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Como
substituto surgia o Mark X, que, apesar de parecer apenas outra evolução
do modelo por causa do nome, era sim um novo projeto com construção
monobloco, motor bem mais potente e
formas visivelmente mais baixas e alongadas. Mais uma vez, o sedã de
topo de Browns Lane acompanhava a renovação dos esportivos da marca
inglesa, com a aposentadoria simultânea do XK e a chegada do lendário
E-type.
Após 10.005 unidades vendidas, o Mark IX concluía um capítulo de luxo e
grande aprovação por parte de seu seleto público, o que ajudou a
estabelecer a Jaguar no panteão dos melhores fabricantes da indústria
mundial. Do modelo V ao IX, a série Mark representou uma obra de arte
sobre rodas, com méritos para embelezar e ser eternizada numa obra-prima
da sétima arte assinada por um mestre inglês do porte de Alfred
Hitchcock. A discrição com que construiu sua trajetória enquanto o XK
brilhava só ressalta sua nobreza, digna dos mais aristocráticos bons
modos britânicos.
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