquote>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>A quinta marcha j\u00e1 existia, mas era exclusiva do ex\u00f3tico <a href=\"https:\/\/www.autolivraria.com.br\/cpassado2\/fnm-2000-2150-1.htm\">FNM 2000 JK<\/a> \u2014 um fetiche indissoci\u00e1vel do motor de 2,0 litros com duplo comando de v\u00e1lvulas, c\u00e2maras hemisf\u00e9ricas e v\u00e1lvulas de escapamento refrigeradas a s\u00f3dio. Os quatro cilindros simplesmente cantavam a 6.000 rpm, sendo contidos por tambores de freio aletados em alum\u00ednio e pneus radiais, um pacote sofisticado para os padr\u00f5es nacionais do per\u00edodo.<\/p>\n<p>No extremo oposto estava o <a href=\"https:\/\/www.autolivraria.com.br\/classicos\/aero-1.htm\">Aero-Willys<\/a>: seu motor de seis cilindros e 2,6 litros trazia comando e v\u00e1lvulas de escapamento no bloco, configura\u00e7\u00e3o antiquada que prejudicava o fluxo de gases no cabe\u00e7ote (a pot\u00eancia de 90 cv se dava a 4.000 rpm). Era adequado ao Jeep, mas n\u00e3o a um sed\u00e3 de luxo. A solu\u00e7\u00e3o para explorar melhor o limitado propulsor foi adotar uma caixa de quatro marchas no modelo 1965 \u2014 a melhora na dirigibilidade era sens\u00edvel. A Chrysler adotou o mesmo recurso no <a href=\"https:\/\/www.autolivraria.com.br\/cpassado3\/simca-1.htm\">Simca GTX<\/a>, vers\u00e3o mais esportiva do Regente\/Esplanada, mas n\u00e3o houve ganho\u00a0substancial: apesar de menor em cilindrada, com 2,4 litros, seu V8 com v\u00e1lvulas no cabe\u00e7ote e c\u00e2maras hemisf\u00e9ricas tinha boa disposi\u00e7\u00e3o em qualquer regime de rota\u00e7\u00e3o.<\/p>\n<p>No fim da d\u00e9cada, quase nenhum sed\u00e3 familiar precisava da quarta marcha: com quase o dobro de cilindrada, <a href=\"https:\/\/www.autolivraria.com.br\/classicos\/galaxie-1.htm\">Ford Galaxie<\/a>, Dodge Dart e <a href=\"https:\/\/www.autolivraria.com.br\/classicos\/opala-1.htm\">Chevrolet Opala<\/a> seis-cilindros traziam c\u00e2mbios de tr\u00eas velocidades, mas a reserva de pot\u00eancia era t\u00e3o elevada que o p\u00fablico muitas vezes usava apenas as duas \u00faltimas, ficando a primeira restrita a ocasi\u00f5es espec\u00edficas como transpor aclives ou sair com lota\u00e7\u00e3o m\u00e1xima (seis passageiros e bagagem).<\/p>\n<p>A exce\u00e7\u00e3o era o Opala quatro-cilindros: limitado, o motor 153 (mais tarde substitu\u00eddo pelo 151, ambos de 2,5 litros) oferecia desempenho apenas aceit\u00e1vel. A dirigibilidade foi t\u00e3o favorecida com as quatro marchas que elas se tornaram o padr\u00e3o do modelo (curioso \u00e9 que a transmiss\u00e3o de tr\u00eas resistiu bravamente at\u00e9 meados dos anos 80, convivendo at\u00e9 com a de cinco marchas, lan\u00e7ada para 1983).<\/p>\n<p>A quinta marcha s\u00f3 deixou de ser exclusividade do <a href=\"https:\/\/www.autolivraria.com.br\/cpassado2\/alfa-2300-1.htm\">Alfa Romeo 2300<\/a>, sucessor do JK (com uma vers\u00e3o FNM 2150 entre eles), em 1979: coube ao <a href=\"https:\/\/www.autolivraria.com.br\/classicos\/corcel-1.htm\">Ford Corcel II<\/a> com motor de 1,6 litro alardear as vantagens da economia e do menor ru\u00eddo em altas velocidades, ainda que no caso dele fosse apenas um placebo. Como a sobremarcha veio acompanhada de uma redu\u00e7\u00e3o na rela\u00e7\u00e3o do diferencial, de 3,875:1 para 4,125:1 (a mesma do 1,4-litro), a 120 km\/h a rota\u00e7\u00e3o era discretas 200 rpm mais baixa. Al\u00e9m disso, na nova transmiss\u00e3o o intervalo entre a quarta e a quinta marcha era de apenas 11%, muito menor que o habitual.<\/p>\n<p>Os testes da \u00e9poca tamb\u00e9m indicam pouca melhora no desempenho, mas <em>marketing<\/em> \u00e9 <em>marketing<\/em> \u2014 \u00e9 melhor ter e propagar do que n\u00e3o ter e ficar sem assunto.<\/p>\n<p>O <a href=\"https:\/\/www.autolivraria.com.br\/classicos\/chevette-1.htm\">Chevrolet Chevette<\/a> foi mais ousado: com a chegada da quinta-marcha, em 1983, a rota\u00e7\u00e3o com a \u00faltima baixava 16%, mesmo valor do espa\u00e7amento de quarta para quinta \u2014 similar aos 17% do <a href=\"https:\/\/www.autolivraria.com.br\/classicos\/santana-1.htm\">Santana<\/a> em 1984. O sed\u00e3 da Volkswagen causou confus\u00e3o com seu c\u00e2mbio 4+E: a quinta era uma sobremarcha, destinada a cruzar rodovias em sil\u00eancio e com economia. Poucos entenderam o conceito: os propriet\u00e1rios tentavam retomar e ultrapassar sem reduzir para quarta ou terceira marcha e, aos poucos, o Santana ganhou fama de carro lerdo. Para melhorar a agilidade a VW viu-se a obrigada a oferecer a caixa do <a href=\"https:\/\/www.autolivraria.com.br\/cpassado3\/vw-gol-voyage-parati-saveiro-1.htm\">Gol GT<\/a> em 1986, na qual a quinta passava a ser uma marcha \u201creal\u201d.<\/p>\n<p>A quinta marcha tamb\u00e9m afetou a despedida do Opala: presente no quatro-cilindros desde 1983, ela chegou \u00e0 vers\u00e3o seis-cilindros s\u00f3 no \u00faltimo ano de produ\u00e7\u00e3o do modelo, 1992. N\u00e3o foram poucos os que reclamaram de queda no desempenho&#8230; Havia at\u00e9 Opaleiro fan\u00e1tico dizendo que quinta marcha era para carro econ\u00f4mico, coisa que o \u201cseis-bocas\u201d jamais seria. Poucos sabiam que a quinta era inocente, com rela\u00e7\u00e3o final s\u00f3 5,5% mais longa que a\u00a0quarta do c\u00e2mbio anterior. A \u201canemia\u201d decorria da recalibra\u00e7\u00e3o ocorrida em 1990 para conter emiss\u00f5es poluentes e, em 1992, da ado\u00e7\u00e3o de catalisador.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<div class='code-block code-block-7' style='margin: 28px auto; text-align: center; display: block; clear: both;'>\n<script async src=\"https:\/\/pagead2.googlesyndication.com\/pagead\/js\/adsbygoogle.js\"><\/script>\n<!-- AL-quadrado -->\n<ins class=\"adsbygoogle\"\n     style=\"display:block\"\n     data-ad-client=\"ca-pub-1914799802606213\"\n     data-ad-slot=\"5683066082\"\n     data-ad-format=\"auto\"\n     data-full-width-responsive=\"true\"><\/ins>\n<script>\n     (adsbygoogle = window.adsbygoogle || []).push({});\n<\/script><\/div>\n\n<p>&nbsp;<\/p>\n<h2>Pouca pot\u00eancia, seis marchas<\/h2>\n<p>A d\u00e9cada de 1990 foi quase uma reprise dos anos 60: com um regime tribut\u00e1rio que favorecia os motores de at\u00e9 1,0 litro, a Fiat teve a infeliz ideia de instalar o pequeno motor Lampredi no <a href=\"https:\/\/www.autolivraria.com.br\/cpassado2\/palio-1.htm\">Siena<\/a> e na Palio Weekend, capazes de levar muita bagagem em seus amplos porta-malas. Conhecido pela alcunha Fiasa e pela baixa elasticidade, o motor foi agraciado com uma caixa de seis marchas com rela\u00e7\u00f5es bem pr\u00f3ximas entre si. N\u00e3o durou muito tempo: o consumidor percebeu que ve\u00edculo familiar precisa ter um m\u00ednimo de motor. Al\u00e9m disso, nem todos gostavam das constantes trocas de marcha \u2014 s\u00f3 os entusiastas eram capazes de se divertir levando o valente motorzinho at\u00e9 o corte de giros.<\/p>\n<p>O VW Golf, por sua vez, reeditou a situa\u00e7\u00e3o do Aero-Willys: conhecido pelo generoso torque em baixas rota\u00e7\u00f5es, o motor VW de 2,0 litros n\u00e3o oferece muito mais que isso, servindo at\u00e9 para impulsionar a primeira fornada dos jipes Troller. Enganava bem quando acoplado a um c\u00e2mbio de cinco marchas, mas era uma nega\u00e7\u00e3o quando associado ao autom\u00e1tico de apenas quatro. Quando a VW adotou a caixa japonesa Aisin de seis marchas, em 2008, o carro mudou da \u00e1gua para o vinho: as rela\u00e7\u00f5es bem pr\u00f3ximas entre si deixavam o motor sempre em seu \u201cponto doce\u201d, mascarando suas defici\u00eancias em altas rota\u00e7\u00f5es. At\u00e9 hoje muita gente se satisfaz com esse resultado no Jetta.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<blockquote><p>Motores de quatro cilindros j\u00e1 t\u00eam elasticidade<br \/>\ndigna de um bom V8 antigo, o que poderia<br \/>\ncolaborar para a redu\u00e7\u00e3o do n\u00famero de marchas<\/p><\/blockquote>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>Nos dias atuais, com a prolifera\u00e7\u00e3o do turbo e da <a href=\"https:\/\/autolivraria.com.br\/bc\/glossario-v\/#vari\">varia\u00e7\u00e3o do tempo de abertura das v\u00e1lvulas<\/a>, n\u00e3o h\u00e1 o que se falar em \u201cponto doce\u201d. Se antes um bom motor possu\u00eda uma faixa entre as rota\u00e7\u00f5es de torque e pot\u00eancia m\u00e1ximos de apenas 2.000 rpm, hoje chegamos a superar a marca das 4.000 rpm \u00fateis! Com a redu\u00e7\u00e3o de cilindrada <em>(downsizing),<\/em> pequenos motores de quatro cilindros j\u00e1 s\u00e3o capazes de oferecer elasticidade digna de um bom V8 antigo, o que em tese poderia colaborar para a redu\u00e7\u00e3o do n\u00famero de marchas.<\/p>\n<p>No entanto, o que se v\u00ea na realidade \u00e9 um aumento desse n\u00famero: caixas com sete (tamb\u00e9m manuais), oito ou mesmo nove marchas (autom\u00e1ticas) j\u00e1 ganharam seu espa\u00e7o. A General Motors acaba de anunciar que suas picapes pesadas ter\u00e3o autom\u00e1ticas de oito para o motor V8 de 6,2 litros, que certamente daria conta do recado com apenas duas&#8230;<\/p>\n<p>Por que isso acontece? Ora, por causa dos limites de emiss\u00f5es cada vez mais restritos. O \u201cponto doce\u201d deixou de estar relacionado \u00e0 dirigibilidade e agora serve ao objetivo de emitir menos poluentes e g\u00e1s carb\u00f4nico, al\u00e9m de atender a limites mais rigorosos de consumo no caso norte-americano.<\/p>\n<p>Muitos autom\u00f3veis de hoje estariam bem servidos com quatro marchas, mas <em>marketing<\/em> \u00e9 <em>marketing:<\/em> mais uma vez, \u00e9 melhor ter marchas a mais e propagar do que n\u00e3o ter e ficar sem assunto. Se o consumidor descobrir a verdade, n\u00e3o tem problema: em tempos de consci\u00eancia ecol\u00f3gica, cada vez mais pessoas \u2014 em \u00e2mbito mundial \u2014 escolhem seus carros n\u00e3o pelos quil\u00f4metros por hora ou por litro, mas sim pela quantidade de CO2 emitida por quil\u00f4metro.<\/p>\n<table border=\"0\">\n<tbody>\n<tr>\n<td><a href='https:\/\/autolivraria.com.br\/bc\/informe-se\/colunas\/no-acostamento\/429-bom-dia-automovel\/' class='small-button smallsilver'>Coluna anterior<\/a><\/td>\n<\/tr>\n<\/tbody>\n<\/table>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Com motores cada vez mais el\u00e1sticos, s\u00f3 h\u00e1 uma explica\u00e7\u00e3o para a atual profus\u00e3o de marchas nas caixas manuais e autom\u00e1ticas<\/p>\n","protected":false},"author":6,"featured_media":47115,"comment_status":"open","ping_status":"closed","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"_joinchat":[],"footnotes":""},"categories":[3594],"tags":[548,153,2936,591,2935,22],"class_list":["post-47111","post","type-post","status-publish","format-standard","has-post-thumbnail","hentry","category-no-acostamento","tag-cambio","tag-colunas-2","tag-felipe-bitu","tag-mercado","tag-no-acostamento","tag-tecnica"],"amp_enabled":true,"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/autolivraria.com.br\/bc\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/47111","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/autolivraria.com.br\/bc\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/autolivraria.com.br\/bc\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/autolivraria.com.br\/bc\/wp-json\/wp\/v2\/users\/6"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/autolivraria.com.br\/bc\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=47111"}],"version-history":[{"count":0,"href":"https:\/\/autolivraria.com.br\/bc\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/47111\/revisions"}],"wp:featuredmedia":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/autolivraria.com.br\/bc\/wp-json\/wp\/v2\/media\/47115"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/autolivraria.com.br\/bc\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=47111"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/autolivraria.com.br\/bc\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=47111"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/autolivraria.com.br\/bc\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=47111"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}