


Allroad: espaço para 455 litros de bagagem, tela para animais ou certas
cargas e estojo de primeiros socorros no apoio de braço



XC70: compartimento mais
amplo para 485 litros, grade de proteção escamoteável e o exclusivo
limpador de pára-brisa automático |
Comuns a elas são o
alerta individual para porta mal fechada, recolhimento elétrico dos
retrovisores para passar ou estacionar em locais estreitos, travamento
automático das portas ao rodar (na Allroad a do motorista se destrava em
separado, mais seguro), maçanetas em alumínio (mais visíveis à noite),
pára-sóis com espelhos iluminados, porta-luvas com trava, três
porta-copos (na Volvo dois podem servir à frente ou à traseira),
controlador de velocidade, luzes de
cortesia no assoalho dianteiro (na Audi, também no traseiro e nas quatro
portas), retrovisor interno fotocrômico,
capô sustentado por mola a gás e tomada de energia 12V no compartimento
de bagagem.
Ambas têm teto solar com comando elétrico de fácil operação, mas o da
Audi decepciona: mesmo sendo de vidro, o forro não corre para trás, como acontece com os feitos de aço. Talvez seja um
recurso de segurança em caso de capotagem, evento muito raro de qualquer
forma. Um recurso que faz falta nas duas é o sensor auxiliar de
estacionamento, embora a alemã possa tê-lo como opcional, inclusive
para a dianteira.
Alguns detalhes favorecem a Allroad: alarme com proteção por ultra-som
(o da XC70 detecta apenas abertura de portas), porta-objetos mais
variados e numerosos (há alguns ótimos nas portas), apoio de braço
traseiro, conjunto para primeiros-socorros nele embutido, fechamento dos
vidros e do teto solar pelo controle remoto, alça para facilitar a
abertura do capô, faixa degradê do pára-brisa mais clara, sem perder
eficiência, e base de alumínio no acesso ao compartimento de bagagem
para evitar riscos.
Por sua vez, a XC70 tem como vantagens a extraordinária facilidade de
uso dos comandos (predominam botões giratórios grandes e bem espaçados),
banco traseiro dividido em três partes em vez de duas, fecho duplo no
capô, comando no painel para a trava infantil das portas traseiras
(solução a ser imitada, já existente no Citroën C3), limpador de
pára-brisa com modo automático (embora o da Allroad tenha intervalo
ajustável), comutador de farol de puxar apenas (em vez do puxar-empurrar
da Audi) e que nunca o acende em facho alto, arranjo ideal para
apagamento de luzes ao desligar a ignição (apagam-se os faróis, mas
permanecem as luzes de posição se estas é que estiverem em uso),
presilhas para caneta no console e cartão no pára-brisa, banco dianteiro
direito rebatível e iluminação ao redor do carro acionada pelo controle
remoto.
São peruas muito espaçosas, entre as mais amplas do mercado. Acomodam
bastante bem quatro adultos e podem levar cinco, mas na Allroad seu
conforto é prejudicado, em especial pelo assento.
Continua
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