|
Era comum que a vazão da
bomba de óleo (Autolube) estivesse fora do padrão (muitos acreditavam
que a fábrica fazia isso para evitar ao máximo que os motores
quebrassem) e que a mistura de marcha-lenta estivesse rica demais. Se o
usuário não fosse atento a estes ajustes e a conduzisse muito tempo em
baixa rotação, as velas acabavam-se em 1.000 quilômetros e o motor
produzia fumaça azulada excessiva, com a saída do escapamento sempre
oleosa. |
| Enquanto a
importação de veículos cessava no Brasil, em 1976, a Yamaha
ampliava a cilindrada da RD 350 (ao lado) para 400, em busca de maior
torque |
![]() |
|
Em 1976, já com as importações fechadas, a Yamaha aumentava sua cilindrada para 400 cm3,
ampliando o curso dos pistões para 62 mm, e adotava freio traseiro a disco e rodas de alumínio. A potência subia pouco, para 40 cv a 7.000 rpm, mas o torque máximo passava a 4,2 m.kgf a 6.500 rpm, indicando uma "domesticação" do agressivo motor. Dois anos depois era adotada ignição eletrônica. |
|
A RD 350 dos
anos 80: refrigeração líquida, freios a disco, novos quadro e A distribuição de torque, porém, permanecia crítica: nada em baixas rotações e um "tiro" quando o ponteiro do conta-giros chegava a 6.000 rpm. Novos cilindros e carburação revista, já no ano seguinte, buscavam amenizar esse
temperamento, mas uma solução mais eficaz era introduzida apenas em 1983: o YPVS, Yamaha Power Valve System ou sistema de válvula de potência Yamaha. |
|
Motos - Página principal - e-mail © Copyright - Best Cars Web Site - Todos os direitos reservados |