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Formas robustas marcam a quinta geração, que adota caixa automatizada e já conta com a versão de baixas emissões Blue Motion  (à esquerda)
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O primeiro Polo brasileiro, em 2002: estilo agradável, motores 1,6 e 2,0 de bom desempenho e requintes como o ar-condicionado automático

O novo Polo podia ser equipado com os motores de 1,2 litro e três cilindros, que entregava 60 ou 70 cv; outro 1,2 com quatro cilindros e turbo, capaz de 105 cv; um 1,4 com 85 cv e um 1,6 turbodiesel com injeção de duto único e versões de 75 e 90 cv — a última também em uma variação mais econômica, exclusiva da versão Blue Motion. Outra novidade é a adoção da caixa manual automatizada DSG de sete marchas com dupla embreagem.

O Polo no Brasil   No começo desta década, a VW do Brasil contava com uma lacuna em sua linha de produtos. Após o popular Gol, o próximo alvo no segmento dos hatches era o Golf, bem mais caro e sofisticado. A empresa resolveu o problema iniciando em abril de 2002 a produção nacional do Polo, carro que vinha disputar a atenção — e o bolso — de quem buscava um compacto premium, veículos pouco maiores e mais caros que os demais pequenos. Os novos Corsa e Fiesta, lançados quase ao mesmo tempo, eram os principais concorrentes mas tinham acabamento inferior. A novidade agradou. O acabamento era adequado à proposta e havia alguns mimos, como molas a gás para sustentação do capô e opção de ar-condicionado automático.

Externamente os faróis ovalados eram marca registrada — e foram bem explorados pela VW na publicidade de lançamento, que comparava o conjunto ao do Mercedes Classe E e passava a ideia de um carro mais sofisticado. Sempre em carroceria de cinco portas, o novo VW nacional chegava em três opções de acabamento: básico, Confortline (ambas com motores de 1,6 e 2,0 litros) e Sportline (apenas 2,0). A versão de entrada já trazia direção eletroidráulica, ar-condicionado (controle automático era opcional), rodas de 14 pol, indicador de proximidade da revisão, banco do motorista com regulagem de altura e volante também ajustável em altura e distância, então único na categoria. Bolsas infláveis frontais eram opcionais (de série nas versões 2,0). Um dos senões apontados foi o espaço no banco traseiro, em especial para as pernas.

Os motores eram os mesmos do Golf. O 1,6 pertencia à mesma família do 1,0 do Gol, enquanto o 2,0 já sentia o peso dos anos, pois era o praticamente mesmo lançado em 1988 no Santana. Com 101 e 116 cv, na ordem, os propulsores lidavam bem com o peso menor do Polo, mas a VW preferiu se garantir colocando um câmbio curto demais. A 120 km/h em quinta marcha o Polo "gritava" a 4.000 rpm. De tantas reclamações dos proprietários, a VW alongou a quarta e a quinta meses depois e repetiria o processo por duas vezes, anos mais tarde. Continua

Os especiais

A geração do Polo lançada em 1994 recebeu profundas modificações pelas mãos da RSL (acima). Esteticamente o carro era uma verdadeira vitrine de conceitos: os faróis tinham leds, os retrovisores eram de BMW M3, a grade perdia o logo VW ficando lisa, os para-choques eram remodelados ganhando saias. Por dentro o carro recebia um volante esportivo de alumínio com 33 cm de diâmetro, manopla de freio de mão cromada e parte do painel no mesmo tom. Os bancos tinham caráter esportivo e os pneus eram especiais e em medidas diferentes, sendo 195/45 na frente e 215/40 atrás, em rodas de 14 pol.

Outra que apresentou uma interpretação esportiva para o Polo foi a JE Design (acima à direita). Nem bem a Volkswagen realizou as mudanças estéticas de 2005, a empresa de Leingarten, Alemanha apresentou um kit especial para o pequeno. Com um aumento de pressão do turbo de seu motor a diesel, o Polo passou a render 163 cv e o torque subiu para 35 m.kgf. Um modesto VW no patamar de desempenho de um BMW 120d.

A aceleração de 0 a 100 baixou para 8,4 s e a velocidade máxima chegava a 214 km/h. O pacote estético, encomendado à parte, incluía máscara para os faróis, saias frontais no estilo "asa", rodas de 17 pol com pneus 205/40, suspensão 30 mm mais baixa com novos amortecedores, saias laterais e saída dupla do escapamento.

Desempenho superior, mesmo, tinha o Polo GTI 2006 da B&B (abaixo). O motor 1,8 turbo era revisto para passar a 210, 250, 272 ou mesmo 300 cv. O último estágio incluía extensas alterações internas, turbina maior, escapamento refeito e até catalisador de corrida. O resultado? Torque de 41,8 m.kgf, de 0 a 100 em 5,8 s e máxima de 254 km/h. Além do capô negro, tinha rodas de 18 pol e suspensão revista.

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