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Na linha 1983 a CG
recebia sua primeira reformulação de estilo. A não ser pelo farol,
ainda circular (o retangular viria só no modelo 1986), as formas
retilíneas vinham para ficar, abrangendo tanque, laterais, lanterna
traseira, luzes de direção e até o módulo de instrumentos -- que
perdia o conta-giros, porém, uma falta até hoje lamentada. |
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As linhas retas
tomavam conta da CG em 1983, dando-lhe ar bem mais moderno. O farol,
porém, só passaria a ser retangular em 1986, modelo da foto |
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Garfo mais inclinado, balança traseira mais longa (somando 70 mm de aumento na distância entre eixos), guidão mais alto e pneus maiores conferiam ao piloto a impressão de estar em uma moto maior, assim como o tanque de 12 litros. Outras novidades eram sistema elétrico de 12 volts, farol mais potente, banco removível para acesso às ferramentas, novos comandos no guidão e um freio dianteiro maior (de 110 para 130 mm) e aletado, para melhor dissipação de calor. O carburador recebia injetor de combustível, o sistema
Ecco. |
| A economia de
combustível nunca deixou de merecer destaque na publicidade: a do
modelo 1988 falava em "poupança acelerada em duas rodas" |
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Em meados de 1989 o "Fusca de duas rodas" recebia modificações, adotando a designação CG Today (hoje, em inglês). O estilo era o mesmo, a não ser pelas laterais e
rabeta, redesenhadas e mais esportivas. A balança traseira estava 35 mm mais longa, para maior estabilidade, o farol ganhava lâmpada halógena e a suspensão posterior oferecia regulagem em cinco posições. |
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Pronta para o
trabalho, a CG Cargo vinha de fábrica com amplo bagageiro, suspensão
traseira reforçada e maior entreeixos. Existe até hoje, mas é
rejeitada por muitos potenciais compradores |
Ao lado dessa versão estava a CG Cargo, moto de trabalho lançada no ano anterior. A proposta era vir de fábrica já adaptada ao uso profissional, com banco de um só lugar, grande bagageiro, quadro e roda traseira reforçados, suspensão posterior com regulagem e balança 80 mm mais longa, que aumentava a distância entre eixos de 1,27 para 1,35 metro. No entanto, boa parte do público-alvo preferiria sempre a CG básica, por uma razão curiosa: evitar, no momento da revenda, a depreciação inerente a um veículo de trabalho...
Continua |
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