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Em 1980, o seis-em-linha de 4,1 litros dava lugar ao V6 231 (96,52 x
86,36 mm, 3.791 cm³), um ancestral do que equipa o atual Omega. O mais
potente era o small-block 305 V8 (94,89 x 88,49 mm, 5.003 cm³),
de modestos 155 cv, mas em 1981 o carro ficava melhor com uma nova
caixa de quatro marchas e gerenciamento computadorizado do revisto 350
V8, alcançando marcas de consumo de 7,5 km/l na cidade e 11 km/l na
estrada.
Eram marcas inimagináveis para um pesado americano com motor V8. A
última novidade era a substituição do 3,8 por outro conhecido nosso, o
V6 de 4,3 litros (101,6 x 88,49 mm, 4.299 cm³) dos utilitários S10 e
Blazer, nada mais que um V8 350 com dois cilindros a menos.
A década de 90
Em 1991 o Caprice era totalmente
redesenhado. Dava a impressão de ser maior, mas estava elegante e
imponente, com linhas arredondadas e fluidas. Continuava com o
tradicional V8 dianteiro e tração traseira, sempre com câmbio
automático. Havia ainda uma perua, não tão elegante, mas bastante
prática. |