Em 1989 as vendas de carros esportivos estava em baixa, pois eram caros e dispendiosos, além de possuir limitações em sua utilização. O estilo do 300ZX havia envelhecido muito rápido e, com diversos contras e poucos prós, a Nissan resolveu elevar seu padrão. O projeto de seu sucessor não mais tinha o objetivo de obter um esportivo acessível, mas um superesportivo para competir com marcas de renome.

A quarta geração, em 1990, entrava no território dos superesportivos, com um pacote de tecnologia sofisticado e potência de até 300 cv

Subindo de categoria   Foi então que a fábrica lançou em 1990 a quarta geração do Z, que manteve a nomenclatura 300ZX, mas era um carro altamente avançado, tanto em termos tecnológicos como em estilo. Era um época de efervescência de esportivos japoneses, que surgiam com formas e desenhos intimidadores e modernos, no qual se destacava o "Ferrari japonês" — como havia sido apelidado o poderoso Honda NSX. Nesse sentido com o Z não poderia ser diferente.

Ao iniciar pela parte frontal, ele ganhou faróis fixos, criando um visual atraente e original, completado pelas luzes auxiliares integradas por uma peça em tom negro. Sem dúvida era a parte que mais chamava atenção. A parte traseira ganhava lanternas também envolvidas por uma peça negra e quatro saídas de escapamento. Por dentro ele oferecia um ambiente bastante confortável e excelente ergonomia, além de muitos itens de série que não eram oferecidos normalmente em superesportivos.
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Tração e até direção nas quatro rodas estavam disponíveis nesse Nissan surpreendente, que em desempenho podia rivalizar até com o V8 da Ferrari
Os especiais
O alto desempenho desses Nissans quando originais só atiça o interesse dos preparadores em desenvolver projetos ainda mais picantes.

A Jakari fez em 1996 um 300ZX (acima e abaixo) com linhas mais arredondadas e pára-lamas alargados, para abrigar rodas de 18 pol com pneus 265/35 à frente e 335/35 na traseira. O motor V6 biturbo passou a 530 cv a 6.700 rpm e torque de 61 m.kgf a 4.900 rpm, de acordo com a empresa, que anunciava velocidade máxima de 325 km/h e 0-100 em 4,1 s.

O americano Stillen, há tempos envolvido com modelos da marca japonesa, elaborou em 1993 o 300 GTZ, com

o motor biturbo retrabalhado para render 465 cv a 6.500 rpm e torque de 62 m.kgf a 5.600 rpm. A aceleração de 0 a 100 km/h declarada para o carro (acima) era de 5,6 segundos.

Se o interesse for só por acessórios de aparência, a Bomex tem a solução: um conjunto aerodinâmico para a mesma geração do 300ZX, com defletor dianteiro, saias laterais, aerofólio e retrovisores esportivos.

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