| |
Omega |
Laguna |
| Estilo |
4 |
4 |
| Acabamento |
5 |
5 |
| Posição de dirigir |
5 |
5 |
| Instrumentos |
5 |
5 |
| Itens de conveniência |
4 |
5 |
| Espaço interno |
5 |
4 |
| Porta-malas |
4 |
4 |
| Motor |
4 |
5 |
| Desempenho |
4 |
5 |
| Consumo |
3 |
3 |
| Câmbio |
4 |
5 |
| Freios |
5 |
5 |
| Suspensão |
4 |
5 |
| Estabilidade |
4 |
4 |
| Segurança passiva |
4 |
5 |
| Custo-benefício |
3 |
4 |
| Média |
4,1 |
4,5 |
| Posição |
2°. |
1°. |
| As notas vão de 1
a 5, sendo 5 a melhor; conheça nossa
metodologia |
|
Custo-benefício
Que são dois carros de primeira grandeza, não restou
dúvida após conhecê-los em detalhes. Mas qual oferece mais pelo que é cobrado?
Com preço 4,6% menor, o Laguna aparece como opção direta quando se trata de
relação custo-benefício. Embora bem mais curto e sem a tração traseira que muitos
apreciam, é um automóvel tão competente quanto o Omega, na maioria dos aspectos,
e com expressivas vantagens em itens de conveniência e segurança, além de melhor
desempenho em acelerações.
Naturalmente, a opção do comprador passa pela simpatia por uma ou outra marca,
facilidade de assistência (a rede GM é bem mais ampla), garantia (maior no
Renault) e aspectos pessoais, como estilo, em que não nos cabe interferir. Nem
há o que desabone o Omega, um notável sucessor para o modelo nacional que
marcou a década passada.
Entretanto, ambos custando bem mais do que há
cinco anos, é natural que se analise com atenção o que cada um oferece diante do
preço solicitado ― e, neste caso, nossa recomendação cai mesmo no modelo
francês. Continua |