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Estilo unificado O Ford alemão entrava na década de 1970, em outubro, de roupa nova — e bonita. Tinha o apelido de Taunus Knudsen, por causa do dirigente da Ford Alemanha, que na época era Semon E. Knudsen. E não tinha mais o pouco modesto sufixo "M", de meisterstück. Todos os modelos tinham só um tipo de carroceria; os de duas e quatro portas estavam muito bonitos e mais modernos que a concorrência. Havia ainda um cupê fastback, bem atraente, e a perua de cinco portas, agradável aos olhos. Todos perdiam os quebra-ventos. A versão mais despojada media 4,27 metros e pesava 950 kg. |
| O modelo 1972 em duas carrocerias, sedã e cupê fastback: estilo esportivo e motores de até 2,3 litros antes que a crise do petróleo esfriasse os ânimos... |
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A
exemplo da geração anterior, o mais simples tinha faróis circulares.
Também havia as versões L e LX, com faróis retangulares. Com 1.294 cm³,
o motor desenvolvia 55 cv a 5.500 rpm e agora trazia o comando de
válvulas no cabeçote. A velocidade máxima era de 140 km/h. O modelo
seguinte tinha 1.593 cm³ e 72 cv a 5.500 rpm, para atingir 150 km/h.
Podia-se optar pelas versões GT e GLX, com 88 cv e final de 165 km/h. |
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Com linhas frontais que lembram um pouco as de nosso Opala da época, o Taunus poderia ter sido seu concorrente no Brasil, não fosse a decisão forçada da Ford de trazer o Maverick dos americanos |
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A
imprensa germânica, porém, não admirava muito o Taunus: considerava-o um
automóvel de baixa qualidade. Mas o carro vendia bem em toda a Europa e
era apreciado pela robustez, beleza das linhas, espaço interno, várias
opções de motor e carrocerias. Os clientes tinham por volta de 40 opções
na hora da compra. Na outra margem do Canal da Mancha, na Inglaterra,
chamava-se Cortina, substituindo o modelo anterior. Só que lá as linhas
dos pára-lamas traseiros eram curvas. |
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