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Um ponto onde o Power Stroke supera largamente tanto o 2,5 anterior quanto o
MWM do concorrente é o nível de ruído e vibração: pode-se usar o Ranger em médias velocidades e no trânsito sem desconforto, ao contrário do S10. Contudo, o
tec-tec em marcha-lenta e certo ruído a partir de 110 km/h permanecem bem audíveis, de modo que os mais exigentes nesse aspecto ainda terão de bancar o alto consumo do V6 a gasolina. |
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Nível de
ruído melhorou bem, mas incomoda um pouco em marcha-lenta e em A embreagem mais leve, o câmbio de engates mais curtos dentro do "H" (por exemplo, de segunda para terceira marcha) e a suspensão suavizada deixaram o picape mais próximo de um automóvel, mas não se engane: nos impactos mais severos, como os do trecho fora-de-estrada da avaliação, o desconforto aos ocupantes ainda é grande, sobretudo no banco
traseiro. |
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Apenas as luzes
de direção dianteiras incolores as lanternas traseiras fumês
identificam o novo Ranger: muito pouco para um estilo já há quatro
anos sem alterações |
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As demais qualidades do Ranger estão intocadas: interior agradável e bem-acabado, painel e comandos bem funcionais, posição de dirigir melhor que no S10 e um estilo que, apesar da idade, não faz feio diante dos concorrentes, sobretudo agora que o Dakota não existe mais. É o único do segmento com as opções de motor V6 (extinto da linha S10), cabine estendida e quatro portas, além de somar 16 versões na combinação de três cabines, dois acabamentos, tração 4x2 ou 4x4 e os três motores disponíveis. |
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