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O
nome Coronet seria usado até o fim do ano-modelo 1976. Na linha
seguinte, o mesmo carro recebia a denominação Monaco, antes empregada
num dos Dodges grandes. A série maior, por sua vez, passava a se
chamar Royal Monaco. A frente do Monaco ganhava faróis duplos
quadrados e sobrepostos, bem parecidos com os dos
Chevrolets Chevelle e Monte
Carlo. O seis-cilindros rendia 112 cv a 4.000 rpm, enquanto 147 cv a
4.000 rpm vinham do V8 de 5,2 litros e 198 cv a 3.600 rpm da mais
potente motorização disponível, o enorme V8 de 7,2 litros. O Monaco
durou até a linha 1978, abrindo caminho para o St. Regis em 1979.
A Chrysler vivia sua pior fase, dependendo de modelos menores para
sobreviver. Felizmente, ela conseguiu. Enquanto isso, o Coronet/Monaco
vivia dias de glória na TV como viatura em seriados de sucesso como
CHiPs e Carro Comando, um reflexo na ficção de seus serviços prestados
no mundo real. Após três décadas agradando a famílias, pilotos,
patrulheiros rodoviários e policiais, exercia com bravura e
competência seu papel ao conquistar admiração entre os telespectadores
de todo o mundo. Dessa forma, Hollywood encontrou uma bela maneira de
coroar a recém-encerrada carreira desse grande Dodge. |