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No mesmo ano a série
passava pelo tratamento da AMG, a preparadora que desde 1993 pertence
à Mercedes. Denominado S 55 AMG, o supersedã extraía 360 cv do motor
V8 de 5,4 litros, para acelerar de 0 a 100 km/h em 5,5 segundos. Pneus
dianteiros 245/45 e traseiros 275/40, em rodas de 18 pol, conferiam um
ar intimidador junto das evidentes saídas de escapamento.
Em julho de 2002 o Classe S recebia retoques estéticos, mais de 40
modificações internas e quatro novos motores. Além de um V6 de 3,7
litros e 245 cv e um turbodiesel de 3,2 litros e 204 cv, o S 55 AMG
ganhava compressor e passava a 500 cv, com 71,3 m.kgf de torque. Por
sua vez, o S600 trocava o V12 de 5,8 litros por um 5,5 com dois turbos
(o primeiro Mercedes a gasolina com turbo), 500 cv e 81,5 m.kgf! As
versões de seis e oito cilindros podiam vir com tração integral e era
introduzido o sistema de detecção de colisões Pre-Safe (saiba
mais).
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