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Junto da mudança de estilo, exclusiva para o Brasil, chegavam o esperado Astra cinco-portas e o esportivo GSi 16V, que vinha com a carroceria menos apropriada

Cinco portas e GSi   A linha Astra 2003 mostrava que a GM ouvia as reivindicações da imprensa e do consumidor... mas talvez não as entendesse bem. Havia duas boas notícias: a esperada oferta do hatch de cinco portas e a aplicação do pacote esportivo ao motor de 16 válvulas, que resultava no GSi — um retorno da carismática sigla usada em Kadett, Vectra e Corsa e extinta em 1997. A má notícia é que, ao mesmo tempo em que adotava o propulsor "certo", o esportivo ganhava a carroceria "errada", a de cinco portas. A de três, que continuava disponível na versão básica, não podia vir no GSi.

O ano-modelo também trazia uma reestilização. O Astra assumia um desenho mais anguloso, desenvolvido no Brasil — os europeus nunca o adotaram, já que essa geração só teria mais um ano de vida por lá. Pára-choques retilíneos, o dianteiro com a parte inferior protuberante — "locomotiva", alguns apelidaram —, e tampa traseira mais "lisa", pois a placa descia para o pára-choque, compunham o estilo com os novos capô, grade, lanternas e faróis, estes com refletores elipsoidais no facho baixo. O interior recebia alterações de acabamento, opção de bolsas infláveis laterais e itens de conveniência como ar-condicionado automático, alerta para excesso de velocidade e retrovisor interno fotocrômico opcional. E surgia um kit homologado pela fábrica para uso de gás natural no motor 1,8 a álcool, boa opção para taxistas.

Em maio de 2004, em uma precoce chegada da linha 2005, o Astra tornava-se o primeiro carro médio do mercado com motor flexível em combustível. Com a novidade, o 2,0-litros de oito válvulas passava a fornecer 121 cv com gasolina e 127,6 cv com álcool, ganhando também em torque. Continua

As séries especiais
Milenium: oferecida duas vezes, na virada de 1999 para 2000 e um ano mais tarde, era um sedã GL 1,8 em cor prata e com acessórios adicionais: itens externos na cor da carroceria, faróis de neblina, ar-condicionado, conjunto elétrico, rodas de alumínio. A GM também fez essa edição para Vectra e Corsa.

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500: inserida em março de 2000, celebrava os 500 anos do descobrimento do Brasil com acabamento luxuoso (acima). Tinha bancos de couro em preto e bege, apliques que imitavam madeira e cor bege exclusiva. A base era o sedã GLS 2,0 16V e a produção limitou-se a — adivinhe — 500 unidades.

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Advantage: o primeiro uso do nome referia-se a uma versão mais refinada do sedã GLS 2,0 16V (abaixo à esquerda), em julho de 2001. Vinha em azul ou cinza perolizados, com os principais itens que no GLS eram opcionais — mas bolsas infláveis e teto solar continuavam à parte.

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Expression: lançada em 2002 para o Astra sedã 2,0 (acima) e o Vectra 2,2, vinha com ar-condicionado, rádio/toca-CDs com comandos no volante, rodas de alumínio e faróis de neblina.

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Sunny: ao mesmo tempo que a Expression, mas com proposta diversa, era baseada no três-portas com motor 2,0. Tinha tecido exclusivo, faróis com máscara escura como os do Sport, ar-condicionado, rodas de alumínio opcionais e opção entre vermelho, cinza e prata.

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