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Uma traseira
mais atraente, entreeixos mais longo e... estava pronta a CG Today,
com que a Honda contornava o controle de preços das motos pequenas
pelo governo |
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O velho motor, renovado
Embora na 125 ML, na Turuna e em suas sucessoras
(CBX 150 Aero e CBX 200 Strada) a Honda tenha optado pelo
motor com comando de válvulas no cabeçote (OHC), que traz melhor rendimento em alta rotação, o da CG sempre permaneceu fiel à durabilidade do comando no
bloco (OHV). Mas, após 15 anos de sucesso, a Honda decidiu que deveria aprimorá-lo. |
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1992 a Today ganhava um motor mais potente e silencioso, mantendo o
comando de válvulas no bloco. O painel, porém, permanecia sem
conta-giros, que até hoje não foi reposto |
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Em função das mudanças, a potência subia de 11 para 12,5 cv e o torque de 0,94 para 1,0 m.kgf, aos mesmos regimes, enquanto o nível de ruído e vibração se reduzia. A nova
CG, que também ganhava pneu dianteiro mais macio, manoplas de borracha e pedaleiras perfuradas, para maior conforto de rodagem, passava a atingir 115 km/h de máxima e a acelerar de 0 a 100 em 17 s, desempenho adequado a sua proposta. |
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Em 1994, uma
ampla reforma de estilo: com a CG Titan, voltavam as linhas
arredondadas, o tanque estava maior e o painel tinha fundo branco |
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A CG estava mais jovem e atraente, aos quase 20 anos, mas não havia atendido a antigas reivindicações de seus fiéis compradores, como freio dianteiro a disco e conta-giros. A primeira delas era aceita somente em 2000, quando a Titan vinha em duas versões: KS
(kick starter, partida a pedal) e ES (electric starter), esta dotada de partida elétrica, pedaleira do passageiro fixada ao chassi (evitando que suas pernas tenham de acompanhar as oscilações da roda) e o esperado freio a disco.
Continua |
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