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305 com injeção monoponto agora podia ser adquirido com caixa manual.
O mirrado motor de quatro cilindros era eliminado, junto com a versão
S/E, e a terceira luz de freio vinha incorporada ao aerofólio. No
lugar do S/E a Pontiac ressuscitava o nome Formula; o Trans Am ganhava
o sufixo GTA. Ficou assim até 1988, quando as novidades se resumiam ao
volante, novas rodas de 16 pol para o Formula, sistema de áudio
melhorado e mais potência (225 cv) no motor 350. O 305 carburado
deixava de ser produzido.
Em 1989 a Pontiac apresentava a edição especial de 20 anos do Trans
Am, com um dos mais famosos motores da década de 1980: o Buick V6 3,8
com turbo, dotado de câmbio automático. A potência declarada era de
250 cv, número contestado por especialistas devido ao excelente
desempenho: quarto-de-milha em 14,2 segundos. De fato, esse era o
Firebird mais rápido até então, supremacia que ele manteria por
mais alguns anos — e
foi o único a servir como carro-madrinha sem necessidade de alterações
técnicas. O Trans Am GTS podia ser encomendado com uma traseira mais
alongada, que formava um meio-volume. Em 1990 saía o V6 turbo e o V6
2,8 passava a 3,1 litros; um ano depois o estilo era retocado e estava
de volta uma versão conversível.
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