

A segunda série do Berlina, com
lentes únicas nos faróis, e do Coupé: leves mudanças visuais, novo motor
1,6 e opção de um 2,0-litros de 120 cv
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Nos Estados Unidos a Lancia mudou seu nome para
Scorpion — o original era usado no país pela Chevrolet — e adotou faróis
escamoteáveis, pára-choques mais robustos e motor 1,8 de apenas 81 cv,
por conta dos sistemas de controle de emissões poluentes.
Segunda edição
No último trimestre de 1975 os Betas Berlina, Coupé e Spider passavam à
segunda série, com alterações de estilo no modelo de quatro portas, como
os faróis com lente única. O Spider
recebia ligação entre a coluna dianteira e a central, para maior
rigidez. O motor 1,3 de 82 cv substituía o 1,4 e passava a equipar uma
versão simplificada do cupê. O 1,6 era novo, com 1.585 cm³, embora
mantivesse os 100 cv, e agora havia o de 2,0 litros e 120 cv como opção
de topo. No mercado americano este último passava a ser usado,
mas com 88 cv — com isso, a velocidade máxima de 180 km/h da versão
européia caía para 160.
Em 1978 o Beta recebia ignição eletrônica; opção de câmbio automático de
três marchas para os motores de 1,6 e 2,0 litros, recurso oferecido pela
primeira vez em um Lancia; e retoques de estilo nas versões HPE e Spider.
O Monte Carlo era descontinuado por algum tempo. No Salão de Frankfurt,
em setembro, a Lancia apresentava a terceira série do sedã e do cupê,
com novo capô, grade inspirada em modelos do passado e, apenas no
segundo modelo, pára-brisa mais amplo.
O interior era redesenhado em ambos. O do sedã estava mais atual com um
painel de estilo ousado, desenhado por Mario Bellini — famoso na Itália
à época pelos projetos de móveis —, em que os instrumentos ficavam
bastante recuados em módulos individuais. Já no cupê a ordem era
simplificar para baixar custos, o que lhe tirou a identidade e o charme
dos modelos anteriores. Os motores 1,6 e 2,0, com 100 e 115 cv, agora
eram os únicos para o sedã; no cupê ainda era oferecido o 1,3.
Continua
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