Variações muito interessantes ou mesmo pitorescas foram concebidas
a partir das diversas gerações do Classe S.
Um dinamarquês adaptou seu velho W109, de 1968, para rodar na água
e ainda o transformou em conversível. Não há, porém, informações
sobre a execução do curioso projeto. |
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O W116 foi transformado em enormes peruas por empresas
independentes, como a britânica Crayford (ao lado) e a alemã
Norddeutsche Karosseriefabrik.
Limusines também fizeram sucesso nessa linha, como as das
americanas Phaeton Coach Corporation e Horseless Carriage Shop (ao
lado). Esta empresa aplicou a uma delas mais de 80 cm, superando
6,1 metros, e instalou televisor, bancos adicionais e minibar. |
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Na linha W126, a alemã Trasco fez uma limusine com aumento de 38
cm a 1,06 metro na distância entre eixos, enquanto a conhecida
Zender, também germânica, criou uma perua esportiva. A empresa
Cartech teve a ousadia de elaborar um picape amarelo, ao lado. |
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Para transportar o Papa João
Paulo II, em 1985, um 500 SEL W126 com entreeixos mais longo
recebeu uma ampla abertura no teto e um só banco traseiro. Doze
anos depois era construído um S 500 L Landaulet da série W140 (ao
lado), com a parte traseira do teto acionada por um sistema
eletroidráulico que expunha sua santidade aos fiéis. |
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Não menos curiosa foi a
transformação de um Classe S, também da geração W140, em
ambulância pela empresa austríaca Grüne-Kreuz, efetuada em
dois anos iniciando em 1994. A mecânica era da versão S 350
turbodiesel. |
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