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Para fazer com que o motor funcionasse plenamente, sem risco de superaquecer, foram adotadas tomadas de ar laterais no estilo Naca (sigla em inglês para Comitê do Conselho Nacional de Aeronáutica), de grande eficiência, que se iniciavam nas portas, além de canaletas sobre as tomadas superiores para direcionar o ar para os radiadores (que passaram a ser montados na vertical) e saídas de ar próximas às lanternas. O LP 5000 passou a se chamar LP 400 e, em vez de render 440 cv, retrocedeu para 375 cv a elevadas 8.000 rpm; no entanto se tornou mais leve e veloz. |
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O segundo protótipo, verde, já havia trocado o motor de 5,0 litros por um 4,0 de 375 cv, mas ainda faltavam diversos testes de desenvolvimento |
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Como era um carro
complexo de construir e praticamente artesanal, esse primeiro
protótipo foi utilizado para quase todas as experiências do Countach.
Testes como durabilidade do motor, refrigeração, estabilidade e até
mesmo o funcionamento do limpador de pára-brisa foram freqüentes no
esportivo de chassi 001. Nem os cortes na carroceria para adoção dos
dutos de ar foram tão agressivos quanto a prova de colisão realizada
em um laboratório inglês. Esse teste pôs fim ao primeiro Countach. |
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As tomadas de
ar tipo Naca, atrás das portas, e os grandes coletores de ar nos
pára-lamas Apesar de toda a sofisticação e o arrojo do projeto, ainda havia muitos problemas a ser resolvidos – e um deles, aparentemente sem grande importância, exigiu muitos testes. Era o limpador de pára-brisa. Devido ao ângulo formado com o capô e ao formato trapezoidal do vidro, o modelo primário dos limpadores, composto por duas palhetas, se mostrou ineficiente em velocidade elevada. No segundo protótipo foi utilizada apenas um peça que, na versão final, foi substituída por um sistema de braço único, enorme, que atingia quase toda a superfície do pára-brisa. Continua |
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