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No
ano seguinte a versão CD trazia motor 2,0 com injeção e câmbio de cinco
marchas; em 1984 o 2,3 a diesel recebia turbocompressor, chegando a 85
cv e 17,1 m.kgf. O Commodore permanecia em linha por pouco tempo,
incluindo uma versão de duas portas; logo tornava-se exclusivo dos
sul-africanos, onde viveu até o início da década de 1990 (a Daewoo
produziu modelo similar na Coréia do Sul com o nome Royale). Na
Inglaterra, o Carlton recebia a nova frente do Rekord, uniformizando os
produtos inglês e alemão em aparência. A geração E2 vendeu 569 mil
unidades, o que pode ser considerado o melhor tempo para o carro se
adicionadas às do E1 — nesse caso o total vai para 1,531 milhão.
Esse modelo de tanta importância na história da Opel foi produzido até
1986, quando um outro nome foi escolhido para sua nova geração: Omega.
As vendas acumuladas superaram 6,5 milhões de unidades. Para os
brasileiros, essa substituição traria de volta — em 1992 — a
compatibilidade de nosso mercado com o europeu, perdida desde a estréia
da geração D, em 1972. Ao lado do Kadett, do Käpitan e de outros nomes
de muita longevidade da marca alemã, o Rekord foi mesmo um recordista de
sucesso e admiração pelos fãs.
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