{"id":50634,"date":"2014-10-03T19:52:07","date_gmt":"2014-10-03T22:52:07","guid":{"rendered":"http:\/\/bestcars.uol.com.br\/bc\/?p=50634"},"modified":"2014-10-15T14:14:05","modified_gmt":"2014-10-15T17:14:05","slug":"438-as-siglas-dos-carros-e-suas-regras-nem-sempre-respeitadas","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/autolivraria.com.br\/bc\/informe-se\/colunas\/editorial\/438-as-siglas-dos-carros-e-suas-regras-nem-sempre-respeitadas\/","title":{"rendered":"As siglas e suas regras, nem sempre respeitadas"},"content":{"rendered":"<p><img fetchpriority=\"high\" decoding=\"async\" title=\"Editorial\" src=\"https:\/\/autolivraria.com.br\/bc\/wp-content\/uploads\/2013\/01\/Editorial.png\" alt=\"\" width=\"405\" height=\"143\" \/><\/p>\n<h2>Em vez de nomes, diversos fabricantes denominam seus carros<br \/>\ncom letras e n\u00fameros, \u00e0s vezes combinados de formas incoerentes<\/h2>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>Encontrar um bom nome para um novo autom\u00f3vel, como se sabe, n\u00e3o \u00e9 tarefa f\u00e1cil. Os fabricantes precisam ser criativos \u2014 at\u00e9 por quest\u00e3o de direitos de marca \u2014 e pensar em nomes de f\u00e1cil pron\u00fancia, que soem bem nos idiomas de cada pa\u00eds em que o carro for vendido e que se identifiquem com o modelo. Em muitos casos \u00e9 preciso ainda seguir padr\u00f5es, como a letra inicial (quase todo Ford atual come\u00e7a com \u201cf\u201d) ou a final (a maior parte da linha Opel alem\u00e3 termina em \u201ca\u201d).<\/p>\n<p>Quando se usam siglas ou apenas n\u00fameros, tudo fica mais simples \u2014 mas n\u00e3o tanto quanto parece \u00e0 primeira vista. Continuam a existir regras, direitos de terceiros e a necessidade de compor a identidade da marca. Assim, cada fabricante acaba por definir um crit\u00e9rio&#8230; ou alguns deles.<\/p>\n<p>Uma das mais longevas nessa tarefa \u00e9 a Peugeot, que desde a d\u00e9cada de 1920 usa combina\u00e7\u00f5es de tr\u00eas algarismos com o zero no meio. O primeiro d\u00edgito refere-se ao porte do carro e sua posi\u00e7\u00e3o dentro da linha, de modo que o 408 est\u00e1 acima do 308, e este, do 208. O \u00faltimo, iniciado em 1 e que est\u00e1 hoje em 8, tem subido a cada gera\u00e7\u00e3o e mostra que um 308 \u00e9 o sucessor do 307, que substituiu o 306. Contudo, existiu nos anos 80 um 309 e, ao desenhar uma nova gera\u00e7\u00e3o para o 308, a marca manteve a designa\u00e7\u00e3o.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<blockquote><p>Nos anos 70 a BMW adotou o padr\u00e3o com um<br \/>\nd\u00edgito para o porte do modelo e dois para a<br \/>\ncilindrada, mas logo as\u00a0vers\u00f5es fugiram \u00e0 regra<\/p><\/blockquote>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>Tamb\u00e9m na Mercedes-Benz as siglas e n\u00fameros v\u00eam desde antes da Segunda Guerra Mundial, mas os padr\u00f5es variaram de tempos em tempos. No passado era habitual que os n\u00fameros indicassem a cilindrada do motor (180 para 1,8 litro, 300 para 3,0 litros e assim por diante), mas n\u00e3o faltaram exce\u00e7\u00f5es, como o 300 SE 6.3 e o 450 SEL 6.9. Nos anos 80 o sed\u00e3 m\u00e9dio 190 manteve a designa\u00e7\u00e3o para toda a linha, mesmo em vers\u00f5es de 2,3 e 2,6 litros.<\/p>\n<p>As letras ap\u00f3s os n\u00fameros identificavam os modelos e carrocerias, como SL para o convers\u00edvel esportivo, E para sed\u00e3s intermedi\u00e1rios, SE para os maiores, SEL para os ainda mais luxuosos e SEC para o cup\u00ea derivado desses. Em 1993 as letras passaram a vir antes deles, o que levou a padr\u00f5es como C para o menor sed\u00e3 (C 200, C 280) e S para o maior (S 320, S 500), no que hoje conhecemos como as classes da marca. Curioso \u00e9 que o E da atual linha intermedi\u00e1ria surgiu para vers\u00f5es com\u00a0Einspritzung, inje\u00e7\u00e3o de combust\u00edvel.<\/p>\n<p>Nos \u00faltimos anos a Mercedes deixou, cada vez mais, de vincular os n\u00fameros \u00e0 cilindrada. O uso do motor de 1,8 litro em diferentes n\u00edveis de pot\u00eancia nas vers\u00f5es C 180, C 200 e C 230 foi um bom exemplo, que se espalhou pela marca e hoje toma conta dela. Com o emprego de turbo em quase todo Mercedes atual, os motores diminu\u00edram em cilindrada, mas a empresa preferiu n\u00e3o abaixar a numera\u00e7\u00e3o para evitar a sensa\u00e7\u00e3o de que oferece\u00a0algo inferior ao vendido antes. Agora, at\u00e9 mesmo o C63 AMG \u2014 que j\u00e1 n\u00e3o tinha 6,3 litros, mas 6,2 \u2014 usa motor de 4,0 litros.<\/p>\n<p>Caso semelhante \u00e9 o da BMW. Nos anos 50 a marca usava n\u00fameros como 501, 503 e 507, mas na d\u00e9cada de 1970 adotou o padr\u00e3o com um d\u00edgito para o porte do modelo e dois para a cilindrada. Assim, 320i era o menor sed\u00e3 com motor de 2,0 litros, 535i o intermedi\u00e1rio de 3,5 litros, e 750i, o maior com um V12 de 5,0 litros. Logo surgiram vers\u00f5es fugindo \u00e0 regra, como o primeiro 745i (na verdade um 3,2-litros com turbo), o 750i (que n\u00e3o mudou de logotipo ap\u00f3s passar a um 5,4-litros) e o 850 CSi, de 5,6 litros.<\/p>\n<p>Como na Mercedes, os antigos patamares de cilindrada tornaram-se mera refer\u00eancia de desempenho nos \u00faltimos anos com a difus\u00e3o dos turbos \u2014 hoje temos o 320i de 1,6 litro, o 528i de 2,0 litros e o 750i de 4,4 litros, entre outros. Mesmo em modelos denominados com outros padr\u00f5es, como o <em>roadster<\/em> Z4 e os utilit\u00e1rios esporte X3 e X5, os n\u00fameros das vers\u00f5es j\u00e1 n\u00e3o seguem a cilindrada, de modo que um X3 XDrive 35i tem apenas 3,0 litros e n\u00e3o 3,5 como se espera.<\/p>\n<p>H\u00e1 menos tempo a BMW introduziu a regra de primeiro d\u00edgito par nos cup\u00eas, convers\u00edveis e nos \u201ccup\u00eas de quatro portas\u201d, formando siglas como 228i, 435i e 650i Gran Coupe. Quanto \u00e0 letra que sucede os n\u00fameros, o &#8220;i&#8221; que um dia identificava inje\u00e7\u00e3o de combust\u00edvel foi mantido para a distin\u00e7\u00e3o dos motores a gasolina dos movidos a diesel, que usam &#8220;d&#8221;, como em 320d. Quando a tra\u00e7\u00e3o \u00e9 integral surge um &#8220;X&#8221; adicional, caso de 325iX.<\/p>\n<p>Na Volvo, assim como na BMW, grande parte dos modelos foi designada com tr\u00eas d\u00edgitos num\u00e9ricos, mas o significado era outro. Desde a s\u00e9rie 140, de 1967, usava-se um algarismo\u00a0para o modelo, outro para o n\u00famero de cilindros e o terceiro para diferentes fins, como 2 para vers\u00e3o de duas portas e 5 para perua. Isso levava a combina\u00e7\u00f5es como 145 (modelo 1, quatro cilindros, perua), 164 (modelo 1, seis cilindros, sed\u00e3), 242 (modelo 2, quatro cilindros, duas portas), 850 (modelo 8, cinco cilindros, sed\u00e3) e 760 (modelo 7, seis cilindros, sed\u00e3). Como sempre, havia exce\u00e7\u00f5es: 440, 460 e 480 eram na verdade as carrocerias de hatch cinco-portas, sed\u00e3 e hatch esportivo para a mesma s\u00e9rie, assim como 780 era um cup\u00ea do modelo 7.<\/p>\n<p>Nos anos 90 a marca sueca mudou o padr\u00e3o e passou a identificar apenas o modelo, em uma ordem de numera\u00e7\u00e3o referente ao tamanho, precedido por uma letra diferente conforme o tipo de carroceria: S40, S70, S80 e depois S60 para sed\u00e3s; V40, V70, mais tarde\u00a0V50 e V60 para peruas; C30 para hatch; C70 para cup\u00ea e convers\u00edvel. Os utilit\u00e1rios esporte ganharam a sigla XC, de Cross Country, iniciada em 1997 com a perua V70 XC, o que levou ao XC60 e ao XC90. Ficou em caso \u00e0 parte o atual V40, um hatch que ganhou a inicial das peruas.<\/p>\n<p>Outra que usa n\u00fameros para distinguir os tamanhos de carroceria \u00e9 a Audi, que adota sua inicial \u201cA\u201d nos autom\u00f3veis, do A1 ao A8, e um n\u00e3o explicado \u201cQ\u201d para os utilit\u00e1rios esporte Q3, Q5 e Q7. O supercarro R8 segue regra espec\u00edfica, sendo a origem mais prov\u00e1vel a palavra alem\u00e3 Renn (corrida), pois o nome vem de um modelo de competi\u00e7\u00e3o. J\u00e1 TT originou-se da prova Isle of Man TT, ou Tourist Trophy, disputada desde 1907 na Ilha de Man. Antes desse padr\u00e3o os Audis eram identificados como 80, 90, 100 e 200 como refer\u00eancias de porte e enquadramento de mercado.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<div class='code-block code-block-7' style='margin: 28px auto; text-align: center; display: block; clear: both;'>\n<script async src=\"https:\/\/pagead2.googlesyndication.com\/pagead\/js\/adsbygoogle.js\"><\/script>\n<!-- AL-quadrado -->\n<ins class=\"adsbygoogle\"\n     style=\"display:block\"\n     data-ad-client=\"ca-pub-1914799802606213\"\n     data-ad-slot=\"5683066082\"\n     data-ad-format=\"auto\"\n     data-full-width-responsive=\"true\"><\/ins>\n<script>\n     (adsbygoogle = window.adsbygoogle || []).push({});\n<\/script><\/div>\n\n<p>&nbsp;<\/p>\n<h2>Na Ferrari, cilindrada unit\u00e1ria<\/h2>\n<p>A Ferrari tem uma hist\u00f3ria peculiar nessa quest\u00e3o de como denominar os carros. Por d\u00e9cadas desde sua funda\u00e7\u00e3o, em 1947, a cilindrada unit\u00e1ria dos motores V12 \u2014 ou seja, quantos cm\u00b3 caberiam em cada cilindro \u2014 era a origem de n\u00fameros como 166, 250, 330 e 365, seguidos por letras como GTB para Gran Turismo Berlinetta (cup\u00ea) e GTS para Spider (convers\u00edvel). O \u00faltimo a seguir tal regra foi o 456 GT de 1994, com 5,5 litros. O 400 Superamerica de 1959 abriu a primeira exce\u00e7\u00e3o com seu V12 de 4,0 litros projetado por Colombo, que precisava ser diferenciado do concebido por Lampredi, e o sucessor 500 Superfast seguiu pelo mesmo caminho.<\/p>\n<p>Com o lan\u00e7amento de modelos da s\u00e9rie Dino, veio outro padr\u00e3o: dois d\u00edgitos para a cilindrada e um para o n\u00famero de cilindros, como em 206 e 246 GT (2,0 e 2,4 litros, na ordem, e seis cilindros). A Ferrari parece ter gostado da nova regra e n\u00e3o apenas a manteve nos carros subsequentes de oito cilindros \u2014 308, 328 e 348 \u2014, como a aplicou aos de 12 cilindros horizontais opostos. Assim, o 512 Berlinetta Boxer de 1976 demonstrava ter 5,0 litros e 12 cilindros.<\/p>\n<p>Com o lan\u00e7amento do F355, em 1994, o d\u00edgito final foi trocado para 5 para destacar o n\u00famero de v\u00e1lvulas por cilindro do motor V8, mas o m\u00e9todo ficou restrito a tal modelo. Em seus sucessores 360 Modena e F430, assim como nos 550 Maranello e 575 M de motor V12, os n\u00fameros citavam apenas a cilindrada (3,6, 4,3, 5,5 e 5,75 litros, na ordem), enquanto o mais recente 458 Italia retomou o padr\u00e3o de destacar os 4,5 litros e oito cilindros. No 599 GTB Fiorano, contudo, os d\u00edgitos se referiam apenas \u00e0 cilindrada de 5.999 cm\u00b3.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<blockquote><p>O Ferrari 400 Superamerica abriu a\u00a0exce\u00e7\u00e3o<br \/>\ncom seu V12 de Colombo, que precisava<br \/>\nser diferenciado do concebido por Lampredi<\/p><\/blockquote>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>Em uma arquirrival da Ferrari, a Lamborghini, as siglas costumavam indicar somente a cilindrada: 3,5 litros no 350 GT, 4,0 litros nos 400 GT, Miura P400 e Countach LP 400 ou 2,5 litros no Urraco P250. O \u201cP\u201d significava <em>posteriore,<\/em>\u00a0motor (central) traseiro, e o \u201cL\u201d, <em>longitudinale<\/em> ou longitudinal em italiano \u2014 que o Miura n\u00e3o usava, pois seu V12 era transversal \u2014, regra mantida at\u00e9 hoje. Nos carros mais recentes, por\u00e9m, os n\u00fameros referem-se \u00e0 pot\u00eancia (560 cv no Gallardo LP 560-4 ou 700 cv no Aventador LP 700-4) e o d\u00edgito ap\u00f3s o tra\u00e7o identifica a tra\u00e7\u00e3o integral. Assim, a s\u00e9rie especial Valentino Balboni do Gallardo era 550-2 por ter tra\u00e7\u00e3o apenas traseira.<\/p>\n<p>N\u00e3o se pode falar em Ferrari e Lamborghini sem citar a Porsche. Alguns de seus modelos de rua foram designados pelo c\u00f3digo de projeto, como o pioneiro 356, o 550 Spyder, o 959 e o 911 \u2014 na verdade 901, tendo a r\u00e1pida altera\u00e7\u00e3o sido feita ap\u00f3s protesto da Peugeot\u00a0por causa\u00a0do\u00a0zero no meio. Mas houve combina\u00e7\u00f5es da gera\u00e7\u00e3o do modelo com o n\u00famero de cilindros, como 924, 944 (ambos de quatro cilindros) e 928 (com motor V8).<\/p>\n<p>Ainda hoje as s\u00e9ries do 911 s\u00e3o conhecidas pelos c\u00f3digos de projeto, como 964, 993 e a atual 991, mesmo que nada disso apare\u00e7a nas carrocerias, ou 930 para o primeiro 911 Turbo, de 1974. Os aficionados pela marca tamb\u00e9m identificam assim as gera\u00e7\u00f5es de modelos vendidos com nomes, como o Boxster (s\u00e9ries 986, 987 e 981) e o Cayenne (955, 957 e 958).<\/p>\n<p>Como se v\u00ea, n\u00fameros e siglas nem sempre seguem a ordem cronol\u00f3gica ou se mant\u00eam coerentes \u00e0 medida que novos modelos s\u00e3o adicionados \u00e0s linhas. Mas complicado mesmo \u00e9 se familiarizar com as confusas denomina\u00e7\u00f5es da Lincoln, marca de luxo da Ford nos Estados Unidos, que usa MKC e MKX para utilit\u00e1rios esporte, MKS e MKZ para sed\u00e3s e MKT para uma perua&#8230; ou ser\u00e1 o contr\u00e1rio?<\/p>\n<table border=\"0\">\n<tbody>\n<tr>\n<td><a href='https:\/\/autolivraria.com.br\/bc\/informe-se\/colunas\/editorial\/437-seguranca-direcao-defensiva-como-conduzir-por-si-e-pelos-outros\/' class='small-button smallsilver'>Editorial anterior<\/a><\/td>\n<\/tr>\n<\/tbody>\n<\/table>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Em vez de nomes, diversos fabricantes denominam seus carros com letras e n\u00fameros, \u00e0s vezes combinados de formas incoerentes<\/p>\n","protected":false},"author":6,"featured_media":0,"comment_status":"open","ping_status":"closed","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"_joinchat":[],"footnotes":""},"categories":[3593],"tags":[153,19,31,1610,591],"class_list":["post-50634","post","type-post","status-publish","format-standard","hentry","category-editorial","tag-colunas-2","tag-curiosidades","tag-editorial","tag-fabricio-samaha","tag-mercado"],"amp_enabled":true,"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/autolivraria.com.br\/bc\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/50634","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/autolivraria.com.br\/bc\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/autolivraria.com.br\/bc\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/autolivraria.com.br\/bc\/wp-json\/wp\/v2\/users\/6"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/autolivraria.com.br\/bc\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=50634"}],"version-history":[{"count":0,"href":"https:\/\/autolivraria.com.br\/bc\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/50634\/revisions"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/autolivraria.com.br\/bc\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=50634"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/autolivraria.com.br\/bc\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=50634"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/autolivraria.com.br\/bc\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=50634"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}