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Rodar de automóvel O BCWS andou no Airtrek e constatou que seu ponto forte é a suspensão independente nas quatro rodas (multibraço na traseira, ao contrário dos concorrentes) que, aliada à carroceria monobloco, deixa-o com rodar muito confortável e ágil, os predicados dos bons automóveis. Isso, mais a tração integral com diferencial viscoso central, o insere na categoria de veículo de utilização ampla e agradável, desde numa auto-estrada até nas estradas de terra precárias. |
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A posição de
dirigir é adequada e há opção de revestimento em couro; no console, Sua altura total
relativamente modesta, 1,6 metro (só 6,5 cm maior que a de um Stilo), facilita o
entrar e sair, mas a distância mínima do solo, 205 mm, permite
enfrentar superfícies bem irregulares. Só que falta o
batente hidráulico de distensão dos
amortecedores, imprescindível no País das Lombadas. A pancada seca de
rodas “caindo” é desagradável. Mas isso é fácil para a fábrica
resolver. |
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O interior
não chega a ser sofisticado, mas traz um bom painel (com indicador de
marcha A MMC não divulgou
dados de desempenho, consumo e aerodinâmica do Airtrek, mas uma
publicação estrangeira informa aceleração de 0 a 96 km/h em 11,7
segundos, nada brilhante. Mas a sensação geral de solidez e a certeza
de tração bem melhor do que num 4x2 compensam o desempenho mediano. De
qualquer modo, seria interessante poder optar pelo motor turbo de 2,0
litros, 240 cv e 35 m.kgf de torque que o equipa em alguns mercados. |
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