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O V8 de 4,1 litros, 255 cv e 36 m.kgf era o mesmo da primeira geração, mas acompanhado de uma versão de 4,9 litros, 280 cv e 40 m.kgf. Embora um pouco menor, com 4,91 m de ponta a ponta, o Quattroporte estava bastante pesado (1.950 kg) e por isso não mais rápido que a geração de motor Citroën: de 0 a 100 km/h em nove segundos, com máxima de 220 a 230 km/h. O motor mais potente vinha com caixa automática — de início Borg-Warner, depois uma Chrysler Torqueflite —, a não ser que o cliente encomendasse a manual de cinco marchas, a única aplicada à versão 4,1. Em 1981 o propulsor 4,9 tornava-se o único disponível. |
| Mesmo estilo, mais requinte: o Royale chegava em 1986 com revestimento especial e bancos traseiros individuais, com amplas regulagens e mesas retráteis |
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Se
abandonava o sistema hidropneumático da Citroën em favor de molas e
amortecedores convencionais, ao menos a suspensão era independente
nas quatro rodas, que usavam freios a disco e pneus 225/70-15. O
terceiro Quattroporte manteve-se no mercado sem grandes evoluções
até que, em dezembro de 1986, a Maserati apresentasse o Royale, uma
versão ainda mais luxuosa para competir no segmento de topo entre os
sedãs. |
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O motor V8 de 4,9 litros do Quattroporte, modificado para render 300 cv, equipava o Royale -- que teve apenas 55 exemplares fabricados |
O Royale usava o motor 4,9, revisado para 300 cv e 41 m.kgf, e câmbio
automático. Teve só 55 unidades produzidas, uma delas destinada ao
presidente da Itália Sandro Pertini. No total, entre Quattroporte e
Royale, essa geração somou 2.141 exemplares até 1990. O número não
abrange os modelos de quatro portas da série Biturbo, que de certo modo
supriram a demanda pelo grande sedã até que a quarta geração chegasse ao
mercado. |
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