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Carros do Passado

A década de 80   Uma leve reestilização era introduzida para 1980, mas não duraria muito tempo. Os admiradores não reconheciam mais o espírito do Impala de 1958 já há alguns anos, gerando declínio nas vendas. O modelo deixava o mercado em 1985. Em seu lugar continuava o Caprice, que manteria o estilo de 1977 com poucas mudanças até 1990.

O Impala 1982, um de seus últimos anos: mais econômico com motor 350 V8 de gerenciamento eletrônico e caixa de quatro marchas

Em 1980, o seis-em-linha de 4,1 litros dava lugar ao V6 231 (96,52 x 86,36 mm, 3.791 cm³), um ancestral do que equipa o atual Omega. O mais potente era o small-block 305 V8 (94,89 x 88,49 mm, 5.003 cm³), de modestos 155 cv, mas em 1981 o carro ficava melhor com uma nova caixa de quatro marchas e gerenciamento computadorizado do revisto 350 V8, alcançando marcas de consumo de 7,5 km/l na cidade e 11 km/l na estrada.

Eram marcas inimagináveis para um pesado americano com motor V8. A última novidade era a substituição do 3,8 por outro conhecido nosso, o V6 de 4,3 litros (101,6 x 88,49 mm, 4.299 cm³) dos utilitários S10 e Blazer, nada mais que um V8 350 com dois cilindros a menos.

A década de 90   Em 1991 o Caprice era totalmente redesenhado. Dava a impressão de ser maior, mas estava elegante e imponente, com linhas arredondadas e fluidas. Continuava com o tradicional V8 dianteiro e tração traseira, sempre com câmbio automático. Havia ainda uma perua, não tão elegante, mas bastante prática.

Uma perua Caprice customizada levou à criação do novo Impala SS, vendido de 1993 a 1996 com tecnologia atual e estilo intimidador

John Albert, então chefe do departamento de estilo da Chevrolet, reparou que seu vizinho, para sua surpresa, havia customizado uma Caprice Wagon com enormes rodas e suspensão rebaixada. A pintura em preto deixava a enorme perua intimidadora. Albert gostou tanto do resultado que já tinha em mente o que preparar para o SEMA Show (salão de preparação nos EUA; saiba mais sobre a edição de 2002) de 1992: a ressurreição do Impala.

O sucesso foi instantâneo. A fórmula era simples: cromados abolidos quase por completo, rodas de alumínio de 17 pol, pára-lama traseiro em formato circular, colunas posteriores redesenhadas, o poderoso 350 V8 LT-1 do Corvette e uma pintura preta que justificava o apelido de “Darth Vader”, o temido vilão do filme Guerra nas Estrelas (Star Wars). O tradicional logotipo na forma do antílope voltava a caracterizar o Impala, primeiro grande esportivo Chevrolet em 25 anos.
Continua

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